segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
TDA OU TDAH EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
O que é?
A sigla TDA
significa transtorno do déficit de atenção. Trata-se de um funcionamento mental
caracterizado pela seguinte tríade de sintomas: desatenção, impulsividade e
hiperatividade ou excesso de energia.
Qual a população atingida?
O TDAH está
presente entre 3 e 7% da população infantil em fase escolar. Ele ocorre
independentemente de etnia, níveis de escolaridade, graus de inteligência e
condições socioeconômicas. No que tange ao gênero, estudos recentes sugerem que
a proporção de meninos para meninas seja de 3:1.
Entre as
meninas predominam os sintomas de desatenção. Já entre meninos, predominam os
sintomas de hiperatividade/impulsividade. A consequência desta diferença é que
o TDA é mais facilmente percebido em crianças do sexo masculino, já que sua
intensa agitação atrai mais atenção. No sexo feminino, o problema pode passar
despercebido, causando atrasos no diagnóstico ou até mesmo que nunca seja
feito. Além disso, não se sabe ainda ao certo se o TDA é realmente mais
frequente em meninos ou se é subdiagnosticado em meninas.
Durante a
adolescência, algumas características do TDA podem ser exacerbadas, como a
impulsividade, que, aliada aos conflitos próprios da idade, podem gerar
rompantes de agressividade. A crescente dificuldade das tarefas escolares é
agravada pela tendência à desorganização e à distração, em um momento em que os
pais já não fazem tudo para o filho "crescidinho".
Sinais de alerta para o TDA em crianças e adolescentes
☞Com frequência deixa de prestar atenção
a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares e outras;
☞Com frequência tem dificuldade em manter
a atenção em tarefas e atividades lúdicas;
☞Com frequência parece não escutar quando
lhe dirigem a palavra;
☞Com frequência não segue instruções e
não termina tarefas;
☞Com frequência tem dificuldade para
organizar tarefas e atividades;
☞Com frequência perde coisas necessárias
para tarefas ou atividade (brinquedos, lápis etc.);
☞É facilmente distraído por estímulos
alheios à tarefa;
☞Com frequência apresenta esquecimento em
atividades diárias;
☞Com frequência agita mãos e pés ou se
remexe na cadeira;
☞Com frequência abandona sua carteira em
sala de aula ou em outras situações em que se espera que permaneça sentada;
☞Frequentemente corre ou escala em
demasia, mesmo quando é inapropriado ao local ou situação;
☞Está frequentemente "a mil" ou
"a todo vapor";
☞Com frequência fala em demasia;
☞Com frequência responde precipitadamente
antes de uma pergunta ter sido completada;
☞Com frequência tem dificuldade para
aguardar sua vez;
☞Frequentemente interrompe ou se mete em
assuntos dos outros.
O que causa o TDA?
O que causa o TDA?
O TDA é causado por um mau
funcionamento da neuroquímica cerebral. Estudos confirmam que há uma alteração
metabólica principalmente nas regiões pré-frontal e pré-motora do cérebro. Como
a região frontal é a principal reguladora do comportamento humano, falhas no
funcionamento bioquímico desta região levariam às alterações encontradas no TDA
(desatenção, impulsividade e inquietação). Outro aspecto é o forte componente
hereditário do TDA. É comum a ocorrência de TDA em várias pessoas de uma mesma
família (pais, tios, avós, irmãos).
Fonte: Mentes Inquietas: TDAH -
desatenção, hiperatividade e impulsividade
Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva.
Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Paralisia Cerebral
Paralisia cerebral é
uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocada muitas vezes pela
falta de oxigenação das células cerebrais. Acontece durante a gestação,
no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de
amadurecimento do cérebro da criança.
É importante saber que o portador
possui inteligência normal (a ser que a lesão tenha afetado áreas do
cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória). Mas se a visão ou a
audição forem prejudicadas, a pessoa poderá ter dificuldades para
entender as informações como são transmitidas; se os músculos da fala
forem atingidos, haverá dificuldade para comunicar seus pensamentos ou
necessidades.
