domingo, 27 de julho de 2014

A CRIANÇA DE 4 ANOS


Ao iniciar sua vida escolar, a criança passa a construir conhecimentos sobre procedimentos e atitudes relacionados ao dia-a-dia na escola. Mesmo na Educação Infantil, ela pode – e deve – aprender a participar de trabalhos em grupos, respeitarem a opinião dos colegas, organizarem seu material, trabalhar com tempo predeterminado etc. assim, ela estará aprendendo a atuar como estudante.
Crianças na faixa etária de 4 anos, começam a desenvolver os aspectos básicos de responsabilidade e de independência, preparando a criança para o próximo estágio da infância e os anos iniciais de escola. As crianças desta faixa etária são altamente ativas em geral, constantemente explorando o mundo à sua volta. As crianças passam também a aprender que na sociedade existem coisas que eles podem ou não fazer.
Nesta faixa etária, a criança já compreende melhor o mundo à sua volta , tornando-se gradualmente menos egocêntrica e melhor compreendendo que suas ações podem afetar as pessoas à sua volta. Também passam a compreender que outras pessoas também possuem seus próprios sentimentos. Assim sendo, as crianças gradualmente aprendem sobre a existência de padrões de comportamentos, ações que podem ou devem ser feitas, e ações que não devem ser feitas. Os pais da criança são os principais modelos da criança nesta faixa etária. Geralmente determinam se uma dada ação da criança foi boa ou má, muitas vezes recompensando a criança pelas suas boas ações e castigando a criança pelas suas más ações.
O desenvolvimento de uma criança não ocorre de forma linear. As mudanças ocorrem de forma gradual e estão relacionadas a fatores biológicos como também proporcionadas pelos ambientes familiar e escolar – fatores externos.
Durante a sua trajetória de vida, a criança experimenta avanços e retrocessos, vivenciados no seu desenvolvimento, de forma particular, adquirindo autonomia.
Faz-se necessário acompanhar a construção da sua personalidade, sempre respeitando que, em cada idade, apresenta um jeito próprio de se manifestar. Tentar antecipar as etapas ou não estimular a criança no seu desenvolvimento pode gerar conflitos na vida adulta.

