quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Máscara de Carnaval passo a passo com moldes

Customizar máscaras para brincar o Carnaval pode ser o que você estava precisando para dar aquele brilho em seu visual nas festividades. Veja como fazer a sua também, colete os materiais necessários e mande ver na confecção, que é simples de criar em casa.
Essa ideia é muito útil também para animar a festinha de Carnaval dos pequenos. Um item fácil de fazer e que pode muito bem ter a ajuda de todos os pimpolhos na confecção.

Materiais
- Moldes impressos
- Tesoura
- Lápis
- Lápis de cera ou cola colorida
- Glitter, lantejoulas e outros enfeites do tipo
- Cola

Moldes para máscaras de Carnaval
Clique nas imagens para ampliar em outra aba





Sugerimos que você leve a imagem para o Word ou outro programa de edição de texto/imagem para ajustar o tamanho numa dimensão que encaixe em seu rosto. Você pode ter que fazer algumas tentativas em papel rascunho até conseguir o resultado ideal. Veja mais moldes legais em nosso post que apresentamos vários moldes de máscaras carnavalescas.

Passo a passo


Primeiro você irá escolher o molde que irá usar. Imprima do tamanho mais adequado para os eu rosto e vamos ao tutorial.

Note que você poderá adicionar mais detalhes em sua máscara com o lápis. Isto permite que você personalize sua confecção, criando um novo formato em seu molde de máscara de carnaval.

Depois de feito os detalhes adicionais, recorte o molde para criar a base de sua máscara. Note que você terá que cortar a parte dos olhos também.

Agora, antes de começar a pintar sua máscara, delimite as áreas para cada cor. Você pode se inspirar neste exemplo do passo a passo, onde foi desenhado detalhes adicionais nos olhos para serem pintados com outra cor contrastante.

Chegou a hora de pintar sua máscara. Utilizando tinta guache ou outra tinta e pincéis de sua preferência, pinte a sua máscara do jeitinho que você preferir.

Adicione os detalhes finais, como glitter, lantejoulas e outras firulas para finalizar sua máscara enfeitada de carnaval.

Veja este outro exemplo onde foi usado apenas uma cor. A máscara foi completamente pintada e nos passos seguintes, receberá uma nova cara com os adereços que serão anexados nela.

Antes de colocar os adereços, a máscara recebeu uma nova demão, mas agora de glitter prateado.

Por fim é só adicionar os detalhes já mencionados, como lantejoulas e miçangas. Bacana, né? Veja este outro exemplo abaixo!

Este foi feito com muito mais simplicidade, onde foi utilizado apenas lápis de cera para pintar a máscara.

Apenas uma miçanga dourada foi colocada no meio da máscara para finalizar a composição. Ficou muito lindinha também! Se não gostou dos moldes que trouxemos neste post, você pode procurar outro de sua preferência em nosso post especial moldes de máscaras de Carnaval.

Como você pode ver nas imagens acima, você ainda pode usar um palitinho coberto por fita de tecido para fazer a haste da sua máscara. Muito legal, né? Espero que tenha curtido! Faça também e crie máscaras super coloridas para esta grande festa. É uma boa ideia também para fazer na festa de Carnaval da escolinha!

Painéis de EVA para ensinar os números

Ainda não fez ou comprou todos os painéis de sua sala de aula? Então você vai amar as indicações deste post.

Este é um modelo de painel para sala de aula feito em eva muito fofo e fácil de fazer!!! Aprender a contar vai ficar muito mais divertido com as mãozinhas de EVA e palito de picolé... é só somar os dedinhos e pronto, a brincadeira está garantida!!! Muito criativo a ideia.
Faça os bolsos para colocar as mãozinhas que tem os dedinhos dobrados conforme o número de cada uma... Não se esqueça de riscar e cortar o moldes da mãozinha duas vezes no EVA e depois colar o palito de picolé. Bom trabalho!

Trabalhar quantidade e números nem sempre é muito fácil. Algumas crianças encontram grande dificuldade para relacionar, somar, subtrair... isto é matemática!!! Pensando nisto eu vim postar uma dica que vai te ajudar muito, e facilitar o aprendizado dos alunos, e o que é melhor, super econômica já que é feita com sucata! 

Pra realizar esta atividade você vai precisar de caixinhas de leite encapadas e numeradas (você pode optar por pintá-las) e palitos de picolé. As caixinhas ficam coladas na parede e podem fazer parte da decoração da sala. Esta atividade é bastante concreta e objetiva e vai com certeza ajudar no desempenho de seus alunos!

