quinta-feira, 25 de junho de 2015

Como trabalhar o alfabeto ALFABETO

 
Conhecer os nomes das letras é fundamental para os alunos que estão se alfabetizando, pois em alguns casos eles fornecem pistas sobre um dos sons que elas podem representar na escrita. Além disso, os alunos têm de conhecer a forma gráfica das letras e a ordem alfabética.
Essa aprendizagem, porém, pode ocorrer de forma lúdica e divertida por meio de jogos, parlendas e adivinhas.
Você pode:
-Achar as letras do alfabeto junto com os alunos, transformando esse momento de organização do espaço da sala de aula também em um momento de aprendizagem.
-Fazer uma ficha com o alfabeto completo em letra bastão para que os alunos a colem em seu caderno.
-Fazer um marcador de livro ou ficha avulsa com o alfabeto completo para que possam consultá-lo sempre que precisar.
-Organizar atividades de completar as letras do alfabeto, utilizando suportes variados: o alfabeto achado na sala de aula, cobrindo algumas das letras com um pedaço de papel e/ou uma tabela com a seqüência do alfabeto incompleta (produzida no computador ou mimeografada).
-Propor que os alunos analisem quais são as letras que compõem seu nome, os nomes dos colegas e o do professor. A atividade poderá, inicialmente, ser feita de forma coletiva, e, depois, com os alunos reunidos em duplas ou em grupos. Comece escrevendo seu nome na lousa e, junto com a turma, analise quais as letras que o compõem. Mostre quais são essas letras, destacando aquelas que aparecem mais de uma vez. Depois, em duplas, os alunos deverão analisar quais letras fazem parte do próprio nome, utilizando como suporte o crachá.
-Ensinar os alunos a “cantarolar” o alfabeto, de modo que memorizem a seqüência das letras, ainda que não conheçam sua forma gráfica. Esse procedimento vai ajudá-los a reconhecer os nomes das letras, facilitando a aprendizagem.
-Cantar músicas que envolvem o alfabeto também é uma ótima estratégia.

As atividades com o alfabeto devem acontecer apenas enquanto houver alunos que não sabem os nomes das letras. Depois disso, elas perdem a função.

Fonte: diariodaprofaglauce.blogspot

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Atividades Portfólio Berçário


Na capa vocês podem colar uma foto da criança e escrever seu nome.  A borda eu deixei separada em branco para que vocês possam colocar o que mais for necessário como ficha de desenvolvimento, objetivos, procedimentos metodológicos, recursos, fotos dos momentos especiais, etc...  Segue abaixo as atividades que organizei e a capa do Portfólio


Atividades Portfólio Berçário


Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Atividades Portfólio Berçário

Fonte:Blog Ideia Criativa

ROLETA DO ALFABETO

Material: Roleta confeccionada de cartolina e colchete latonado (bailarina). Na roleta deverá ter todas as letras do alfabeto. Papel ofício.
Finalidade: Escrever e desenhar nomes e coisas que iniciam com as letras do alfabeto.
Número de participantes: toda turma ou em grupos.
Regras:
Dobrar um papel ofício 3 vezes, desdobrar e pontilhar nas marcas das dobras.
Dar um "peteleco"no ponteiro da roleta, fazendo-o girar.
Escrever em um dos quadros formados com os pontilhados, a letra que o ponteiro parou na roleta.
Desenhar e escrever nomes e coisas que iniciam com esta letra.
Girar o ponteiro novamente, até completar todos os quadros.


 
Retirado do Blogger da Tia Lú

Atividades adaptadas para alunos com deficiência intelectual

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Atividades a partir de propostas de adaptação e adequação curricular- alunos com deficiência intelectual incluídos na rede comum de Ensino e atividades meio para desenvolvimento de habilidades relacionadas à habilidades escolares
Trabalho principalmente com alunos que apresentam deficiência intelectual e déficit de aprendizagem  e se encontram matriculados na rede comum de ensino em duas situações : uma em atendimentos de sala de recursos e outra em atendimentos de Psicopedagogia  -Educação Especializada.
Mediante as situações oferecidas em sala de aula, para que o conteúdo torne-se mais claro e acessível há a necessidade de alguns ajustes para favorecer a compreensão e apreensão do assunto trazido, favorecendo a formação da imagem mental tão necessária para alunos com deficiência intelectual. Assim o uso da comunicação alternativa torna-se excelente ferramenta para viabilizar este acesso e compreensão das atividades, bem como das preferências e escolhas por determinados temas ou personagens, principalmente quando trabalhamos com alunos que apresentam TEA (Autismo).