ATIVIDADES PARA O BERÇÁRIO II


*HORA DA BRINCADEIRA *
1) Escolha uma musiquinha que permita incluir o nome da criança e cante-a para o bebê. Assim, ele vai formando sua identidade. Uma sugestão de canção é: "Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu tirava o (nome da criança) do fundo do mar"... Cante repetidamente, o som das rimas e palavras repetidas por diversas vezes agrada as crianças e chama sua atenção.
2) Os bebês muito pequenos têm um reflexo que os fazem ficar com as mãos fechadinhas. Para ajudá-los a abri-las, brinque com cada dedinho chamando-o pelo nome: mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura-bolo, mata-piolho. Após brincar com os dedinhos dê-lhe algo para segurar, pois aos poucos, quando o reflexo passar o bebê terá facilidade na apreensão.
3) Fale com ele enquanto, animadamente, move seu rosto para a direita ou para a esquerda, tentando capturar sua atenção. Ele aprenderá a olhar na direção certa.
4) Coloque-o apoiado sobre o joelho, segure firmemente pelas axilas e brinque de "cavalinho" para estimular o equilíbrio da cabeça. Dizer pocotó, pocotó é legal!
5) Escolha em revistas fotos grandes com expressões totalmente diferentes. Mostre-as uma a uma para o bebê. Eles adoram ver rostos, sabia?
6) Deite-o no chão e sente-se de frente para ele. Ofereça um brinquedo. Quando estiver entretido, chame-o e ofereça outro. Limite-se a três brinquedos bem diferentes para que ele não perca o interesse.
7) Brinque de "serra, serra, serrador...". O bebê ganha abdominal para sentar mais rapidamente. A visão melhora a cada dia e, com dois ou três meses, o nenê já é capaz de enxergar cores. Coloque em suas mãozinhas uma bola de tecido macia e de cores vibrantes para que ao mesmo tempo desenvolva o tato e a visão.
9) É importante que a criança possua um brinquedo que seja boneco ou animal, para que o acompanhe aos lugares desconhecidos, isso dará a ele a segurança de não estar sozinho em novas experiências.
10) Por volta dos seis meses, deite-o no chão de bruços e fique na mesma posição. Brinque de aviãozinho, levantando o torso e os braços do chão.
11) Compre chapéus baratos como bonés, toucas de lã, de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro. Sente-se na frente do seu bebê, coloque o primeiro chapéu e faça uma cara engraçada. Depois aproxime-se para que ele retire o chapéu. Passe para outro e repita a brincadeira.
12) Ofereça um pequeno brinquedo. Quando ele estiver quase tocando, deixe o objeto cair e pergunte "Cadê o brinquedo?". Ele provavelmente olhará para o chão. Caso não olhe, mostre-o e repita a brincadeira.
13) Sente seu filho no colo, de costas para você. Pegue um espelho e posicione de modo que o bebê possa ver o próprio reflexo. Depois vá mudando a posição do espelho até que ele mostre o reflexo da mãe, sorrindo.
14) Agite suavemente os pezinhos do bebê na água do banho, segurando com firmeza seu corpo. É uma forma de estimular o tato.
15) Bebês adoram surpresas como caixas coloridas de onde saltam bichinhos, ou que tocam músicas alegres ao serem abertas.
16) Ajude o bebê a passar um brinquedo de uma mão para outra. Dê objetos que caibam na sua mão. 17) Preste atenção aos sons e expressões que seu bebê faz e imite, como se fosse um espelho. Com seus dedos, faça uma trilha de formiguinha que começa na coxa e termina nos pezinhos. Vá narrando o percurso: "a formiguinha está subindo uma montanha, está descendo, chegou!!!".
19) Estimule a curiosidade da criança com brinquedos que abrem portas, janelas.
20) Pergunte ao bebê: "qual é o tamanho do (use o nome do bebê) ?". Ajude a criança a abrir os braços o máximo que ela puder e diga: "Ela é grande assim!".
21) Prepare vários pratos com texturas diferentes para a criança tocar e cheirar. Por exemplo: gelatina de frutas, iogurte, banana, cereais, aveia, grãos de feijão, de bico, arroz.
22) Cubra o rostinho dele com uma fralda e logo depois descubra. A brincadeira ajuda a compreender que as pessoas se afastam mas voltam.
23) Dê papel para que o bebê amasse e rasgue. É um treino para a coordenação.
24) Pegue uma caixa de papelão um pouco maior que o corpo do nenê e faça um túnel para que ele possa engatinhar facilmente através dela. Coloque o bebê de um lado da caixa e fique do outro, chamando por ele.
25) Quando estiver com nove ou dez meses, sente-se no chão e brinque com um jogo de empilhar. Incentive o bebê a fazer o mesmo e, no final, derrube tudo.
26) Dê uma xícara, um pires e uma colher, de preferência tudo de plástico. Provavelmente já usando um raciocínio lógico, ele vai colocar a xícara sobre o pires e a colher dentro dela.
27) Sente-se no chão, de frente para o bebê. Role uma bola em direção a ele. Provavelmente a pegará e tentará lançá-la para você.
2 No banho, ofereça copos ou forminhas de plástico colorido. Ensine o bebê a transferir a água de um para outro. Não deixe que manuseie coisas muito pesadas.
29) Para estimular a fala, os brinquedos que imitam telefone são os melhores. Pegue um telefone de verdade e peça para o pequeno conversar com você usando o dele. "Alô? O Bruno? Só um minuto!". Inclua o nome dele.
30) Dê livros infantis, com diferentes texturas, cores e formas para seu filho explorar.
31) Ajude seu filho a reconhecer partes do corpo. Diga "esse é o nariz da mamãe", e coloque o dedo dele no seu nariz. Depois faça com que coloque o dedinho no próprio nariz enquanto fala "esse é o nariz do bebê".
32) Por volta de um ano, ele começa a dar os primeiros passos. Coloque-se a uma pequena distância dele, convidando-o a vir até você. Quando ele chegar, suspenda-o no ar e elogie.
33) Sente o bebê no chão e coloque na frente dele latas, caixas, uma cesta e tigelas de plástico. Ele vai praticar o ato de pôr e tirar.
34) Dance uma música bem animada com a criança no colo para que ele sinta o ritmo.
35) Os bebês adoram bolhas de sabão. Leve uma perto dele para que possa estourá-la.
(sem autor)