Dica: Você pode pintar os palitos de picolé nas cores das caixas e aproveitar para relacionar cores, que tal?

Agora vou mostrar uma dica bem parecida, só que um pouco mais aperfeiçoada. Eu achei simplesmente maravilhosa esta sugestão para trabalhar numeração e quantidade com a turminha...

O painel pode ser feito numa base de madeira ou papelão com eva colado em cima. Ou pode ser feito também diretamente no EVA e colado na parede. Encape caixinhas de leite, de suco, ou outra que tiver em mãos... Faça seus palitos decorados com as quantidades relacionadas: 1, 2, 3... Você pode ajudar as crianças a gravar os desenhos com seu número relacionado, a fim de aprender com mais facilidade: 'Eu tenho 03 palhacinhos, tenho 9 flores...

Fonte: Professoras na web.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Jogo de memória com feltro e madeira: você mesmo pode fazer!

formas

Para essa proposta de material de hoje você vai precisar de uma “mãozinha” do marceneiro. Ele te ajudará fazendo as peças de madeira, esferas ou quadrados de MDF ou da madeira que ele dispuser. Não entendo muito de tipos de madeira, mas tudo o que você precisa é de um material resistente, que não seja fino (para facilitar a preensão – entenda aí ” o pegar”) e que o feltro possa ser colado. Uma outra possibilidade é você adaptar a ideia e usar tampas de metal daquelas que encontramos em potes de vidro.
Se for madeira, não esqueça de deixar as bordas bem lixadas para não fique soltando aquelas “farpinhas” .
No mais, você vai comprar pedacinhos de feltro de cores diferentes e vai cortar as formas geométricas. Como o objetivo é fazer um jogo de memória, você precisará de 2 formas de cada tipo: duas bolas, dois quadrados, dois triângulos…. O número de peças do jogo é você que vai definir, mas tenha cuidado de graduar o número de peças de acordo com a capacidade de quem está usando, oks?
Outra alternativa: Que tal fazer as formas geométricas de lixa??? Também deve ficar bemmmm legal.  Além disso, você teria estímulos sensoriais diferentes. 

Por: Ana Leite
Imagens: dandee

Vamos brincar com água e bexigas?

Apertar bexiga que delicia! Pegue, segure e aperte com cuidado porque a bexiga pode estourar! Trabalhe a coordenação motora fina!
Material:
– bexiga colorida
– água
– bacia
Como fazer:
– encher a bexiga com ar e depois colocar água, amarrar.
Como brincar:
– colocar todas as bexigas dentro da bacia.
– separar uma outra bacia vazia
– solicitar uma cor para criança, pedir para que pegue e coloque dentro do balde sem estourar. Vai trabalhar o conceito de cor!
– você também pode esconder alguns objetos entre as bexigas e pedir para encontrar.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

8 atividades com nome próprio na Educação Infantil


As atividades com o sistema de escrita na Educação Infantil precisam ser diversificadas e oferecer novos desafios às crianças, potencializando seu aprendizado. Isso é essencial para que tanto o aspecto figural (forma e direção das letras) como o conceitual (combinação das letras) sejam desenvolvidos. Por essa razão, o trabalho deve variar entre situações de leitura e de escrita.

As primeiras são essenciais para ajudar as crianças a perceber semelhanças e diferenças entre os nomes, como quantidade e disposição das letras e sua relação com os sons. Com base nesse modelo estável, elas conseguem estabelecer comparações para tentar ler outras palavras. Em contato com o nome próprio, as crianças notam a regularidade da forma dele e entendem que a escrita fixa a língua falada. Toda vez que elas reencontram seu nome, percebem que ele tem sempre as mesmas letras. Essa estabilidade do sistema é muito importante, porque é um ótimo campo de reflexão e aprendizagem.

As situações de escrita apresentam outros desafios aos pequenos, como a grafia das letras, uma por uma, até construir a palavra completa. Essa fase começa com a cópia do modelo com o nome, que fornece informações sobre a forma convencional das letras e a direcionalidade da escrita.

1. Apresentação dos nomes

Desenvolvimento
Depois de produzir os crachás com o nome das crianças, o professor deve apresentar um por um a toda a turma. Dessa forma, os pequenos passam a ter contato com a escrita convencional do nome delas e também do de seus colegas. Nesse dia, o docente também pode pedir às crianças para perguntar a seus pais por que eles escolheram esse nome e, em sala, compartilhar com os amigos.

