terça-feira, 4 de julho de 2017

INCLUSÃO: COMPLETE AS PALAVRAS


 
 COLOQUE AS VOGAIS QUE FALTAM PARA COMPLETAR AS PALAVRAS

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ATIVIDADES CORPO HUMANO ED. INFANTIL


PROJETO CORPO HUMANO

OBJETIVO GERAL: Desenvolver as diferentes funções do corpo humano estimulando através de atividades físicas e motoras a atenção, percepção, a linguagem oral e a escrita, a coordenação, a lateralidade, criatividade, etc.

DESENVOLVIMENTO: Trabalhar as partes do corpo humano via músicas, fantoches, oficinas, pecinhas de teatro, confecção de murais, histórias, imitação, exercícios corporais, atividades de motricidade, espelho, brinquedo cantado, atividades oral e escrita, boneco articulado, expressões fisionômicas, jogos de habilidade (percursos, caminhada, pular em um pé só, andar/e ou corrida de velotrol, virar cambalhota, vestir e desvestir a roupa, jogo de advinhações, jogo do morto vivo, estátua, contorno do próprio corpo com giz, produção textual, etc.

CULMINÂNCIA: Ao término do projeto, os alunos juntamente com a professora prepararão uma brincadeira com jogos cooperativos e exporão as atividades feitas durante o projeto.

ATIVIDADES RELACIONADAS AO PROJETO:
• Rodinhas com músicas sobre corpo humano;
• Conversas informais enfatizando o tipo de cor de olhos, cabelos, pele.
• Indagar sobre as partes do corpo (onde fica tal coisa?), etc;
• Utilizar o espelho para a importância da percepção do seu EU.
• Medir o tamanho, peso e tamanho dos pés da turma e expor o resultado na sala.
• Elaborar frases/textos sobre o corpo humano;
• Escolha de um menino/menina para fazer o contorno do corpo em folha de papel Kraft (as crianças ajudarão a enfeitar o coleguinha com olhos, nariz, boca, etc);
•Leitura de histórias;
• Cada criança pode fazer um desenho de si mesma;
• Fazer vários pezinhos para que as crianças “pisem” no caminho feito pela professora com o objetivo de aprimorarem a coordenação motora e o equilíbrio;
• Desenhar o contorno das mãozinhas;
• Historinhas com dedoches (cujo objetivo é melhorar a articulação das mãos e dedos para as atividades com lápis, tesouras, amassar papéis,etc);
• Confecção de gráficos para altura, peso e tamanho dos pés ;
•Confecção de boneco de jornal;

BRINCADEIRAS:

• O macaco mandou;
• Estátua;
• Amarelinha;
• Jogo de futebol, bolinhas de gude;
• Corrida de saco;
• Pique bandeira;
• Pular corda, etc;

MÚSICAS

• “A janelinha abre (movimento com as mãos)”;
• “Mãozinhas para trás esconder”;
• “Cabeça, ombro, joelho e pé” Xuxa;
• “Pedala, pedala, pedalinho”. Bia Bedran, etc;

HISTÓRIAS

• “Pelegrino e Petrônio” de Ziraldo,
• “Eu sou isso” de Vivina de Assis Viana,
• “Ida e volta” de Juarez Machado, etc.

OBS: Durante todo o projeto, as crianças deverão ser levadas a desenvolver a habilidade da leitura e da escrita em todos os momentos, tanto em sala de aula, como fora dela.

