sábado, 26 de julho de 2014

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA

O JOGO DAS SAUDAÇÕES
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e
espontaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os
colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se
encontram.
COMO JOGAR:
- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar
um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um “tchauzinho”. Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.
- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém
fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.
- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.
- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...
- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Primeiro dia de aula: A dor da Separação

Senhores Pais, dominem a ansiedade. O ingresso da criança na escola pode até ser doloroso, mas é um grande aprendizado para todos.
Depois de passar meses ou mesmo anos se dedicando exclusivamente ao bem estar do seu filho, é natural que distanciar-se dele, ainda que temporariamente, provoque dor. Pensar que ele vai sobreviver sem seu olhar atento parece pouco provável.
O desafio de começar a frequentar uma escola ou creche é enorme para ele e para você – mas a mãe, adulta, é quem tem que segurar a onda. Tenha em mente que colocar a criança na escola vai fazer bem pra você – que terá tempo pra cuidar de si ou voltar a trabalhar – e para ela – que vai crescer com a experiência. “Conhecer e socializar com novas crianças e adultos é muito benéfico e faz parte do desenvolvimento infantil”, lembra a psicóloga e psicopedagoga Ana Paula Leão Batista

Confie no tempo

Dedicar-se ao trabalho ajuda a ocupar a cabeça e dá menos espaço para fantasias. Para aquelas mães que não trabalham fora, vale arrumar algo prazeroso para fazer nas horas que o filho estiver na creche ou escola. Pode ser uma academia, um curso ou até trabalho voluntário. Outra forma de controlar a ansiedade é revezar com o pai a carona pra escola.

Afinal, no começo, o momento de deixar o pequeno é bastante conturbado. Ligar uma vez ao dia para a escola para saber como está o filho também ajuda a se acalmar e vai criando confiança e vínculo com a instituição. “Mas esta regra vale apenas para o período de adaptação”, ressalta Ana Paula.
Conversar com outras mães pode ser um santo remédio. Você vai descobrir que não é a única que está passando por isso e, o mais importante, que esta fase vai acabar – como contaram Daniela e Paula. Não aproveite a primeira manha da criança para desistir de tudo e levá-la pra casa. É normal que os pequenos fiquem chorosos no começo, mas o drama não costuma durar mais que 10 minutos.

O sentimento de culpa por voltar a trabalhar e deixar o filho assola a maioria das mulheres que estão no mercado e é outra fonte de angústia neste período.

Ajuda da escola

A escola tem papel fundamental nesta fase de adaptação. E os profissionais têm um faro apurado para detectar as mães que podem dar mais trabalho que os filhos.
No começo, algumas escolas costumam mandar notícias por e-mail e outras até disponibilizam câmeras ao vivo para acompanhar o dia do filho. Para as mães que ainda não precisam trabalhar, é possível fazer uma adaptação gradativa, onde o tempo de permanência da criança na escola vai aumentando até chegar no período desejado

Passe segurança

A criança que percebe o sofrimento e a insegurança da mãe vai ter dificuldade pra se separar e se adaptar ao novo ambiente, além de sentir medo do abandono e insegurança. Afinal, por que ela está chorando se vem me buscar daqui a pouco? Portanto, controle seus sentimentos pelo bem maior.
Se ele já tem idade para entender, converse bastante sobre a escola antes de matriculá-lo, sempre falando sobre o lado positivo e contando como primos ou irmãos mais velhos se divertem lá. Depois de escolhido o lugar, leve seu filho para conhecê-lo. Assim ele vai criando um vínculo com o espaço e as pessoas.
“A mãe deve falar das vantagens de estar com novas crianças, fazendo novos amigos; interessar-se pelo dia na escola e elogiar como o filho está crescendo e aprendendo coisas novas, legais e importantes”, enumera Ana Paula. Desta forma, ele terá certeza de que mesmo ausente continua sendo muito amado. E, em poucos meses, o aperto no coração na hora de deixá-lo com as professoras desaparece
Muitas mães sofrem mais que os filhos na hora da criança ir para a escola. Aprenda a superar o aperto no coração ao desejar “boa aula”


1 – Como os pais devem preparar a criança para o início das aulas?

