quarta-feira, 13 de junho de 2018

Atividades para Alfabetizar – Leitura e Escrita

Todos os exercícios estão prontos para imprimir:
Segue algumas atividades para alfabetizar. São atividades para escrever os nomes das palavras e formar palavras a partir dos símbolos.
Segue algumas atividades para alfabetizar. São atividades para escrever os nomes das palavras e formar palavras a partir dos símbolos.

Segue algumas atividades para alfabetizar. São atividades para escrever os nomes das palavras e formar palavras a partir dos símbolos.
Segue algumas atividades para alfabetizar. São atividades para escrever os nomes das palavras e formar palavras a partir dos símbolos.

Jogos Inclusão na Alfabetização e Material Adaptado

JOGO DA VELHA


OBJETIVOS:

• DIFERENCIAR SÍMBOLOS E CORES;
• APRENDER A ORGANIZAR FIGURAS EM SEQUÊNCIA;
• DESENVOLVER A CONCENTRAÇÃO E O RACIOCÍNIO LÓGICO;
• RESOLVER SITUAÇÕES-PROBLEMA ENVOLVENDO ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO.

DESENVOLVIMENTO:

- EXPLICAR AS REGRAS DO JOGO DA VELHA (Se necessitar escrever essas regras no quadro, com a participação dos alunos);
- DISTRIBUIR 1 TABULEIRO PARA CADA DUPLA E 5 SÍMBOLOS PARA CADA ALUNO;
- JOGAR UM DADO PARA DECIDIR QUEM INICIA O JOGO;
- AO TERMINAR O JOGO ENTREGAR UMA FICHA AOS ALUNOS PARA O REGISTRO: QUANTIDADE DE SÍMBOLOS AZUIS E QUANTIDADE DE SÍMBOLOS VERMELHOS; CONTAR E COLOCAR O RESULTADO DA SOMA DESSES SÍMBOLOS; O PROFESSOR PODERÁ TAMBÉM SOLICITAR AOS ALUNOS QUE DESCUBRAM E REGISTREM A DIFERENÇA ENTRE A QUANTIDADE DE SÍMBOLOS.

 
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BINGO DAS FORMAS GEOMÉTRICAS




OBJETIVO:


• IDENTIFICAR E RELACIONAR AS FORMAS GEOMÉTRICAS COM AS MESMAS PRESENTES NOS OBJETOS DO COTIDIANO.



DESENVOLVIMENTO:

- EXPLICAR AS REGRAS DO JOGO (Se necessitar escrever essas regras no quadro, com a participação dos alunos);
- O ALUNO RECEBE A CARTELA DO BINGO AS FIGURAS;
- O PROFESSOR SORTEIA AS FORMAS GEOMÉTRICAS, MOSTRA E/OU FALA;
- O ALUNO DEVERÁ PROCURAR NA SUA CARTELA A FIGURA CORRESPONDENTE ÀQUELA SORTEADA PELA PROFESSORA E MARCAR.
- GANHA QUEM COMPLETAR PRIMEIRO A CARTELA.

OBSERVAÇÃO:

O PROFESSOR DEVERÁ TER O CUIDADO DE ANEXAR NUMA CARTELA OBJETOS CONCRETOS PARA OS ALUNOS COM BAIXA VISÃO, COMO POR EXEMPLO: TAMPINHAS DE REFRIGERANTE, CAIXINHAS DE FÓSFORO OU REMÉDIO, PEÇAS DE BLOCOS LÓGICOS ETC.