domingo, 2 de julho de 2017

INCLUSÃO: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
Retardo mental, deficiência mental, déficit cognitivo e deficiência intelectual. afinal, que termo eu uso.
Atualmente, utilizamos o termo deficiência intelectual. Este termo surgiu em agosto de 2006 na Convenção Internacional de Direito Humanos das Pessoas com Deficiência (ONU).
A deficiência intelectual não é uma doença ou transtorno psiquiátrico, e sim, o prejuízo das funções cognitivas causadas por fatores que prejudicam o desenvolvimento do cérebro e acomete o indivíduo em grau leve a grave.
De acordo com o MEC são deficientes intelectuais as pessoas com funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, o qual de manifesta antes dos 18 anos, com limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, vida em comunidade, saúde, segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho.
Estudos da ONU e do Banco Mundial indicam que existe um número maior de casos de deficiência intelectual em países onde existe um índice maior de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Temos que ter claro que sempre que o diagnóstico é realizado antes dos 6 anos de idade necessitam ser reavaliados no futuro pois, neste período, as pobres estimulações e mudanças podem mascarar um diagnóstico.
As causas podem ser por transmissão genética (como a Síndrome de Down), de origem metabólica (como a fenilcetonúria), por danos cerebrais (acidentes, tumores) ou por desordem psíquica (autismo).
Nas causas pré-natais podemos citar a desnutrição materna, medicamentos, intoxicações e doenças infectocontagiosas. No período neonatal temos os casos de anóxia e  traumatismos na hora do parto. E no período pós natal pode ser decorrência de acidentes.
As principais características da deficiência intelectual são:
  • Área motora: dificuldades com a motricidade fina e coordenação global;
  • Área cognitiva: aprendizagem de conceitos abstratos, em focar a atenção, na memorização, na resolução de problemas, na generalização e no ritmo de trabalho que é lento;
  • Área da comunicação: dificuldades na linguagem expressiva;
  • Área sócioeducacional: discrepância entre a idade mental e cronológica.
Para trabalhar com alunos com deficiência intelectual devemos focar o nosso trabalho em:
  • Focar a nossa atenção dando prioridade a poucos objetivos de cada vez;
  • Sempre partir de contextos reais;
  • Criar situações de aprendizagens produtivas e significativas onde os alunos podem transferir a aprendizagem da escola para o contexto familiar e o cotidiano (se trabalhar o sistema monetário incentivar a família a aplicar o uso em compras simples supervisionadas pela família);
  • Dividir as tarefas em partes pequenas e ir aumentado as dificuldades gradativamente sempre que o aluno já tiver vencido a etapa anterior;
  • Motivar e elogiar sempre todos os esforços do aluno pois isto aumenta a autoestima e leva o aluno a ter um autoconceito positivo;
  • Se preocupar com um currículo funcional e não só com os conteúdos acadêmicos. Este currículo deve dar ênfase a independência e qualidade de vida;
  • Ensinar o aluno a escrever seu nome, saber ler seu endereço e número de telefone, identificar sinais de trânsito, pontos de ônibus, fazer compras, dar e receber troco, compreender o valor do sistema monetário, a utilizar transporte público e se comunicar e se fazer entender;
  • Basear seu trabalho em diferentes tipos de linguagem como música, artes, expressões corporais, vídeos, teatro, construção de maquetes e todas as ferramentas que possam alavancar o processo de aprendizagem, registrando sempre os progressos do aluno.
  • Na área afetiva, ajude o aluno a se tornar independente e capaz de tomar iniciativas próprias ajudando-o a atingir a autonomia e a tomar a iniciativa. Ele também devem aprender os sentimentos dos outros e expressar os seus mantendo ele motivado mas cumprindo com as suas obrigações a partir do momento em que respeita os limites e regras estabelecidos;
  • Na área social, ajude-o a efetivar a usa interação social através do exercício dos conceitos de cooperação, respeito e solidariedade. Conduto, construa regras e promova atividades compatíveis ao estágio de desenvolvimento dos alunos;
  • Na área perceptomotora, promova atividades que os ajude a coordenar os movimento motores grossos e finos;
  • Na área cognitiva, tenha um ambiente rico em estímulos mas sem uma sobrecarga auditiva e visual.
Fonte:atividadeparaeducacaoespecial.com

Jogos que estimulam o raciocínio


 Jogo da Damas Chinesa

Jogo Resta 1
Para  alunos com deficiência  Intelectual deve-se proporcionar atividades  que estimulem e desenvolvam  a capacidade de abstração, desenvolvendo a memória, atenção, concentração, noções de tempo, espaço e raciocínio lógico. Os jogos são excelentes recursos pedagógicos para desenvolvermos esses aspectos.