O que as crianças aprendem?
Com as mesmas características gráficas (tamanho, cor, fonte e alinhamento), os cartões levam as crianças a prestar atenção apenas nas letras que os compõem, na quantidade delas e na ordem em que estão dispostas. Assim, elas desenvolvem critérios para reconhecer semelhanças e diferenças entre as palavras. A apresentação da história do nome também permite o desenvolvimento de uma discussão sobre identidade, na qual as crianças refletem sobre a função social dessa palavra.

2. Chamada

Desenvolvimento
Por que não usar esse momento para desenvolver uma situação didática de leitura de nomes? Para que os desafios variem, é importante pensar em diversas formas de realizar a chamada. Uma delas é cantar parlendas conhecidas pelas crianças, como “Quem foi que comeu pão na casa do João”, e pedir que elas identifiquem o próprio crachá no meio da roda. O professor pode aumentar a dificuldade propondo que o nome identificado seja o de um colega. Outra possibilidade é encobrir parte do nome e perguntar de quem pode ser aquele.

O que as crianças aprendem?
A chamada trabalha, sobretudo, com a identificação dos nomes pelas crianças. O desafio é que elas utilizem tudo o que já sabem para diferenciar as palavras. Com o avanço dos pequenos, o professor pode propor reflexões mais específicas, destacando apenas as letras iniciais e finais, o tamanho dos nomes, a ordem das letras e suas combinações.

3. Brincadeiras

Desenvolvimento
Uma das brincadeiras mais comuns com as turmas de Educação Infantil é o jogo da memória. Com as fotos e o nome das crianças, o professor pode montar cartões, que ficam em uma mesa virados para baixo. Para jogar, os pequenos devem virar dois a cada rodada e associar a imagem ao nome do colega. Outra possibilidade é o faz de conta de carteiro. Vestida com um colete e carregando uma bolsinha com crachás com os nomes da turma, uma das crianças recebe o desafio de entregar o cartão correspondente a cada colega.

O que as crianças aprendem?
Brincar faz parte da rotina das crianças. Por isso, a incorporação do nome próprio a atividades lúdicas na sala de aula é interessante, desde que não tire toda a graça da brincadeira. Além de se divertirem nas atividades exemplificadas acima, os pequenos precisam reconhecer o próprio nome e também o dos colegas para poder brincar.


4. Comparação entre nomes parecidos

Desenvolvimento
O professor forma pequenos grupos e convida as crianças a encontrar nomes que comecem ou terminem como o seu, como Rafael/Miguel, Leonardo/Luiza e Maria Eduarda/Maria Clara. De conjunto em conjunto, o docente questiona o que as palavras têm em comum e o que têm de diferente, pedindo aos pequenos que justifiquem suas respostas.

O que as crianças aprendem?
Analisar outros nomes com base no seu estimula as crianças a refletir sobre semelhanças e diferenças entre as palavras de maneira mais detalhada. Essa atividade abre grandes chances de eles também memorizarem as especificidades da escrita do próprio nome e também do de seus colegas. Os pequenos grupos possibilitam intervenções mais pontuais do professor, que adequa os apontamentos aos saberes de cada um.

5. Bingo de nomes

Desenvolvimento
A lógica do bingo de nomes é a mesma do jogo com números. Cada criança recebe uma cartela feita pelo professor com alguns nomes da turma (de quatro a oito). A cada rodada, o docente sorteia um e pede que os pequenos o procurem no cartão. Após um tempo, escreve na lousa para que ninguém esqueça quais já foram falados. A primeira criança que conseguir identificar todos os nomes de sua cartela ganha a brincadeira. Para aumentar o desafio da atividade, o professor pode escolher nomes muito parecidos entre si.

O que as crianças aprendem?
A atividade auxilia no reconhecimento do nome dos colegas. Quanto mais semelhantes forem as palavras entre si, mais critérios de comparação as crianças terão de estabelecer para poder identificar o que foi sorteado.

6. Forca de nomes

Desenvolvimento
Depois de eleger o nome de uma das crianças da turma, o professor pede que os pequenos digam as letras que eles acham que compõem a palavra. Quando uma delas estiver correta, o docente a escreve na lousa. Caso esteja errada, ele desenha uma parte do corpo do boneco que está com a corda no pescoço.

O que as crianças aprendem?
Diferentemente do bingo, que tem como objetivo desenvolver o reconhecimento dos nomes por completo, a forca trabalha com a escrita do nome sabendo quantas letras ele possui. Nessa atividade, as crianças precisarão saber como cada uma delas se chama, antecipando o nome possível.

