Mostrando postagens com marcador incentivo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador incentivo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Como a criança aprende a comer sozinha



É melhor começar o aprendizado na sobremesa ou no lanche e garantir a refeição principal

Diversão para os bebês e apuro para os pais que terão que limpar toda a sujeira , ensinar o pequeno a comer sozinho não é uma tarefa difícil. Antes mesmo de completar um ano de idade, o bebê já é capaz de levar à boca um biscoito, uma fruta, um pedaço de pão e até mesmo alguns objetos. Deixe-o experimentar esse jeitinho selvagem de comer, para que aprenda a reconhecer o gesto.

Conforme a coordenação motora fina, lá por um ano e meio, ofereça uma colher macia e alimentos pastosos ou bem picados para ele comer sozinho. Sim, a bagunça vai ser grande, não vamos enganar você. A comida vai voar para todos os lados.
Mas o exercício com o punho e a mão é fundamental para estimular desde cedo um movimento necessário para mais tarde ele pegar o lápis, por exemplo. Que tal oferecer a comida antes da hora do banho, com o chão forrado. E não se estresse se ele começar a brincar com a comida. Para as crianças pequenas, colocar coisas na boca (ou na mão, na testa, no cabelo...) é lúdico e divertido. Ensine-o sem perder o bom humor.
Apesar da bagunça que resulta, essa é uma importante ETAPA DO DESENVOLVIMENTO MOTOR FINO, antes de ele aprender a usar os talheres. E pode ser uma ótima forma de oferecer comidinhas sólidas saudáveis, já que frutas, legumes e verduras são facílimos de cortar.


Macarrão – Pegar fios de espaguete exige o movimento de pinça, tão importante nessa fase do desenvolvimento.


A colher de cabo torto costuma facilitar o desafio de acertar a pontaria – levar a comida do prato para a boca. Mas fazer certo é o que menos importa nesse momento. Primeiro, a criança vai se familiarizar com a colher, aprender a manipulá-la e entender para que serve. Depois, vai conhecer os alimentos e se lambuzar, o que é normal. Por volta dos 3 anos, estará comendo sozinha

Com garfo
sugere que a criança comece a aprender a comer sozinha na hora da sobremesa e do lanche com alimentos sólidos. Assim, a mãe pode controlar melhor a refeição principal do filho. No início, no lugar da colher, a criança pode usar um garfinho de plástico, de pontas arredondadas. É mais fácil para espetar pedaços de frutas ou um pãozinho cortado.Além disso, a sujeira será menor.
Se você só pode estar com seu filho na hora do almoço ou do jantar, uma boa técnica para iniciar o treino é colocar um pouco da comida num pratinho só para ele, dando-lhe a colher. A quantidade maior fica num outro prato, na sua mão. Entre uma tentativa e outra, você oferece uma das suas colheradas. Aos poucos, aumente a comida no pratinho, até que ele seja capaz de comer tudo sozinho.


Gelatina – Tentando pegar os cubos de gelatina o bebê experimenta sensações como consistência e temperatura.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Brincando com a criança autista

  • Em todas as brincadeiras, os olhos do adulto deverão estar no mesmo nível do olhar da criança.
  • “Vou pegar você” - brincar de “pegar”, fazer cócegas, abraçar. Repetir várias vezes e parar. Se a criança , de alguma forma, pedir que o adulto repita a brincadeira, o adulto deve repetir.
  • Imitar a ação da criança , usando dois brinquedos iguais (carros, chocalhos, objetos que rolem) . No início, fazer o movimento ao mesmo tempo que a criança, depois em turnos.
  • Soprar bolas de sabão
  • Pião – demonstrar para a criança, repetir, parar, esperar que ela peça por mais. No início, aceitar qualquer tentativa de comunicação.
  • Brinquedos com sons / luzes – deixar a criança explorar, depois brincar com ela, em turnos.
  • Fantoches de animais – o adulto deve fazer uma voz diferente; imitar o som do animal; dizer o nome do animal. O fantoche beija a criança, abraça, se esconde, dá tchau, bate palmas.
  • Músicas - aproveitar o interesse da criança e dançar com ela, segurando suas mãos, pulando, balançando, imitando os movimentos dela ( se a criança mais tarde imitar os seus, ótimo !).
  • Bola – jogar ou rolar para a criança e ensiná-la a jogar/ rolar a bola de volta (talvez sejam necessários dois adultos) . Quando ela souber jogar para outra pessoa, jogar outros brinquedos, como carrinhos.
  • Livro - mostrar figuras , apontando para a figura e para a criança, sucessivamente.
  • Surpresa! – coloque vários objetos/ brinquedos num saco e ao retirá-los, exagere a surpresa. Quando a criança se interessar, ela e o adulto retiram em turnos.
  • Surpresa! 2 - esconda objetos/brinquedos pela casa e procure-os com a criança. Quando encontrá-los, exagere a surpresa.
  • Imitar a criança em brincadeiras menos óbvias ( aqui também são necessários dois objetos ) : falar ao telefone, colocar o boné, colocar um objeto na cabeça, pentear o cabelo, brincar de “comidinha”etc.
  • Brincar com bonecos – dar comida, banho, pentear, colocar para dormir, sentar na cadeira, entrar na casa, sair etc.
 
