terça-feira, 10 de julho de 2018

Dinâmicas para Produção Textual


A letra da Frase
Faixa-etária: Atividade mais apropriada para crianças de 9 a 12 anos
Material Necessário: Nenhum
Objetivos:
  • Integrar o grupo;
  • Estimular a imaginação e a observação;
  • Ampliar o vocabulário;
  • Desenvolver a percepção auditiva;
  • Produzir frases e pequenos textos coerentes e significativos.
Desenvolvimento:
Os alunos podem estar dispostos da maneira que quiserem, a primeira criança deverá falar uma letra em voz alta para que todos possam escutar, os demais terão 3 minutos para elaborar uma frase que contenha o maior número de palavras que comecem com a letra determinada. Por exemplo se a letra determinada fosse “M”: Maria e Mário mancharam muitas malhas de Marcelo, mas, Marcelo mostrou-se muito maleável.
Ganhará a criança que fizer a maior frase. Essa brincadeira é muito divertida. Depois de brincar a atividade pode ser sistematizada por escrito através de diferentes produções textuais.
Brincando com Provérbios
Provérbios, quem não os conhece? Essas expressões tão peculiares à cultura das famílias são desde cedo aprendidas como um legado que herdamos de gerações anteriores (as avós costumam ser mestres no assunto) e que nos cabe passar adiante. Mas podemos brincar com eles, não podemos? Essa atividade vai mostrar que o uso de provérbios na aula de Língua Portuguesa pode proporcionar momentos de reflexão… e de criatividade!
Peça aos alunos que pesquisem provérbios entre suas famílias, com amigos, parentes, em livros ou na internet. É importante que, na pesquisa, tenham conhecimento das situações de uso desses provérbios e também apresentem um estudo da sua forma. Poderá ser analisada, por exemplo, a estrutura binária dos provérbios (dê-lhes o tempo necessário).
Faça o inventário do material pesquisado. (Será interessante que a seleção final deste material seja reproduzida para todos.) Convide então os alunos a brincar com os provérbios, construindo novos significados, a partir da substituição de uma das partes.
Exemplos:
a) Água mole em pedra dura, tanto bate, que encharca tudo.
b) Quem ri por último, não entendeu a piada.
c) A pressa é amiga do avião.
d) É melhor um pássaro na mão do que na boca de um cão.
Sugestão: Peça aos alunos que ilustrem os provérbios – “novos” ou antigos – e exponha esse material.
Palavra Importante
Objetivos:
Socializar, mantendo a união do grupo proporcionando condutas de boa convivência; Observar características de personalidade de cada aluno para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar, dando espaço para expressarem seus sentimentos; Estimular o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa dando continuidade ao trabalho com a nova proposta; Estimular o raciocínio lógico partindo de suas preferências e sentimentos; Estabelecer relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita; Confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema; Produzir textos que sejam significativos.
Desenvolvimento:
  • Proponha aos alunos que pensem numa palavra muito importante para eles, uma palavra que gostam muito, que gostam de ouvir, de falar, de escrever, enfim, a palavra preferida.
  • Depois de eleita a palavra esta deve ser escrita por cada um, em letras grandes, no centro de um papel almaço duplo.
  • O professor – dinamizador deve propor que durante um tempo determinado cada um registre em forma de diagrama o maior número de palavras que mantenham relações de sentido com a palavra central.
Exemplo:
Beijo namorado família
Saudade Amor coração
Carinho trabalho paixão
Num segundo momento, com os alunos sentados em círculo, para que o clima fique informal, todos devem apresentar suas palavras centrais, preferidas.
Constatar os alunos que elegeram a mesma palavra central e as demais que mantém relação com a mesma. Fazê-los observar se com a mesma palavra central os alunos possam ter escritos palavras diferentes relacionadas. Provocar para que em cada caso os alunos dêem exemplos de outras palavras que possam estar relacionadas com a central. Indagar se todas realmente são relacionadas a central, e porque as são.
No final da apresentação várias palavras centrais e outras relacionadas a elas terão surgido, e através delas o professor deverá levar os alunos a perceberem
A importância da escrita nas relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita; suas preferências e seus sentimentos.
A culminância da atividade é a produção de um texto individual onde todas as palavras relacionadas e a preferida devem constar. É interessante deixar os alunos livres para escrever uma composição, um poema, uma história…
