quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Diagnóstico: Dislexia. E agora?

Para responder essa pergunta é importante primeiro uma explicação, mesmo que resumida, de como se processa a leitura e a escrita de palavras.

As principais áreas responsáveis pela linguagem localizam-se nohemisfério esquerdo do nosso cérebro: área de Broca e área de Wernicke. A área de Broca é responsável pela parte motora tanto da fala quanto da escrita. Já a área de Wernicke é responsável pela compreensão, pela decodificação.

Para a escrita e a leitura de palavras acontecer existem duas vias: a Via fonológica e a via Lexical. A Via Fonológica é utilizada no início da alfabetização e quando estamos diante de palavras novas.

Conforme vamos nos tornando leitores e escritores mais fluentes utilizamos mais a via Lexical, pois nesta ficam armazenadas palavras que já conhecemos. É como se tivéssemos uma fotografia da palavra e por isso nos tornamos mais eficientes.

Um leitor fluente utiliza as duas vias, a fonológica diante de palavras novas e a lexical diante de palavras conhecidas.



Fonte: www.psicosol.com

O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
Como lidar com o TGD na escola?
Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.
Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.
Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

FONTE:http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml
EXTRAÍDO DO SITE:
http://www.psicodiagnosis.es/areaclinica/trastornossocialesintelectuales/tgdcaracteristicas/index.php

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Atividades com pauzinhos Sushi para crianças

O manuseio dos pauzinhos de Sushi ajuda no fortalecimento dos pequenos músculos dos dedos para escrita.
 pegar objetos pequenos com bolinhas de papel, massinha ou algodão, letrinhas emborrachadas, pedaços de frutas (maça, laranja ou uva)  ou pedaços de pão na hora do lanche
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Como a criança aprende a comer sozinha



É melhor começar o aprendizado na sobremesa ou no lanche e garantir a refeição principal

Diversão para os bebês e apuro para os pais que terão que limpar toda a sujeira , ensinar o pequeno a comer sozinho não é uma tarefa difícil. Antes mesmo de completar um ano de idade, o bebê já é capaz de levar à boca um biscoito, uma fruta, um pedaço de pão e até mesmo alguns objetos. Deixe-o experimentar esse jeitinho selvagem de comer, para que aprenda a reconhecer o gesto.

Conforme a coordenação motora fina, lá por um ano e meio, ofereça uma colher macia e alimentos pastosos ou bem picados para ele comer sozinho. Sim, a bagunça vai ser grande, não vamos enganar você. A comida vai voar para todos os lados.
Mas o exercício com o punho e a mão é fundamental para estimular desde cedo um movimento necessário para mais tarde ele pegar o lápis, por exemplo. Que tal oferecer a comida antes da hora do banho, com o chão forrado. E não se estresse se ele começar a brincar com a comida. Para as crianças pequenas, colocar coisas na boca (ou na mão, na testa, no cabelo...) é lúdico e divertido. Ensine-o sem perder o bom humor.
Apesar da bagunça que resulta, essa é uma importante ETAPA DO DESENVOLVIMENTO MOTOR FINO, antes de ele aprender a usar os talheres. E pode ser uma ótima forma de oferecer comidinhas sólidas saudáveis, já que frutas, legumes e verduras são facílimos de cortar.


Macarrão – Pegar fios de espaguete exige o movimento de pinça, tão importante nessa fase do desenvolvimento.


A colher de cabo torto costuma facilitar o desafio de acertar a pontaria – levar a comida do prato para a boca. Mas fazer certo é o que menos importa nesse momento. Primeiro, a criança vai se familiarizar com a colher, aprender a manipulá-la e entender para que serve. Depois, vai conhecer os alimentos e se lambuzar, o que é normal. Por volta dos 3 anos, estará comendo sozinha

Com garfo
sugere que a criança comece a aprender a comer sozinha na hora da sobremesa e do lanche com alimentos sólidos. Assim, a mãe pode controlar melhor a refeição principal do filho. No início, no lugar da colher, a criança pode usar um garfinho de plástico, de pontas arredondadas. É mais fácil para espetar pedaços de frutas ou um pãozinho cortado.Além disso, a sujeira será menor.
Se você só pode estar com seu filho na hora do almoço ou do jantar, uma boa técnica para iniciar o treino é colocar um pouco da comida num pratinho só para ele, dando-lhe a colher. A quantidade maior fica num outro prato, na sua mão. Entre uma tentativa e outra, você oferece uma das suas colheradas. Aos poucos, aumente a comida no pratinho, até que ele seja capaz de comer tudo sozinho.