   
 Fonte: Terapia Ocupacional Infantil

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

AUTONOMIA


Dar autonomia ao filho também faz parte da educação.

Pais protegem os filhos por instinto.

Quando têm em casa uma criança especial, o risco de exagerar na dose é ainda maior. Por desconhecimento da deficiência ou por medo de rejeição, acabam impedindo o filho de realizar diversas atividades que ele seria perfeitamente capaz de executar sozinho.

Com a melhor das intenções – deixar a criança em segurança –, os pais acabam caindo em uma armadilha. O cuidado exacerbado atrasa e outras vezes até talha a possibilidade do desenvolvimento físico e emocional da criança. Ela pode até criar uma independência desnecessária, porque não vive a vida real.

Ter deficiência não significa ser incapaz. Cada um tem suas potencialidades. Cabe aos responsáveis reconhecê-las e trabalhá-las.

O melhor caminho para evitar a superproteção que isola a criança especial é a informação: saber das necessidades da criança e ajudar a superá-las, acreditando na sua capacidade.

Ser autônomo significa saber cuidar de si.Ou seja,capaz de se virar sozinho com suas potencialidades.

O importante é ter este objetivo desde que a criança é pequena, e ir preparando-a, dando-lhe os instrumentos para que se torne independente. E o primeiro passo é acreditar que a autonomia é possível e necessária, principalmente para a auto-estima de seu filho.


Não se esqueça! Educar é também dar condição de AUTONOMIA.

Fonte:revista crescer

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A ROTINA E A VIDA DA CRIANÇA


A rotina na vida da criança e quais os benefícios que ela proporciona para a formação dos pequenos.
1- Uma casa onde as crianças acordam na hora do almoço e, correndo, porque estão atrasadas para escola, com certeza, irão acordar, de verdade, em sala de aula. É obvio que a fome vai aparecer durante a aula, o que acabará por comprometer o rendimento escolar.
2- Não saber onde estão os calçados, ou mesmo o uniforme, com certeza não é uma boa referência de organização, e um bom exemplo, para a criança.
3- Assistir televisão na hora do jantar é um péssimo hábito. A criança não presta atenção no que come e na quantidade de alimento que está ingerindo, e, além disso, a família perde a preciosa oportunidade de conversar e interagir.
4- Tropeçar nos brinquedos que ficam no meio da sala, além de perigoso não é um estímulo positivo. A criança precisa aprender que cada coisa deve ter o seu lugar, e, se desde pequeno, cuidar das suas próprias, será mais independente e organizado.

Assim sendo, a criança deve ter hora estabelecida para dormir e acordar. Dessa forma ela estará bem desperta e disposta para concentrar-se na escola. O processo de aprendizagem é facilitado pela condição de atenção em que a criança está. Dormir muito tarde, além de não ser bom para saúde, acarreta em prejuízo para as atividades do dia seguinte.

No caso de crianças ainda muito pequenas, horários controlados e rotineiros evitarão que ela fique com sono e mal humorada, propiciando que ela esteja disposta e atenta aos estímulos.

Horários para refeições, com pequenas variações, são necessários para organização do dia, e principalmente para saúde das crianças. Acordar próximo da hora do almoço e comer pão, tomar leite ou cereais irá retardar o horário do almoço, lanche da tarde e jantar.