Quando tais fatos são observados,
o portador de paralisia cerebral pode ser erroneamente classificado
como deficiente mental ou não-inteligente.
Deixo um vídeo com uma história linda, exemplo de amor e superação!!!
Fonte: Psicopedagogia Online
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Distúrbios e transtornos que acometem a linguagem, a escrita e a leitura
Você sabe o que é TRANSTORNO?
Tem o mesmo
significado que a palavra contrariedade. É como se alguma substância do
nosso
cérebro responsável pelo SNC Sistema nervoso central funcionasse
diferente. O
sujeito que nasce com ele não pode ser curado, o terá a vida inteira.
Afetam a
habilidade da pessoa falar, ler, escrever, escutar, soletrar, pensar,
recordar,
organizar informações ou aprender matemática. Porém existi tratamento
para oferecer uma melhor qualidade de vida para quem o tem. O tratamento
com equipe multidisciplinar oferece excelentes resultados e faz com que
a pessoa aprenda e consiga obter sucesso profissional.
Você sabe o que e um Distúrbio?
É um grupo de
diferentes alterações manifestas por dificuldades significativas na aquisição e
uso da audição, fala, leitura e escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas.
Estas alterações são intrínsecas, já nascem com o sujeito e também ocorre por disfunção do SNC.
Se pararmos
para analisarmos, transtornos e distúrbios, são termos muito parecidos. O que
difere um do outro é que no distúrbio fatores externos podem comprometer a
aprendizagem fazendo com que apareça a chamada dificuldades de aprendizagem. Sendo
esses fatores, alterações sensorial, retardo mental, distúrbio social ou
emocional ou até mesmo influências ambientais, diferenças culturais, instrução
inadequada, fatores psicogênicos.
Fatores que influenciam no processo de aprendizagem:
✏
Fatores emocionais;
✏
Fatores orgânicos;
✏
Fatores específicos;
✏
Fatores ambientais.
Principais distúrbios / transtornos que acometem a linguagem, a escrita
e a leitura:
☞
Dislalia;
☞
Dislexia;
☞
Disortografia;
☞
Disgrafia
☞
TDAH (Nem sempre acometem a linguagem, a escrita e a leitura somente quando
ocorre a dificuldade de aprendizagem).
Dislalia:
É o transtorno
da linguagem mas comum em crianças e o mas fácil de identificar. Podendo
interferir no aprendizado da escrita tal como ocorre na fala, já que a criança
escreve o que ouve.
Sua origem
pode ser orgânica ou emocional. Como por exemplo a chegada de um irmãozinho.
A criança
dislálica troca a letra, aumenta ou omiti as sílabas.
Conhecida também como a síndrome do cebolinha,
pois as crianças tende a troca o r
pelo l. Ex.: Prato → Plato
Dislexia:
É um
transtorno / distúrbio que afeta a leitura e a escrita. Ocorre quando o sujeito apresenta uma
dificuldade em entender as diferentes formas da linguagem, de leitura, de
escrita e até mesmo de soletração. O cérebro processa as informações de uma
forma mais lenta. Sua região cerebral responsável pela análise de palavras
permanece inativa, as informações recebidas pelo cérebro vão ser armazenadas em
outro local. Fazendo com que o sujeito reconheça apenas os fonemas e não as
sílabas dificultando assim o processo de leitura, logo acometerá a escrita.
É classificada
em dislexia do desenvolvimento e adquirida, a do desenvolvimento nasce com ela
e adquirida ocorre após um acidente, quando há uma lesão em uma parte do
cérebro.