Algumas experiências realizadas em intervenções:
-Atividade 1: Proposta do professor  da rede comum-acrescentar a letra “H” nas palavras para ver nova formação
Nesta atividade o aluno atendido ainda apresenta-se em nível de escrita silábico alfabético e se beneficiou deste ajuste na atividade, que seria apenas de escrita à alunos que encontram-se em nível mais avançado. Pela defasagem cognitiva, a mera substituição não faria sentido, nesse caso foi oferecido repertório de imagem visual para compreensão do significado da nova palavra.
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– Atividade 2: Adequação de parlendas
Nesta situação a apresentação da parlenda através da comunicação alternativa favoreceu a compreensão da frase e possibilitou a memorização, aspectos de leitura intuitiva, sequência e ordenação, ampliando sucesso na escrita via memória, requisito exigido na série cursada pelo aluno.
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– Atividade 3: Brincando para resolver operações
Esta atividade torna-se mais interessante com o ajuste de uma brincadeira antiga usada pelas meninas na escola. Modifica a resolução simples das operações, que era complicada para o nível de aprendizagem da aluna, onde a partir do emprego de cores nas operações a atividade se ajusta na busca da respectivas cores, no convite à resolução com apoio concreto da operação e finaliza com a confirmação da resposta da operação  acompanhada da resposta por extenso a completar a cruzadinha, estimulando assim a leitura e ajuste justificado da escrita.
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Atividade 4: Formação de palavras
A proposta pode ser a partir de formação aleatória como no caso do boliche, onde as peças que caem através do lance da bola são registradas para obter a formação da palavra ou o caso de atividade dirigida estimular o cumprimento da tarefa de casa que propõe junção de silabas para tal formação, viabilizando-as através do desfile das “Pollys” , brinquedo de interesse da criança atendida.
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Estratégias diversas :
– Use brinquedo para incentivar a leitura, associação de palavras x objetos e a categorização;
– Use fita crepe, tintas e carrinhos, carimbos e massinha para estimular coordenação viso-motora, aprimorar habilidades de preensão ;
– Geoplano para desenvolver aspectos de percepção, elaboração, espaço, formas e medidas, reprodução de imagens;
-Objetos do interesse e de coleções da criança para categorização, classificação, agrupamento, ordenação, noções de conjunto e quantidade;
– Objetos reais e do cotidiano para desenvolver percepções e compreensão de medidas e suas variações de forma significatica, valorizando os registros através de desenho para depois atribuir significado numérico;
– Encartes de revistas para criar quebra cabeças e possibilitar percepções de posições no espaço;
– Personagens do interesse para que a criança desenhe e construa seu silabário e jogos temáticos favorecendo a alfabetização;
-Pastas com plástico, atividades em sulfite envoltas em papel contact  e canetão de lousa branca para riscar,brincar e apagar para uso com outras situações e crianças.
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Por:  Fabiana Squarizzi Alves- Professora Especialista em Educação Especial , Psicopedagoga em atendimento voltado à assessoria inclusiva,adaptação e flexibilização curricular , Professora do curso de Pedagogia FECGS na disciplina de didática,estratégias e recursos da aprendizagem de alunos com Necessidades Especiais. alvesquarizzi@live.com

Jogo Matemático

Material: Cartolina e pregadores de roupa madeira ou de plástico (coloridos)
Objetivos: Este jogo pode ser usado de forma bem variada, usando todas as operações matemática.
Psicomotricidade (coordenação motora);
Lógica e noção de quantidade;
Cores;
Operações matemática,subtração, divisão e multiplicação;
Sugestão- A operação e os números usados devem ser de acordo com a idade e série da criança.

 

terça-feira, 23 de junho de 2015

SAIBA COMO IDENTIFICAR A HIPERATIVIDADE NOS FILHOS

Os primeiros sinais da hiperatividade aparecem durante a vida escolar das crianças. Saiba identificar essas sinais
Texto: André Bernardo/ Ilustração: Airon/ Adaptação: Letícia Maciel
Você já perdeu a conta de quantas vezes foi chamada no colégio do seu filho. A reclamação dos professores é sempre a mesma: FILHO, 16, não parava quieto um só minuto. Quando não estava puxando assunto com o colega de trás, estava cutucando o da frente. Pior, vivia perdendo o material escolar e interrompendo os colegas para falar. Bagunceiro? Nem tanto. Mal-educado? De modo algum. Meu filho é portador de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) — distúrbio neurobiológico que, segundo cálculos dos especialistas, atinge de 3% a 5% da população entre 6 e 13 anos. Segundo a psicóloga Iane Kestelman, diretora da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), crianças que apresentam problemas no convívio social ou dificuldades no rendimento escolar podem ser submetidas ao diagnóstico de TDAH a partir dos seis anos. Antes disso, ressalta, todas, sem exceção, são desatentas e irrequietas por natureza. Iane ressalta, porém, que a já famosa hiperatividade, ao contrário do que muitos pensam, não é um diagnóstico e, sim, um sintoma. Além dele, podem aparecer, também, outros sinais, como impulsividade e desatenção.
Diagnóstico preciso
Mas não é toda criança agitada, impulsiva ou desatenta que sofre deTDAH. É preciso que tais sintomas ocorram com frequência bem maior do que nos outros colegas. E mais: que tragam prejuízos à sua vida pessoal, escolar e emocional. “O profissional que se dispõe a fazer o diagnóstico de TDAH precisa fazê-lo corretamente. Uma criança pode apresentar um sintoma pontual de hiperatividade e não ser portadora de TDAH. Em alguns casos, ela pode estar enfrentando um conflito familiar ou atravessando uma dificuldade emocional”, salienta Iane.