Toda a família deve se preparar para a fase de adaptação da criança, que pode durar poucos dias ou se prolongar por mais tempo. É fundamental incentivá-la, explicando que ir à escola é um ato comum para todas as crianças, assim como fazem os adultos, que vão ao trabalho diariamente. Além disso, sempre reforçar o prazer proporcionado pelas brincadeiras e aprendizados.


2 – A entrada da criança na escola realmente é um momento doloroso?

É esperado que a criança fique ansiosa e também temerosa nos primeiros dias de aula. Afinal, toda situação nova gera medo. Mas são os pais que, na maioria das vezes, não conseguem esconder suas preocupações. Diante de sentimentos tão turbulentos, a criança pode se sentir perdida. É nesse momento que ela observa atentamente a atitude dos pais na busca de alguma referência sobre como deve se comportar.


3 – O momento também é doloroso para os pais?

Nessa situação, os sentimentos dos pais são contraditórios. Apesar de eles estarem conscientes da escolha, principalmente a mãe pode se sentir dividida, com uma angústia gerada pela culpa por não ficar com o filho o tempo todo. Isso não é bom para ninguém, muito menos para a criança.


4 – Como os pais podem ajudar seus filhos no processo de adaptação à escola?


Controlando a ansiedade, os pais ajudam bastante. A mãe que mostra as lágrimas ao deixar o filho na porta da escola sinaliza para ele que algo doloroso está para acontecer. Quanto mais tranqüilos e naturais os pais se mostrarem, melhor para a criança.
A participação do filho na compra dos objetos que serão usados na escola é muito boa, pois ele se sente importante com a tarefa e, por tabela, percebe que sua conquista é reconhecida pela família.



5 – Qual deve ser a atitude dos pais quando a criança chora ao entrar na escola?

O choro na hora da separação é muito comum e não significa, necessariamente, que a criança não queira ficar na escola. Da mesma forma, a ausência de lágrimas não quer dizer que ela não esteja sentindo a separação. A criança deve ser levada “caminhando” e ser entregue à professora, pois é sempre mais difícil sair do colo de alguém conhecido. Tentar confortá-la e reforçar que a escola é um lugar agradável, e as professoras serão amigas e muito carinhosas.

O ingresso na escola é um evento muito importante na vida de uma criança, pois é o primeiro passo rumo à independência em relação aos pais. É a construção de um espaço próprio, que marcará seu caminho futuro. Para os pais, esse também é um evento decisivo. É um momento de constatação de que o seu bebê está crescendo e se tornando menos dependente.
É importante que os pais deixem claro para a criança que a escola é um lugar seguro e tranquilo para aprender coisas interessantes e que também é um local onde poderá se divertir e fazer novos amigos. Deve ficar claro para ela que a professora é a pessoa com quem pode contar sempre.
Jamais ofereça recompensas, pois a criança deve encarar a ida à escola como um fato natural da vida do individuo. Explique-lhe quem irá buscá-la, você ou uma pessoa próxima a ela. Dessa forma, ganhará confiança de que voltará normalmente para casa.

Quando for buscá-la, sempre pergunte as novidades: como foi o seu dia, o que fez, se aconteceu alguma coisa que tenha lhe chamado a atenção, com quem conversou e brincou, etc.
Mostre-lhe que a mudança de rotina será muita benéfica.



Fontes: Maria Regina Domingues e Ana Paula L Batista – Psicólogas

quarta-feira, 23 de julho de 2014

O que fazer com um menino de 3 anos que grita, bate nos colegas e chora muito?