O intuito é que os alunos tenham ânimo em escrever, caso seja atingido o interesse e engajamento esperado sairão belas produções textuais.
Ideias:
  • Podem ser corrigidas todas as composições num segundo dia, juntamente com os alunos, registrando-as, uma a uma no quadro e analisando as formas corretas ou incorretas gramaticais e ortográficas.
  • Após todas as composições corrigidas e rescritas montar um livro da turma, com capa, ilustrações e onde constem todas as produções textuais. O livro pode ser xerocado e divulgado na escola e para os responsáveis.
Quebra-gelo
Objetivos:
  • Socializar;
  • Observar características de personalidade de cada aluno para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar;
  • Estimular o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa iniciando o trabalho com a nova proposta;
  • Estimular o raciocínio lógico partindo de situações reais as quais expressarão sentimentos;
  • Estabelecer relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita;
  • Confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema;
  • Produzir textos que sejam significativos.
Desenvolvimento:
O professor – dinamizador da atividade oferece uma frase para cada aluno e propõe que completem por escrito procurando expressar seus verdadeiros sentimentos, idéias e opiniões.
Exemplos de frases interessantes para serem completadas:
  • Caminho sozinho pelas ruas da cidade, olho em volta e observo que…
  • Hoje eu queria apenas…
  • É muito difícil nos dias de hoje…
  • Depois de um dia cansativo eu gosto de…
  • Ah! Como eu gostaria de…
  • Meu dia fica completo quando eu…
  • Quando estou triste, gosto de…
  • Neste momento a primeira sensação que tenho é…
  • Quando estou em paz comigo mesmo gosto de…
  • Como eu gostaria de reviver o dia…
  • Dias felizes são aqueles em que eu acordo e…
  • O meu maior sonho é…
  • A minha felicidade eu gostaria de dividir…
  • Minha maior alegria é…
  • Quando estou cansado e quero sair da rotina eu…
  • Eu me sinto completamente feliz quando…
  • Quando eu cheguei a esta sala o detalhe que mais me chamou a atenção foi…
  • Nesta cidade a gente passa, a gente olha, a gente…
  • Quando abro a janela do meu quarto eu vejo…
  • Se o tempo voltasse atrás eu gostaria…
Num segundo momento, após todos terem completado suas frases, de preferência com a turma sentada em círculo, para que torne o clima mais propício e um ambiente mais informal, propor que leiam a frase já completa.
Após todos terem apresentado suas frases é interessante debater sobre cada uma delas provocando os alunos a darem suas opiniões e expressarem seus sentimentos, indagando:
_ Alguém faria o mesmo?
_ Quem faria diferente?
_ O que?
_ Qual frase mais achou legal?
_ Você a completaria assim?
_ Foi difícil a tarefa? Entre inúmeras perguntas…
O professor pode aumentar ou diminuir as perguntas e o debate de acordo com o interesse da turma e o tempo disponível.A terceira etapa é mais individual todos devem completar todas as frases, lembrando ao professor que deve frisar a importância de colocar sua verdadeira opinião, o que passou exatamente em sua mente ao ler o início da frase.A partir desta atividade os alunos perceberão que a escrita nada mais é que uma forma de registrar para posteridade e para que outras pessoas possam ter acesso, seus pensamentos, idéias, falas, sentimentos.
O professor pode corrigir gramaticalmente e ortograficamente, juntamente com os alunos, cada frase caso sinta que há necessidade e que permanece o interesse pela atividade.
Interessante: Caso haja o engajamento e interesse esperado por parte dos alunos, pode ser elaborado um texto coletivo, onde o professor através das falas, opiniões dos alunos vai reproduzindo por escrito em um cartaz ou no próprio quadro, orientando sempre, procurando usar idéias e frases de todos, um texto maior: Uma Composição ou Redação propriamente dita.
Neste caso, os alunos se interessam pois quem escreve é o professor mas são eles que produzem a idéia do texto, evita a preguiça de elaborar sua composição pois a está fazendo em grupo, falando e de maneira mais informal.
Com as devidas orientações do professor, ao término todos os alunos serão autores do texto, e certamente, será gratificante e natural que todos desejem copiar o resultado final.
Durante todas estas etapas o professor terá inúmeras chances de trabalhar ortografia e gramática, sem que os alunos sintam uma simples transmissão ou “decoreba” de conhecimentos. Cabe ao professor – dinamizador da atividade saber conduzi-la para que seja útil e proveitosa. O professor será o facilitador de todo um processo de ensino – aprendizagem da Língua Materna e não um mero transmissor.
Será, sem dúvida, uma experiência agradável, diferente e prazerosa para todos.