Herança familiar
Segundo especialistas, a taxa dessa predisposição genética é de 75%. Fatores ambientais, como o consumo de álcool e cigarro durante a gravidez, respondem a pelos outros 25%. O TDAH pode até não ter cura, mas, para alívio dos pais, já tem controle. O tratamento é baseado em sessões de psicoterapia aliadas a doses de metilfenidato. Mais conhecido pelos nomes comerciais de Ritalina (Novartis) e Concerta (Janssen-Cilag) , é o único disponível no Brasil. Só nos últimos oito anos, a venda da substância aumentou impressionantes 1.616%. Parece muito, mas os números do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (IDUM) ainda estão aquém dos divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a agência, o número de caixas vendidas entre 2004 e 2008 cresceu 71%. Para o farmacêutico Antônio Barbosa da Silva, presidente do IDUM, o objetivo é alertar a comunidade médica para a massificação do diagnóstico de TDAH e provocar uma reflexão sobre os riscos da prescrição exagerada. “É um absurdo a pressão que os laboratórios farmacêuticos fazem sobre os médicos por meio dos propagandistas. Além disso, nem todos os usuários do metilfenidato têm TDAH. Dopar uma criança para ela se concentrar nos estudos não é a melhor opção de tratamento. Há outras, muito mais eficazes”, assegura.
Na sala de aula
Na maioria das vezes, o problema se torna mais evidente na escola porque é onde a criança precisa se concentrar. A psicopedagoga Maria Irene Maluf, da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), argumenta que, na maioria das vezes, os professores não se sentem seguros ou habilitados o suficiente para encaminhar os casos suspeitos para avaliação médica, seja por receio de serem mal interpretados ou de parecerem alarmistas. Por outro lado, algumas escolas preferem que os pais tomem essa iniciativa. “É uma pena que seja assim. Sabemos da importância do diagnóstico precoce. Ao receber atendimento médico desde cedo, a criança não desenvolve problemas de autoestima e a sua escolaridade não fica prejudicada”, analisa.


Postado por revistavivasaude.uol.com.br

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Autismo e as Crises.

Autismo e Crises de birra muitas vezes andam de mãos dadas…

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Quase todos os pais de crianças neurotipicas ou autistas são obrigado a lidar com uma birra em algum ponto, mas as birras das crianças autistas são geralmente muito mais grave do que “normais” birras, por isso são chamadas de Colapsos (Meldowns)…
Bem Para se gerenciar os “meltdowns” (Colapsos) efetivamente nessas crianças, é importante entender as causas por trás delas. Embora cada criança é diferente, as mesmas questões básicas desencadea na maioria das crianças com autismo.

Fazer a ligação entre birras e Autismo(diferencie)
As crianças muitas vezes têm acessos de raiva quando eles se tornam excessivamente cansado, irritado ou chateado. Nestes o acessos de raiva são geralmente ligeiros e cessa quando a criança percebe que o pai não está prestando atenção.
Já em crianças autistas, acessos de raiva podem aumentar e tornar-se violentos. Crianças com autismo podem não compreender ou lembrar porque eles estão chateados, e os “colapsos” não aliviam ou param quando ignorado. Estas crianças experimentam uma maior perda de controle do que as outras crianças.