Quando estão bravos ou frustrados, os pequenos não conseguem controlar os impulsos e perceber o efeito de suas ações no outro. Alguns apresentam maior dificuldade. Por isso batem nos colegas, choram e gritam com mais frequência. Geralmente, a criança que age dessa maneira tem problemas de relacionamento e é incapaz de permanecer por um período maior em grupo. Dessa forma, ela acaba tendo interações deficitárias com os pares, o que prejudica o desenvolvimento da autorregulação dela. E esse desenvolvimento é necessário para manter a relação com o outro. Para ajudá-la, organize grupos de brincadeira e procure inseri-la. No início, faça a mediação das relações para que ela não saia. Afaste-se à medida que as amizades forem se fortalecendo. É importante manter a calma diante de situações de irritabilidade do pequeno e construir um vínculo afetivo com ele para que leve em conta o que você diz. Analise no que vale a pena intervir, para que ele não seja o foco constante do seu olhar, e valorize os avanços alcançados, descrevendo-os: "Eu vi que você ficou bravo, mas conversou em vez de bater. Que bom!". Se puder contar com a família, compartilhe o que está sendo feito e sugira que os colegas do menino sejam convidados para brincar em casa. Ao acompanhar a evolução dele, você vai perceber se é necessária a intervenção de um psicólogo.

Fonte: Revista Nova Escola.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ai, que vontade de morder

Objetivo 

Lidar com crianças que mordem.

Flexibilização

Para crianças com deficiência intelectual.
Crianças com alguns tipos de deficiência intelectual tendem a ter crises de agressividade, provocadas pela dificuldade de interação e de convívio social. Por isso, podem demorar mais para aprender que não devem morder os colegas. Fique atento às informações compartilhadas com os pais e profissionais de saúde que cuidam da criança, pois podem ser muito úteis para pensar quais recursos são adequados para desenvolver a habilidade comunicativa do bebê. O importante é que, aos poucos, e com muita conversa, os pequenos aprendam que morder os colegas não é bom. Respeite o tempo de aprendizagem dessa criança e mostre a ela como é possível mudar de atitude. 

Desenvolvimento 
Para que as mordidas não aconteçam
Estimule situações comunicativas, pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão, aos poucos, substituir as dentadas.

Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas. Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos.

Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra. Se houver uma que costuma morder com mais frequência, fique próximo dela. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto. 


Mas, se elas acontecerem...
Antes de tudo, cuide de quem sofreu a mordida e o acolha. Se quem mordeu tiver mais de 3 anos, chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as consequências de sua ação. Não brigue, mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor.

Analise os contextos e a frequência desse comportamento e investigue as causas, mas nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo. Ao contrário, procure ajudá-la a mudar de atitude.
Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida, não revele o nome do colega que causou o machucado, mas explique as providências tomadas. Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com frequência.

Fonte: Revista Nova Escola.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Luva de feltro para contar histórias

 Linda sugestão para trabalhar na primavera com sua turminha...   
Aproveite e adaptei um texto para contar uma linda história de primavera para seus pimpolhos!

luva e dedoches de feltro para primavera


Detalhe dos dedoches... Se você amou e quer fazer mas não entende muito de feltro aí vai a dica: todas as peças são cortadas como EVA mesmo. Depois é só colar com cola de tecido ou cola quente. Pode-se costurar também. Uma graça de atividade para trabalhar com a turma pequena!

luva e dedoches de feltro para primavera


Segue a história que adaptei, ficou linda! Com ela você pode trabalhar conceitos de diversidade, valores e respeito. Também dá pra falar sobre moradia. Boa aula!

O CARACOL E SEUS AMIGOS
O Caracol viu uma Joaninha.
A Joaninha passou voando.
O Caracol falou:
- Ah! Eu não posso voar...

O Caracol viu uma Borboleta.
A Borboleta passou se exibindo.
O Caracol falou:
- Ah! Eu não tenho tantas cores!

O Caracol viu uma Abelha.
A Abelha passou com zunido...
O Caracol Falou:
- Ah! Eu não sei fazer zum, zum...

O Caracol Viu uma Libélula.
A Libélula passou ligeira.
O Caracol Falou:
- Ah! Eu não sou ligeiro assim.

Então, a Joaninha, a Borboleta, a Abelha e a Libélula disseram ao Caracol:
- Veja Caracol, você tem casa para morar!