Fonte: PDD Pela paixão de educar e o desafio de inovar.

Planejamento por Sequência Didática na Educação Infantil


“Sequência didática para Educação Infantil é uma ferramenta que deve e que precisa entrar de uma vez nas rotinas de creches e centros de Educação Infantil, senão, corremos o risco de deixar na infância das crianças, marcas de uma escola que não leva a descobertas, a dúvidas, a sonhos.”
O que é?
Trata-se de sequência didática, uma forma organizada sequencialmente para desenvolver saberes vários no universo infantil. A sequência didática tem a intenção de estruturar um trabalho mais organizado e mais pertinente a esta criança de hoje – que tem contato com inúmeras fontes, mas que não tem um  trabalho estruturado, no sentido de dar organicidade a tudo que ela vê, consome, sente e faz o dia inteiro.
A sequência didática é uma forma de organizar o planejamento semanal da rotina das crianças, assim como também de organizar o desenvolvimento delas a partir de conhecimentos que se ampliam empiricamente, pouco a pouco e vão se tornando grandes fontes de percepções múltiplas.
O planejamento por sequência didática consiste em sistematizar o trabalho docente na intenção de ajudar a criança  a desenvolver competências e habilidades que deem significado para a efetivação do seu processo de aprendizagem. Numa visão de crescimento pedagógico, a orientação para emprego do termo “sequência didática” nos planejamentos de aulas dos professores torna-se um ganho, porque tem a premissa de garantir uma efetiva participação dos alunos durante as aulas ministradas pelos professores da Educação Infantil e com isto eles não perdem conteúdo – sim, conteúdo mesmo. Educação infantil também é lugar de conteúdo pois o papel da escola, seja ele em qual fase ou idade for, é sempre gerenciar a aprendizagem das crianças.
Sua importância:
A situação didática é formada por atividades que podem ser definidas como sendo os “meios” usados pelo professor a fim de que o aluno vivencie as experiências necessárias ao desenvolvimento de competências e habilidades fazendo com que a aprendizagem seja significativa. Valoriza a investigação, a integração, a cooperação e incentiva a ação do aluno. É o estímulo à cooperação entre o grupo (alunos e professor) e busca o desenvolvimento de habilidades como características básicas do processo de aprendizagem. A sequência didática deve ser planejada pelo professor, de forma a tratar cada conteúdo de maneira específica e singular, oportunizando ao aluno o desenvolvimento da autonomia para que empregue seus próprios mecanismos na construção e reconstrução do seu conhecimento e arquitetar formas para a resolução e formulação criativa de problemas. Criar uma sequência didática é programar situações e circunstâncias em que o estudante realmente construa seu conhecimento. A finalidade, portanto, é possibilitar ao aluno a construção de seu conhecimento por meio da articulação de diversas teorias didáticas, como a noção de objetivo-obstáculo a ser desvelada.
Apesar de a sequência didática ser pensada para que o aluno construa o saber, cabe ao professor planejar os dispositivos didáticos que propiciem a evolução intelectual dos alunos. Para que a sequência didática aconteça é preciso que os conteúdos estejam organizados em um sistema que irei nomear passo a passo, nos capítulos publicados nas próximas edições: serão eles os pontos primordiais de nossa ação agora na Educação Infantil.
Estruturando de maneira correta:
Toda vez que o planejamento para Educação Infantil tiver que ser estruturado sob o prisma da SEQUÊNCIA DIDÁTICA, ele terá que seguir cinco passos, que não precisam ser rigorosamente na ordem aqui apresentada.
Ressalto a importância de que o primeiro passo seja sempre o passo em que o educador trabalhe EMOÇÃO/RECEPÇÃO, pois é este o momento mais delicado da sala de aula da infância. Saber receber e acolher uma criança é uma tarefa muito importante. A criança não tem experiência profunda em convivência nos espaços coletivos hoje, sobretudo aqueles que vivem em pequenos apartamentos, espaços reduzidos, fechados, privados, em função da violência, do convívio com outros seres.
Desta forma, o educador precisa ter uma forma delicada, segura e afetiva para receber e acolher diariamente as crianças pois elas estão em socialização, em construção de autonomia, em descobertas destes ambientes educativos. Assim, sugiro que a atividade que trabalha e que ouve as questões afetivas trazidas pelas crianças seja sempre a primeira do dia – assim o educador poderá usar, inclusive, estas histórias e estes relatos ao longo da manhã ou da tarde. Situações trazidas pelas crianças ao grupo, na hora da roda, da conversa ou da prática diária da escuta, são ricas e possibilitam que elas entrem mais rapidamente em contato com os outros – razão maior da socialização.
1º passo da sequência didática: Recepção/emoção
• Emoção
• Sensibilidade
• Interação social
• Simbolização
Para que aconteça então a sequência didática os demais passos podem ser encaixados nos horários diários da escola sem nenhuma outra imposição. Temos apenas que lembrar que a sequência aqui apresentada só é composta com atividades que englobem todos os passos abaixo listados. Vejamos:
2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos
  • Tato
  • Visão
  • Olfato
  • Gustação
  • Audição
3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens
  • Pictórica – desenho
  • Musical – vocalização, oralidade, rota fonológica e voz
  • Sinestésica – movimento/psicomotricidade
  • Midiática – computador
  • Gráfica – as letras e os números
4º passo: trabalho explorando uma ou mais Formas
  • Aplainar
  • Ampliar
  • Reduzir
  • Juntar
  • Modificar
  • Quadrado
  • Triângulo
  • Círculo
  • Retângulo
5º passo: é quando o educador pode lincar conteúdos (Interdisciplinaridade)
  • Natureza e sociedade
  • Identidade e autonomia
  • Movimento
  • Música
  • Artes visuais
  • Literatura Infantil
Não é demais dizer que estes passos não possuem ordem definida, ou seja, o educador pode realizar uma atividade interdisciplinar antes de realizar uma atividade com formas e assim sucessivamente. Também vale a pena lembrar que no caso da Educação Infantil as atividades de registro nunca podem ser realizadas nos últimos horários dos períodos letivos. Exemplo: fazer raciocínio lógico ou tentativas de escrita nos últimos 30 minutos do período letivo não é o ideal, pois as crianças já estão esgotadas de uma manhã ou de uma tarde de trabalho e isto as deixam com menos condições de vigília – atenção, o que só atrapalha sua concentração na execução formal da atividade.
Outro ponto que requer atenção é o fato de que nos últimos horários várias crianças acabam saindo mais cedo em função de os pais apanhá-las. Assim, nos últimos minutos do dia letivo é sempre melhor termos atividades corporais, músicas, artes e até mesmo roda de conversa pois estas dinâmicas de aula não se deixam interferir pelos problemas apresentados.

Fonte: PDD Pela paixão de educar e o desafio de inovar.

O que é AUTISMO ou TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?