A saúde está ligada a uma alimentação equilibrada, que deve ser bem pensada, elaborada e que necessita de um tempo para ser preparada. É necessário o planejamento de compras e de preparo, a fim de que as refeições não sejam comprometidas.

A higiene está ligada à rotina também. Ao acordar, o banho, o escovar os dentes e o trocar de roupa antes do café da manhã, são atividades necessárias, e uma vez estabelecidas, evitará as brigas entre filhos e mães logo cedo. Mais do que limpa, a criança bem cuidada é saudável.

O local e os horários em que a criança deve estudar precisam ser estabelecidos com critério. A mesa e a cadeira proporcional ao tamanho da criança possibilitarão um maior aproveitamento. Evitar barulhos paralelos oferecerá uma melhor capacidade de concentração, portanto, aumentará as chances de um resultado mais satisfatório na aprendizagem.

A rotina sob este aspecto, na vida da criança, é boa e saudável. Cada família deve usar o bom senso para estabelecer a sua, considerando as necessidades da criança, e o beneficio que tal atitude irá promover. 
 

Aquisição da Escrita



O processo de alfabetização, o período de aquisição da escrita, passa por quatro diferentes fases, sendo elas: pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e alfabética.

Ao passar por cada uma dessas fases, a criança vai construindo a sua escrita de forma a perceber que a palavra é composta por várias letras, diferentes símbolos, e que se fragmentadas em pedaços não tem significado. Na verdade, trabalha-se com a palavra como um todo e não mais com partes (sílabas) que se agrupam para formá-las.

Exercícios de cobrir linhas pontilhadas servem para desenvolver a coordenação motora fina, mas esta pode ser trabalhada de outras formas como: massinha; colagens feitas com objetos pequenos, como macarrões de sopinha, grãos, miçangas,além de punção e alinhavos, e vários outros.

o processo de desenvolvimento da escrita depende do parte cognitiva e motora. É preciso que a criança compreenda a formação da palavra, identifique os diferentes sons relacionados aos diversos códigos, estabeleça em seu pensamento essas construções. 


Este aprendizado exige das crianças um grande domínio motor. Para escrever em cursiva é necessário que a criança realize atividades que antecedam a escrita, atividades estas relacionadas à psicomotricidade.Atividades lúdicas e muito divertidas!

Uma destas atividades é o uso de massinha de modelar. Primeiramente trabalhamos a musculatura das mãos com movimentos específicos para, mais tarde, escrevermos nossos nomes utilizando a massinha.

Com a aula Educação Física pode desenvolver a motricidade com atividades muito divertidas!


A letra de fôrma é mais fácil de aprender pois está inserida nos livros, logotipos, cartazes, rótulos, etc. Faz parte do contexto da criança muito mais do que a letra cursiva. A escrita cursiva é parte integrante de nossa cultura; porém, é muito mais simples usar a letra de fôrma devido à facilidade de seu traçado.

Esta escolha está relacionada ao processo de construção das hipóteses da escrita. Durante a alfabetização inicial, os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras. As letras de fôrma maiúsculas são as ideais para essa tarefa, já que são caracteres isolados e com traçado simples - diferentemente das cursivas, emendadas umas às outras. O aprendizado das chamadas letras de mão deve ser trabalhado com crianças alfabéticas, que já têm a lógica do sistema de escrita organizada. Antes de estarem alfabetizadas, elas entram em contato naturalmente com as letras cursivas.


A mão pode ser dividido em dois lados

As habilidades motoras grossas e controle postural são um pré-requisito importante para as atividades motoras finas, como escrever e cortar!
 A mão pode ser dividido em dois lados  
1-O lado dedo mínimo e o anular é de( Estabilidade) 
2-O polegar, indicador e o dedo médio realizam os movimentos de manipulação.(Mobilidade)
 É importante ser capaz de separar os dois lados da mão quando se trata de habilidades motoras finas. Como você pode ver na foto, estou estabilizando duas moedas usando meu dedo mínimo e anular, mas eu ainda sou capaz de segurar e manipular com o polegar, indicador e dedo médio
um ótimo exercício para trabalhar na separação mão! Exemplo: colocar moedas em um cofrinho.