A interrupção da rotina
Mesmo uma pequenas mudanças na rotina podem desencadear crises e colapsos em crianças autistas. Rotinas e horários permitem que eles possam se sentir seguro e no controle de seu ambiente. Sabendo que a hora do lanche sempre segue uma soneca, ou que a terapia ocorre todas as tardes antes do jantar, reduz a ansiedade e proporciona conforto. Quando as nomeações, de fora da cidade, convidados, ou uma viagem surpresa ao ver Mickey Mouse ou há alterações da  programação diária, as crianças com autismo podem tornar-se extremamente confuso e irritado. os colapsos resultantes podem ser violento e prolongado.
Superestimulação e sobrecarga sensorial
Muitas crianças com autismo ficam mais estimulado por barulho ou atividade no meio ambiente . As crianças autistas são mais propensas do que outras crianças estão a sofrer de distúrbios de integração sensorial que aumentam a sua sensibilidade à luz, barulho, ou certas texturas. Estímulos ambientais, tais como marcas de roupas, luzes que piscam de televisão, salas superaquecidas, tapete áspero, ou cães latindo tudo pode causar um colapso.

Dificuldades: Frustração e Comunicação
As crianças autistas têm dificuldade para compreender as direções, e em expressar seus pensamentos e sentimentos, e a formação de conexões entre as palavras e seus significados.
Devido à sua incapacidade de se comunicar, essas crianças são facilmente frustrados e mais propensa a colapsos e fúrias.
Questionar o seu filho para determinar a fonte de sua frustração é geralmente uma má idéia, enquanto ele está nos passando por um colapso. Você provavelmente aumentarão sua frustração e fazer com que o colapso se intensifique ainda mais…
Manejo dos colapsos, em crianças autistas
Como as crianças autistas têm acessos de raiva por razões diferentes das outras crianças, e porque eles são incapazes de se expressar claramente, o gerenciamento de seus colapsos pode ser difícil. As crianças autistas raramente ira usar de ataques de manipular os adultos ou provocar uma resposta emocional das pessoas, o que torna a punição uma estratégia ineficaz.
Prevenção dos colapsos é muito importante, Pois tentar pará-los, uma vez que começar é quase impossível.
Colapsos autistas podem piorar rapidamente de violentos a raivas perigosas. Felizmente, você pode gerenciar crises os colapsos no autismo.

Atenha-se um rigoroso calendário
Uma das maneiras mais fáceis para garantir sua casa permanece livre colapso é criar uma rotina. Antes de começar, você deve passar alguns dias observando relógio natural do seu filho e preferências. Se o seu filho acorda ao mesmo tempo todas as manhãs, ou torna-se cansado, ao mesmo tempo todas as noites, escreve que as informações abaixo e usá-lo como base para o resto da sua programação. Depois de ter estabelecido uma rotina em sua casa, seu filho autista provavelmente vai se sentir mais confortável e segura, e os acessos de raiva deve se tornar cada vez menos frequente.

Reduzir a Estimulação ambiental
Se o seu filho reage negativamente a ruídos altos, luzes brilhantes, ou temperaturas quentes, considere fazer algumas mudanças no ambiente para reduzir esses gatilhos. Crie um espaço calmo em sua casa  para o seu filho ir quando ele se sente mais estimulado ou frustrado, e fazer um esforço para reduzir o nível de atividade geral dentro de sua casa durante as horas que o seu filho está em casa e acordado. Sem máquinas de ruído, música calmante, ou o som de aquarios de peixes suaviza algumas crianças autistas. Pode levar algum tempo para determinar o que funciona melhor para seu filho específico, por isso não desanime se suas primeiras tentativas falham.

Redirecionamento e Distração
Quando você sentir um colapso é iminente, pode ser possível redirecionar a atenção da criança para evitar uma crise e colapso nervoso. Distraia seu filho, desviando sua atenção para uma atividade calmante, ou introduzir um objeto de conforto para acalmá-lo. Se o seu filho quer ser deixado sozinho, fazer o que ele quer e sair da sala. Fique dentro do alcance de audição, no entanto, no caso de ele precisa de você ou perde o controle e se coloca em perigo. Muitas vezes, uma mudança de ambiente é suficiente para prevenir uma crise ocorra.

Mantendo o seu filho autista na segurança
A segurança deve ser sua principal preocupação na gestão de colapso no autismo. As crianças autistas podem perder o controle emocional e físico rapidamente, o que pode levar a mobília quebrada em pedaços. Se você acredita que o colapso tem aumentado a este ponto, é importante  mover o seu filho para um local mais seguro e remover quaisquer perigos no ambiente imediato. Se o seu filho autista se torna uma ameaça para si mesmo ou aos outros, buscar ajuda de fora.
Desenvolver um plano de emergência de segurança com o médico do seu filho ou terapeuta, e colocar esse plano em ação antes que a criança se machuca. Consultar o médico do seu filho se as crises parecem estar a piorar em freqüência ou intensidade, como uma série de condições médicas podem causar crises em crianças autistas, inclusive enxaquecas, distúrbios convulsivos, e infecções de ouvido.Com algum tempo o esforço, é possível compreender e controlar os colapsos do seu filho.

Por Sandra Ketcham