A partir do último Manual de Saúde Mental – DSM-5, que é um guia de classificação diagnóstica, o Autismo e todos os distúrbios, incluindo o transtorno autista, transtorno desintegrativo da infância, transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado (PDD-NOS) e Síndrome de Asperger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA.
TEA é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.
TEA pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, tais como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de deficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia. Na adolescência podem desenvolver ansiedade e depressão.
Algumas pessoas com TEA podem ter dificuldades de aprendizagem em diversos estágios da vida, desde estudar na escola, até aprender atividades da vida diária, como, por exemplo, tomar banho ou preparar a própria refeição. Algumas poderão levar uma vida relativamente “normal”, enquanto outras poderão precisar de apoio especializado ao longo de toda a vida.
O autismo é uma condição permanente, a criança nasce com autismo e torna-se um adulto com autismo.
Assim como qualquer ser humano, cada pessoa com autismo é única e todas podem aprender.
As pessoas com autismo podem ter alguma forma de sensibilidade sensorial. Isto pode ocorrer em um ou em mais dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, tato e paladar – que podem ser mais ou menos intensificados. Por exemplo, uma pessoa com autismo pode achar determinados sons de fundo, que outras pessoas ignorariam, insuportavelmente barulhentos. Isto pode causar ansiedade ou mesmo dor física.
Alguns indivíduos que são sub sensíveis podem não sentir dor ou temperaturas extremas. Algumas podem balançar rodar ou agitar as mãos para criar sensação, ou para ajudar com o balanço e postura ou para lidar com o stress ou ainda, para demonstrar alegria.
As pessoas com sensibilidade sensorial podem ter mais dificuldade no conhecimento adequado de seu próprio corpo. Consciência corporal é a forma como o corpo se comunica consigo mesmo ou com o meio. Um bom desenvolvimento do esquema corporal pressupõe uma boa evolução da motricidade, das percepções espaciais e temporais, e da afetividade.

As pessoas com Transtornos do Espectro Autista podem se destacar em habilidades visuais, música, arte e matemática

  • A maioria das pessoas com autismo é boa em aprender visualmente;
  • Algumas pessoas com autismo são muito atentas aos detalhes e à exatidão;
  • Geralmente possuem capacidade de memória muito acima da média;
  • É provável que as informações, rotinas ou processos uma vez aprendidos, sejam retidos;
  • Algumas pessoas conseguem concentrar-se na sua área de interesse especifico durante muito tempo e podem optar por estudar ou trabalhar em áreas afins;
  • A paixão pela rotina pode ser fator favorável na execução de um trabalho;
  • Indivíduos com autismo são funcionários leais e de confiança;

Fonte:Blog Autismo e Realidade.

TANGRAM MÍNIMO DE BRUGNER (de 3 peças) PARA IMPRIMIR

TANGRAM MÍNIMO DE BRUGNER (de 3 peças)
Em 1984, o matemático alemão G. Brügner  estudou o tangram. De seu estudo, obteve um tangram que é formado por um retângulo redividido em três triângulos retângulos. Este tangram ficou conhecido como o Tangram mínimo de Brugner. 


segunda-feira, 9 de julho de 2018

7 ideias de brincadeiras inspiradas no método Montessori



O método Montessori foi criado no século XX por Maria Montessori (médica e educadora), mas ele nunca esteve tão atual como nos dias de hoje! Os preceitos da técnica são usados em quartos infantis, brincadeiras e até mesmo na parte comportamental (englobando aspectos educacionais). Esse tipo de método ficou conhecido por incentivar a autonomia, criatividade e expressão dos pequenos, que aprendem por meio da liberdade.
Seguindo essa linha, atividades infantis também começaram a ser exploradas. Dessa maneira, as crianças podem descobrir e experimentar coisas novas a partir do jeito como elas enxergam o mundo. Por isso, para o post de hoje, selecionei 7 brincadeiras inspiradas no método Montessori, que podem ser reproduzidas em casa! Essa é uma ótima forma do pequeno se divertir e aprender mais sobre as cores, os números, as comidas e até mesmo sobre as tarefas diárias. Gostou da proposta? Então, vem ver as ideias!
– Tubos divertidos: você pode reaproveitar o rolo que sobrou do papel toalha para criar uma brincadeira diferente para o seu filho. Basta fixá-lo em uma parede ou em um móvel e colocar um cesto com bolinhas coloridas. Assim, a brincadeira será passar os objetos!