Características:
✅ Dificuldade em compreender o que
lê, mas entende qdo outra pessoa ler;
✅ Dificuldade na escrita e
ortografia;
✅ Lentidão na leitura;
✅ Falta de memorização das
palavras;
✅ Dificuldade em soletrar, nomear
objetos ou pessoas;
✅ Pula a linha ou volta para
anterior quando lê;
✅ Acompanha com o dedo a leitura;
✅ Desordem entre os lados direito
e esquerdo;
✅Grande dificuldades para aprender
a segunda língua.
Diagnóstico e Tratamento:
O diagnóstico
é feito por uma equipe multidisciplinar: neurologista, psicólogo, fonoaudiólogo
e psicopedagogo. E o tratamento envolve essa mesma equipe.
Disortografia:
Pessoas que
confundem letras, sílabas de palavras e trocas ortográficas já conhecidas e
trabalhada pelo professor. Afetam a linguagem, a leitura e a escrita.
Características:
→ Troca de letras que se parecem sonoramente:
faca/ vaca; chinelo/jinelo; porta/borta;
→ Confusões de sílabas: entraram /
entrarão
→ Adições: Ventitilador
→ Omissões: cadeira / cadera; prato/pato.
→ Fragmentações: ensaiar/ en saiar;
anoitecer / a noitecer
→ Inversões: pipoca / picoca
→ Junções: no dia seguinte / no diaseguinte
Disgrafia;
É chamada
letra feia. Isso acontece devido a uma incapacidade de recordar a grafia da
letra. E ao tentar recordar esse grafismo escreve muito lentamente e acaba
unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível. Podendo fazer com
que algumas crianças possuas também a disortografia e amontoe as letras para
esconder os erros ortográficos.
Não esta
comprometida a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
Características:
✴ Lentidão na escrita;
✴ Letra ilegível;
✴ Escrita desorganizada;
✴ Traços irregulares: ou muito
fortes ou muito leves;
✴ Desorganização geral na folha
por não possuir orientação espacial;
✴ Desorganização do texto, pois
não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando;
✴ Desorganização das letras,
letras retocadas, hastes mal feita, atrofiadas, omissão de letras, palavras,
números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um s ao invés de
5 por exemplo).
✴ Desorganização das formas, muito
grande ou muito pequeno, escrita alongada ou comprida;
✴ O espaço que dá entre as linhas,
palavras e letras são irregulares;
✴ Liga as letras de forma
inadequada e com espaçamento irregular.
TDA / TDAH:
É um
transtorno comportamental e tem como origem a herança genética podendo herdar
de pais, tios, avós, irmãos. Ocorre devido a diminuição de 2
neurotransmissores, a dopamina e a noradrenalina que são responsáveis nos
sistemas atencionais anterior e posterior, localizado no córtex pré-frontal do
cérebro, região nobre responsável pelo controle de atenção.
Causas:
✦ Complicações durante a gravidez
ou parto que resultem sofrimento ao cérebro do bebê;
✦ Bebidas alcoólicas;
✦ Drogas ilícitas;
✦ Falta de oxigenação no cérebro;
Sintomas:
❀ Falta de atenção;
❀ Impulsividade;
❀ Deixar tarefas pela metade /
inacabadas;
❀ Balançar mãos e pés;
❀ Não parar quieto na cadeira;
❀ Responder antes de terminarem de
fazer a pergunta...
Dicas:
❂ Fazer uso de agenda;
❂ Sentar perto da professora;
❂ Longe de janelas e ruídos;
❂ Ser objetivo e prático quando
falar com o sujeito;
❂ Estudar em silêncio longe de
ruídos, rádio, TV;
❂ Ter horário para tudo.
Medicação:
Os
psicoestimulantes (metilfenidato) são medicamentos utilizados no tratamento e agem
aumentando as substâncias que estão baixa, com isso facilita o controle de
atenção e impulsividade. Só pode ser receitado por médicos geralmente
neurologistas.
Diagnóstico e Tratamento:
O diagnóstico
é feito pelo neurologista e psicólogo comportamental. Através de teste
aplicados durante a sessão. O tratamento é feito por uma equipe
multidisciplinar: neurologistas, psicólogos comportamentais, psicopedagogos e
fonoaudiólogos.