Gelatina – Tentando pegar os cubos de gelatina o bebê experimenta sensações como consistência e temperatura.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Atividades de Labirinto na caixinha CD

Para trabalhar movimentos coordenados olho-mão, Atividade Labirinto com materiais necessários: Caixa de CD; Papelão ou barbante; Tesoura; Massa de biscuit e Cola e tinta.
 Outra Dica de Atividade Labirinto
Caixa de CD
 labirintos diferentes e canetinha hidrocor
Tracejados do labirinto na caixinha CD
 
 

Brincando com a criança autista

  • Em todas as brincadeiras, os olhos do adulto deverão estar no mesmo nível do olhar da criança.
  • “Vou pegar você” - brincar de “pegar”, fazer cócegas, abraçar. Repetir várias vezes e parar. Se a criança , de alguma forma, pedir que o adulto repita a brincadeira, o adulto deve repetir.
  • Imitar a ação da criança , usando dois brinquedos iguais (carros, chocalhos, objetos que rolem) . No início, fazer o movimento ao mesmo tempo que a criança, depois em turnos.
  • Soprar bolas de sabão
  • Pião – demonstrar para a criança, repetir, parar, esperar que ela peça por mais. No início, aceitar qualquer tentativa de comunicação.
  • Brinquedos com sons / luzes – deixar a criança explorar, depois brincar com ela, em turnos.
  • Fantoches de animais – o adulto deve fazer uma voz diferente; imitar o som do animal; dizer o nome do animal. O fantoche beija a criança, abraça, se esconde, dá tchau, bate palmas.
  • Músicas - aproveitar o interesse da criança e dançar com ela, segurando suas mãos, pulando, balançando, imitando os movimentos dela ( se a criança mais tarde imitar os seus, ótimo !).
  • Bola – jogar ou rolar para a criança e ensiná-la a jogar/ rolar a bola de volta (talvez sejam necessários dois adultos) . Quando ela souber jogar para outra pessoa, jogar outros brinquedos, como carrinhos.
  • Livro - mostrar figuras , apontando para a figura e para a criança, sucessivamente.
  • Surpresa! – coloque vários objetos/ brinquedos num saco e ao retirá-los, exagere a surpresa. Quando a criança se interessar, ela e o adulto retiram em turnos.
  • Surpresa! 2 - esconda objetos/brinquedos pela casa e procure-os com a criança. Quando encontrá-los, exagere a surpresa.
  • Imitar a criança em brincadeiras menos óbvias ( aqui também são necessários dois objetos ) : falar ao telefone, colocar o boné, colocar um objeto na cabeça, pentear o cabelo, brincar de “comidinha”etc.
  • Brincar com bonecos – dar comida, banho, pentear, colocar para dormir, sentar na cadeira, entrar na casa, sair etc.
 
   
 Fonte: Terapia Ocupacional Infantil

sábado, 25 de janeiro de 2014

Brincadeiras Educativas

Sobre a Iniciação à Matemática e aos Números.

-através das diversas atividades do Jardim, tais como jogos, brinquedos, modelagem, manuseio de pauzinhos,tampinhas, caixas,jogo de bolas etc., a criança vai adquirir conhecimentos matemáticos.

-dar à criança oportunidade para observar tudo que a rodeia, contando, comparando, medindo, etc.

-aproveitar as situações reais, para a iniciação matemática.

-é conveniente ensinar pequenas quadrinhas e canções envolvendo assuntos matemáticos.

-dar conhecimentos numéricos, poderá dar exercícios como contar as rodas do automóvel, da carroça, as pernas da galinha, as patas do cavalo, etc.

-relacionar os números com coisas conhecidas da criança, a fim de auxiliar a formação de idéia geral.

-brincar com pequenos recipientes plásticos com líquidos dentro, ajuda a compreenderem o que vem a ser volume.

-a medida do tempo e do espaço não deve ser esquecida.

Para esses ensinamentos deve ser levada em conta a capacidade da criança.

Fonte:http://sitededicas.uol.com.br/