– Conhecendo frutas e legumes: além de ter a oportunidade de sentir a textura dos alimentos, o pequeno também poderá fazer um exercício de reconhecimento. Para isso, imprima imagens e peça para seu filho colocar as frutas e as verduras correspondentes sobre elas. Depois da brincadeira, que tal descascar uma fruta para que ele saboreie? Essa também é uma boa dica para incentivar a alimentação saudável desde a primeira infância.

– Com números: essa é uma atividade indicada para crianças um pouco maiores, que estão aprendendo a contar. Em pratinhos descartáveis, coloque números e explique para o filhote que ele terá que colocar as bolinhas correspondentes em cada prato. Essa atividade também pode ser feita com papéis e adesivos. Nesse caso, os pequenos devem colocar os números certos de bolinhas adesivas.

– Cores: essa é outra maneira de estimular o desenvolvimento do seu filho. Separe objetos de cores diferentes e monte um círculo com pedaços coloridos de feltro. Assim, o pequeno terá que colocar os objetos correspondentes às cores nos triângulos. Com uma caixinha de papelão e pedaços de EVA, você também pode criar uma outra brincadeira – onde a criança também terá que colocar os quadrinhos nas cores correlatas.

– Letras e formas: em uma caixinha, coloque um pouco de areia, sal ou açúcar. Em um papel, escreva a letra ou a forma que a criança deve reproduzir. Simples e construtivo!

– Ajudando em casa: essa é uma maneira de estimular seu filho a se envolver nos trabalhos domésticos desde cedo. Ao tirar as meias do varal, peça que ele organize os pares corretamente. Além de estimular o desenvolvimento, ele estará contribuindo com as tarefas de casa!

– Conhecendo texturas: nessa atividade, você reunirá diferentes brinquedos do seu filho em uma bandeja. Ele terá que selecionar aqueles que são macios, como os de pelúcia, e os que são mais duros, como os de plástico, em caixinhas.

Fonte: Blog Mildicasdemãe

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Atividades para Educação Infantil de Festa Junina

Em datas comemorativas, é sempre bom usar atividades para ensinar um pouco mais os alunos, e para ensinar um pouco da festa junina que acontece em todo Brasil, destacamos para as crianças algumas ótimas atividades para educação infantil de festa junina que você pode imprimir para seus alunos.
Foto 1- Peça aos seus alunos para colorir, e recortar e fazer uma máscara para usar nessa festa caipira.
Foto 2- Incentive aos seus alunos a não soltar balões, e essa atividade é excelente, para seu aluno somente colorir.
Foto 3- Peça para as crianças pintar os balões com a sequencia correta, indicada na atividade acima.
Foto 4- Pinte, corte e dobre, nessa atividade e monte o look de festa junina nesse personagem da mônica.
Foto 5- Pinte as bandeirinhas conforme a legenda, e todo o resto do desenho.
Foto 6- Use essa atividade para seus alunos aprenderem a contar e também desenvolver a parte artística.
Foto 7- Nessa atividade você vai usar fósforos para colar, além de uma brincadeira acima.


Foto 8- Peça para suas crianças para colorir alguns alimentos de festa junina.
Foto 9- Use milho para colar nas letras dos respectivos nomes de seus alunos.

Foto 10- Ensine matemática usando essa atividade com doces depois peça para eles colorirem.
Foto 11- Use a criatividade de seus alunos com papel laminado e palitos de picolé para decorar a fogueira.
Foto 12- Veja o que não é feito na festa junina, e pinte todo o desenho.
Foto 13- Pinte o desenho e ensaie a musiquinha.
Foto 14- Desenhe várias bandeirinhas nas cordinhas ao final do desenho pinte.