Fonte: Psicopedagogia online
O QUE É INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA?
É a ação entre pessoas, uma mediação entre dois ou mais sujeitos que se
estimulam reciprocamente, por força da interação a que estão submetidos.
O trabalho psicopedagógico é sempre da ordem da intervenção. Não é um
ato solitário, mas solidário entre dois sistemas. Pressupõe um
profissional que estrutura um sistema de ajuda para um sujeito ou um
grupo que se configura como um sistema cliente. A intervenção
psicopedagógica não nasce do desejo do psicopedagogo, mas da demanda do
sistema cliente, quando este adquire consciência de uma necessidade
relacionada com seu processo de ensino X aprendizagem e configura uma
"queixa" que origina uma atuação.
Sendo assim, a intervenção psicopedagógica é um movimento orientado para
a conquista do equilíbrio do sistema cliente, que acontece num
determinado espaço(institucional ou clínico).
A natureza da atuação psicopedagógica é definida no Código de Ética,
elaborado pela ABPp- Associação Brasileira de Psicopedagogia. (ANEXO).
A intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do processo de
aprendizagem humano, o qual jamais está dissociado de processos de
ensino. Partindo deste ponto de vista, ela se reveste de crucial
importância em nossos dias na medida em que se dirige para o
desenvolvimento de processos de aprendizagem, assim como se ocupa do
atendimento às pessoas que porventura tenham dificuldades nesta área.
O sentido de toda e qualquer intervenção precisa ser definido
previamente pelo psicopedagogo: o que ele pretende ? qual é sua intenção
com este ou aquele tipo de trabalho? De maneira geral,o trabalho
psicopedagógico está sempre comprometido com a mudança, seja de
comportamentos, atitudes, hábitos ou sentimentos. Desta maneira, seu
objetivo é promover espaços para que a mudança ocorra e possa ser
percebida pelo sujeito e ou o grupo.
Encarado como um terapeuta da aprendizagem, o psicopedagogo é aquele que
cuida, que se desvela em direção ao outro procurando aliviar-lhe os
sofrimentos resultantes de um processo de "não aprendizagem". É aquele
que cuida, não o que cura. Ele está lá apenas para por o sujeito nas
melhores condições possíveis, a fim de que este atue e venha a se curar.
É também aquele que honra, e que, portanto, é responsável por uma ética
subjacente à sua atividade.
A psicopedagogia é uma forma de terapia e, como tal, nossa atitude deve
ser de respeito pelas vivências do outro, de disponibilidade perante
seus sofrimentos, de olhar e de escutar além das aparências que nos são
expostas.
Sem esta compreensão, a práxis psicopedagógica carece de sentido e pode
se tornar a repetição de práticas utilizadas por professores, como se
fossem "aulas particulares".
Como aprender é função tanto cognitiva quanto afetiva, a intervenção
psicopedagógica não pode se fixar num aspecto ou no outro, mas transitar
de um lugar objetivo para um subjetivo, articulando inteligência e
desejo, abrindo espaços transicionais, posicionando-se nas intersecções
entre jogo e trabalho, de forma a cumprir seu objetivo maior, qual seja o
resgate do prazer e da criatividade.
O sentido da intervenção é seu norte, ou seja, o objetivo para o qual
ela se dirige. Precisa ser definido, pois é fundamental para o êxito do
trabalho. Entretanto, isso não significa que seja imutável. Muitas
vezes, o profissional necessita mudar o sentido que está imprimindo à
intervenção, em função de novas hipóteses de trabalho que se apresentam
no decorrer das atividades, em função da reação obtida com a direção
escolhida. Se o psicopedagogo não é capaz de mudar, está inapto para a
tarefa psicopedagógica, pois esta é, essencialmente, dirigida para a
promoção de mudanças. A mudança é componente inevitável da vida, está
presente em todos os reinos da natureza. Abrir espaços de mudança,
promovendo a autonomia do sujeito em relação ao seu próprio processo de
aprendizagem, desenvolvendo a meta-cognição, é a essência do trabalho
psicopedagógico.