7. Escrita de nomes

Desenvolvimento
Na Educação Infantil, as crianças costumam realizar diversas atividades de desenho e pintura. Para diferenciar as produções de cada uma, o professor costuma pedir à turma que nomeie todo trabalho que fizer. Essa ação pode ser feita com base na cópia de um modelo ou sem nenhum suporte, caso a criança já saiba escrevê-lo.

O que as crianças aprendem?
A escrita do nome sempre deve ter um sentido, porque ninguém costuma escrever uma palavra à toa várias vezes. Por isso, esse tipo de atividade não pode ser visto como algo restrito à escola, mas como uma ação comum na vida real – e nada mais corriqueiro do que identificar aquilo que lhe pertence. Além de incentivar a reflexão sobre a função social da escrita, atividades como essa permitem à criança treinar o traçado das letras, sua posição e a direcionalidade da escrita convencional, da esquerda para a direita.

8. Leitura e escrita de listas

Desenvolvimento
Depois de checar quem está na sala, o professor pode pedir aos alunos que anotem no quadro o nome dos ausentes. A lista poderá ser utilizada para a merendeira saber quanto de comida deverá fazer ou para registrarem numa folha o nome de quem faltou. Outra possibilidade é pedir às crianças que identifiquem na lista de chamada quais serão os ajudantes do dia, que podem ser escolhidos pelo professor seguindo a ordem alfabética.

O que as crianças aprendem?
É preciso ter clareza sobre os propósitos dessas atividades. Nas primeiras, as crianças são convidadas a reconhecer os nomes e a compará-los. Dessa forma, elas podem observar a quantidade de letras nas palavras, a ordem alfabética e refletir sobre a função desse gênero textual, que destaca palavras de um mesmo grupo temático. Nas atividades de escrita, as crianças desenvolvem a grafia e direcionalidade da escrita durante a cópia.


Fonte: Professoras na web.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Atividade psicomotora para crianças aprender a amarrar o sapato

Essa brincadeira é para confeccionar um artesanato prático e bacana de ser feito pela criançada. Trata-se de sapatinhos para serem feitos no papelão com materiais simples. O legal é instigar a meninada a criarem sapatinhos personalizados, aguçando a imaginação e criatividade deles. Confira como fazer e programe-se para criar junto com os pimpolhos!


Materiais

- Piloto
- Cadarços (ou cordões)
- Papelão
- Tesoura
Passo a passo

Para tirar o molde certinho, você pode usar um sapatinho real mesmo. É só apoiá-los sobre o papelão e fazer os contornos com o piloto.

Desenhe os detalhes do sapatinho que você está criando e não esqueça de desenhar os pontinhos que você vai perfurar para passar os cadarços. Essa parte é para os adultos fazerem. É preciso pegar uma tesoura ou uma faca de ponta para poder fazer os furinhos onde você desenhou os pontos.

Por fim é só passar os cadarços pelos furinhos e pronto! Não se esqueça de dar o lacinho no final e se precisar, recortar a parte do papelão que está com os sapatinhos desenhados e decorados.

Usar lápis de cores para pintar e deixar a confecção ainda mais lindinha. Muito bacana, né? As crianças podem curtir muito fazer com você este artesanato simples com papelão. Espero que tenha curtido. É uma boa pedida para fazer neste Dia das Crianças! 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