sábado, 1 de julho de 2017

ORIENTAÇÕES PARA SE FAZER O PLANO INDIVIDUAL DO ALUNO DO AEE


PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO O Plano de Atendimento Educacional Especializado – AEE, realizado nas Salas de Recursos Multifuncionais, consiste de ações desenvolvidas para atender as necessidades do aluno. A partir de ações específicas é possível possibilitar que o aluno possa ter acesso ao ambiente e a conhecimentos escolares de forma a garantir com autonomia a inserção, a permanência e a participação na escola. Nome do aluno(a): Idade: Horário de aula: Ano de escolaridade: Necessidade Especial (TGD, deficiência, altas habilidades e/ou superdotação): Necessidades apresentadas pelo aluno (Pontuar as necessidades apresentadas pelo aluno, que impedem seu acesso, participação e aprendizagem) 1. Objetivos do plano (os objetivos devem ser de aprendizagem, ou seja, o que o aluno precisa alcançar ao final do atendimento, nos possibilitando avaliar o seu desenvolvimento).  2. Organização do atendimento: Período de atendimento: de (mês) ... a (mês) ... Frequência (número de vezes por semana para atendimento ao aluno): Tempo de atendimento (em horas ou minutos): Composição do atendimento: ( ) individual ( ) coletivo Local:   3. Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno (Propor atividades que possibilitem atingir os objetivos propostos). 4. Seleção de materiais a serem produzidos para atender as necessidades do aluno.   5. Adequações de materiais (listar os materiais que necessitam de adequações para atender às necessidades do aluno (exemplo: engrossadores de lápis, papel com pautas espaçadas e outros). 6. Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais e/ou encaminhamentos para acompanhamento (terapeuta ocupacional para criar uma tesoura adaptada, costureira para fazer uma calça com enchimento para trabalhar com a criança, acompanhamento psicológico, fonoaudiológico, oftalmológico e outros). (Dizer o que se espera destes parceiros) 7. Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno: (o que será trabalhado colaborativamente com estes profissionais _ Professor de sala de aula comum, Professor da Educação Física, Colegas de turma, Diretor escolar, Equipe pedagógica, Outros?) 8. Avaliação dos resultados a. Indicação de formas de registro ( O plano deverá ser avaliado durante toda a sua execução. O registro da avaliação do plano deverá ser feito em um caderno ou ficha de acompanhamento, onde serão descritos pelo professor(a) da SRM o desenvolvimento das atividades, uso de recursos e desempenho dos alunos frente as intervenções do AEE em sala de aula comum e na sala de recursos multifuncionais. b. Resultados obtidos diante dos objetivos propostos no Plano de AEE (No registro, deverão constar os resultados obtidos a partir dos objetivos propostos no Plano de AEE, bem como as mudanças observadas em relação ao aluno no contexto escolar: repercussões das ações do AEE no desempenho escolar do aluno; aspectos que não evidenciaram avanços). c. Reestruturação do Plano Listar os pontos de reestruturação do Plano de AEE, caso os objetivos do Plano não tenham sido atingidos. Pesquisar e implementar outras estratégias, atividades, recursos. Estabelecer novas parcerias. Outros.

O uso da tecnologia no processo de inclusão escolar

Ao longo da história, a tecnologia vem sendo utilizada para facilitar a vida dos homens. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia é a diferença entre o “poder” e o “não poder” realizar ações.
No processo de inclusão de crianças com dificuldades motoras, o terapeuta ocupacional poderá coordenar:
   
·  Adaptações ambientais como: rampas, barras nos corredores, banheiros e sala de aula, tipo de piso, sinalização dos ambientes, iluminação e posicionamento da criança dentro da sala de aula considerando sua possibilidade visual.
·  Adaptação postural da criança na classe com a adequação da sua cadeira de rodas ou carteira escolar e adequações posturais nas atividades das aulas complementares ou de lazer.
·  O processo de ensino-aprendizagem com a confecção ou indicação de recursos como: planos inclinados, antiderrapantes, lápis adaptados, órteses, pautas ampliadas, cadernos quadriculados, letras emborrachadas, textos ampliados, máquina de escrever ou computador.
·  O recurso alternativo para a comunicação oral com a utilização de pranchas de comunicação ou comunicadores e,
·  A independência nas atividades de vida diária e de vida prática com adaptações simples como argolas para auxiliar a abertura da merendeira ou mochila, ou copos e talheres adaptados para o lanche. 

Inclusão Escolar
O sucesso do processo de inclusão está diretamente ligado à possibilidade de reconhecer as diferenças e aceitá-las. Isso não significa ignorá-las, isso não significa colocar crianças com necessidades educacionais especiais na sala de aula regular e esperar que elas aprendam pela proximidade com seus colegas da mesma idade. Respeitar as diferenças é oportunizar os recursos necessários para que a criança aprenda. Muitas vezes esses recursos serão simples como letras soltas ou textos escritos em letras maiúsculas e outras vezes poderá ser o uso de um computador adaptado.
O Brasil tem hoje, segundo o Censo escolar de 2005 (MEC, 2006), 640.317 alunos com necessidades educacionais especiais matriculados nas escolas do país, portanto esse não é um problema que possa ser ignorado.