A práxis psicopedagógica é fruto da articulação teoria/prática e uma
construção pessoal que faz parte da formação profissional desta
categoria. Geralmente inicia-se com o período de estágio supervisionado,
que deve acontecer ao final do curso de especialização. Desde as
primeiras atuações do estudante a intervenção deve ser objeto de
discussão com o supervisor, de tal forma que sua definição se torne uma
estratégia que garanta o sucesso do trabalho que será realizado.
A intervenção psicopedagógica tem uma periodicidade própria, nunca
inferior a dois atendimentos por semana, pois caso o cliente falte uma
vez, terá um próximo encontro na mesma semana ou na seguinte.A duração
das sessões varia de 40 a 50 minutos.Fonte: INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA do site da Pp Valéria Tiusso
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Bullying - qual atitude tomar?
Desde pequenos, nem sempre com conotação maldosa,
as crianças tendem a se tratar de acordo com suas características
físicas e comportamentais. Para uma criança pequena, dizer que o
coleguinha é gordinho,
baixinho, birolho, aquela que bate, aquela que morde, ou outras
características, servem apenas como forma de dar referência a um colega a
partir de uma característica que eles perceberam ser peculiar a ele.
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Cabe aos pais e professores, com igual
responsabilidade, substituir as expressões que provocam constrangimento
por outras quando possível, e conversar
com a criança ou até com o grupo sobre determinadas características
quando necessário. Não se deve esperar respeito das crianças umas com as
outras, se as mesmas vivem em ambientes hostis, do tipo que maldizem os
vizinhos e até familiares. A maior parte dos termos chulos que chegam
em forma de ofensa nas salas de aula vieram dos pais, referendando
pessoas com características semelhantes a que as crianças convivem.
Porém,
mesmo com boa educação, não estamos livres de desentendimentos na
escola ou até entre grupos de crianças e adolescentes, pois a ofensa
moral faz parte das armas que o ser humano se utiliza para atacar e
defender seus pontos de vista, mesmo com pessoas que aparentemente
mantém bom relacionamento. Esse comportamento aparece naturalmente com a
fala, e explica inclusive porque crianças pequenas mordem e batem nos
seus colegas como forma de mostrar superioridade, poder e até para
descarregar seus aborrecimentos. Ao adquirirem a linguagem, elas
percebem que a ofensa verbal machuca tanto quanto a física.
Como
pais, professores ou adultos responsáveis por um grupo de jovens ou
crianças, pare agora e reflita: quantas vezes você interferiu em brigas
dos seus filhos ou outras crianças, e dessas vezes quantas eram pequenas
ofensas? Os adultos costumam castigar apenas quando as crianças se
batem, mordem ou empurram, e normalmente aceitam as discussões que
ouvem, mesmo com ofensas e palavrões.
As
marcas de uma agressão física são externas e rapidamente percebidas,
diferente da agressão moral, que nem sempre mostra suas conseqüências
rapidamente. As pessoas que sofrem silenciosamente esse tipo de agressão
são as mais propensas a desencadear as características do bullying,
por isso é muito importante a criança e o adolescente sentirem-se à
vontade e obterem atenção necessária para relatar suas vivências do
dia-a-dia. São através desses relatos que os pais e professores podem
perceber, ajudar e interferir se possível na mudança de comportamento não só do agressor, mas principalmente do agredido, que jamais deve silenciar qualquer ofensa recebida.
Fonte: Vilamulher
QUADRO DE ROTINA
Modelo em branco de quadro de rotina para ajudar as mães a controlar a rotina dos seus filhos.
Fonte: Psicopedagia online
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