10 Fatos sobre o Autismo

1. Transtorno do espectro do Autismo
As pessoas com autismo podem ser um pouco autistas ou muito autistas. Assim, é possível encontrar autistas brilhantes e verbal bem como autistas não-verbais com dificuldades cognitivas. Doenças que incluem uma gama tão ampla de sintomas são frequentemente chamadas de transtornos de espectro, daí o termo "transtorno do espectro autista." O sintoma comum mais significativo é a de comunicação social (contato visual, conversa, assumir a perspectiva do outro, etc.)
2. Síndrome de Asperger é uma Forma de Autismo Altamente Funcional
Síndrome de Asperger (SA) é consideradoa parte do espectro autismo. A única diferença significativa entre SA e autismo de alto funcionamento é que as pessoas com SA geralmente desenvolvem a fala na hora certa, enquanto as pessoas com autismo normalmente têm atrasos de fala. As pessoas com SA são geralmente muito brilhantes e verbais, mas têm significativos déficits sociais (que é por isso que, ganhou o apelido de "Geek Syndrome").
3. As pessoas com autismo são diferentes umas das outras.
Se você já viu Rainman ou um programa de TV sobre o autismo, você pode pensar que você pensa que autismo "deve ser assim", na verdade, porém, quando se conhece UM autista, conhece-se somente UM autista, não é possível generalizar. Algumas pessoas com autismo são tagarelas, outros são silenciosos. Muitos têm problemas sensoriais, problemas gastrointestinais, dificuldades de sono e outros problemas médicos. Outros podem ter atrasos na comunicação social e só.
4. Existem dezenas de tratamentos para o autismo - Mas não 'cura'
Até onde a ciência médica está ciente, não existe atualmente nenhuma cura para o autismo.Isso não quer dizer que as pessoas com autismo não melhoram, porque muitos melhoram radicalmente. Mas mesmo quando as pessoas com autismo aumentam suas habilidades, eles ainda são autistas, o que significa que eles pensam e percebem de maneira diferente da maioria das pessoas.Crianças com autismo podem receber vários tipos de tratamentos. Os tratamentos podem ser biomédicos, sensoriais, comportamentais, de desenvolvimento ou mesmo baseados em arte. Dependendo da criança, certos tratamentos serão mais bem sucedidos do que outros.
5. Existem muitas teorias sobre a causa do autismo, mas nenhum consenso
Você pode ter visto ou ouvido notícias sobre possíveis causas do autismo. Teorias variam de mercúrio em vacinas infantis, genética ou idade dos pais, a quase tudo. Atualmente, a maioria dos pesquisadores acreditam que o autismo é causado por uma combinação de fatores genéticos e ambientais - e é bem possível que os sintomas de diferentes pessoas têm diferentes causas.
6. As crianças raramente "superam" Autismo
Autismo é um diagnóstico para toda a vida. Para algumas pessoas, frequentemente (mas nem sempre) os que recebem a intervenção intensiva precoce, os sintomas podem diminuir radicalmente. As pessoas com autismo também pode aprender habilidades para enfrentar e para ajudá-los a gerir as suas dificuldades e até mesmo para aprimorar suas habilidades únicas. Mas uma pessoa com autismo provavelmente será autista ao longo de suas vidas.
7. Famílias que convivem com o autismo Precisam de Ajuda e Suporte
Mesmo Autismo Altamente Funcional é um desafio para os pais. Autismo menos funcional pode ser esmagador para a família inteira. As famílias podem estar sob um grande stress, e eles precisam de toda a ajuda que puderem receber de amigos, de toda a família e de prestadores de serviços. Divisão da responsabilidade (alguém cuidando da pessoa com autismo, enquanto outros membros da família fazem uma pausa) pode preservar o casamento e a família.
8. Não existe "a Melhor Escola" para uma criança com autismo
Você pode ter ouvido de um maravilhosa "escola especial para o autismo", ou lido de uma criança que se dá surpreendentemente bem em um determinado tipo de sala de aula. Embora um dado contexto possa vir a ser perfeito para determinada criança, toda criança com autismo tem necessidades únicas. Mesmo em um mundo ideal, “incluir” uma criança com autismo em uma classe típica não pode ser a melhor escolha. As decisões sobre a educação de autistas são geralmente feitos por uma equipe formada por pais, professores, administradores e terapeutas que conhecem bem a criança.
9. Há muitos mitos infundados sobre o autismo
A mídia está cheia de histórias sobre o autismo, e muitas dessas histórias estão equivocadas. Por exemplo, você pode ter ouvido que as pessoas com autismo são frios e insensíveis, ou que as pessoas com autismo nunca se casam ou mantém empregos produtivos. Uma vez que cada pessoa com autismo é diferente, no entanto, tais generalizações "sempre" e "nunca" simplesmente não são consistentes. Para entender uma pessoa com autismo, é uma boa idéia passar algum tempo de convívio para conhecer ele ou ela - pessoalmente!
10. Pessoas autistas têm muitos pontos fortes e Habilidades
Pode parecer que o autismo é um diagnóstico totalmente negativo. Mas quase todos do espectro do autismo tem bastante a oferecer ao mundo. As pessoas com autismo estão entre as pessoas mais francas, apaixonadas e que não tendem a julgar, que você jamais vai encontrar. Elas também são candidatas ideais para vários tipos de carreiras.
(Crédito para sempre único totalmente inteligente às vezes misterioso)

https://www.facebook.com/Autismo.Asperger.Brasil/posts/364707020290028