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JOGO DA TRILHA




OBJETIVO:


• FAZER CORRESPONDÊNCIA ENTRE A QUANTIDADE SORTEADA NO DADO E A CONTAGEM DAS “CASAS” NA TRILHA
• FAZER CORRESPONDÊNCIA GRAFEMA / FONEMA
• CUMPRIR TAREFAS DE ACORDO COM AS “ORDENS” ESCRITAS NOS CARTÕES
• IDENTIFICAR E LER PALAVRAS


DESENVOLVIMENTO:

• SEPARAR OS CARTÕES EM QUATRO MONTINHOS, DE ACORDO COM AS CORES;
• DEIXAR OS MONTINHOS SOBRE A MESA, DE FORMA QUE AS INSTRUÇÕES FIQUEM PARA BAIXO;
• SORTEAR O DADO PARA DECIDIR QUEM INICIA O JOGO;
• DE ACORDO COM A CASA EM QUE O MARCADOR PARAR, O ALUNO RETIRA UM CARTÃO DO MONTINHO CORRESPONDENTE E SEGUE AS INSTRUÇÕES PEDIDAS NO VERSO DELE;
• QUANDO O MARCADOR CAIR NUMA CASA COM A “BOMBA”, O ALUNO PASSA A VEZ PARA O OUTRO COLEGA;
• VENCE O JOGO QUEM CHEGAR PRIMEIRO AO FINAL DA TRILHA.

OBSERVAÇÕES:

• AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NOS CARTÕES DEVEM ESTAR DE ACORDO COM O NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DOS ALUNOS;
• É IMPORTANTE QUE O PROFESSOR JOGUE JUNTO COM O ALUNO COM DEFICIÊNCIA; DE ACORDO COM A DIFICULDADE O ALUNO PRECISARÁ DE AUXÍLIO PARA LER OS CARTÕES E EXECUTAR A TAREFA PROPOSTA;
• É IMPORTANTE QUE O PROFESSOR PLANEJE SITUAÇÕES PARA O REGISTRO DO JOGO;
• OS DADOS PODEM TER MARCADORES NUMÉRICOS OU APENAS MARCADORES COMO: BOLINHAS OU OUTROS.


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MATERIAL ADAPTADO




Plano de aula - 1º ano

Plano de aula aplicado nos dias 09 e 11/10 
Conteúdos:
- Reconhecimento do alfabeto;
- Relação imagem/escrita;
- Reconhecimento da letra inicial de cada imagem;
- Iniciação a leitura.
- Criação de histórias.

Objetivos:
- Reconhecer o alfabeto;
- Relacionar imagem/escrita;
- Reconhecer a letra inicial de cada imagem;
- Ler as palavras;
- Incentivar a criatividade;
- Inventar histórias.

Encaminhamento Metodológico:
- Fazer o caminho das letras;
- Procurar imagens relacionadas as letras escolhidas;
- Registro das palavras;
- Leitura das palavras;
- Inventar uma história com as imagens escolhidas;
- Registro da história (professora).

Recursos:
Papel sulfite, canetinha, tesoura, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera, cola, revistas, livros.

 Critérios de avaliação:
- Reconhece o alfabeto;
- Relaciona imagem/escrita;
- Reconhece a letra inicial de cada imagem;
- Le as palavras;
- Criatividade.

Instrumentos de avaliação:
- Relação imagem/escrita;
- Registro das palavras;
- Leitura;
- Produção de texto oral.

PLANEJAMENTO E ROTINA NA ALFABETIZAÇÃO



                                                              Planejamento de Ensino

Antes de iniciar o trabalho com a turma de 1º ano, é importante que o professor, ao planejar, organize atividades voltadas para a sistematização das práticas sociais de leitura e de escrita. A língua portuguesa deve ser o eixo de todas as áreas de conhecimento.
Ao planejar, o professor deve estar  atento ao tempo escolar, definindo bem os tempos de leitura e de escrita propostos na rotina semanal. Outros critérios precisam ser levados em conta:

  • organização da turma na sala (duplas, trios, círculo etc);
  • diferenças (a turma pode ter crianças em diferentes níveis de conhecimento em relação à escrita. O professor não deve encarar isso como um problema. Cada aluno é importante e traz características que devem ser identificadas e aproveitadas. A orientação é ajustar o foco, pensar nas possibilidades de interação e troca e seguir em frente com o trabalho);
  • o desenvolvimento das atividades (estratégias de ensino e etapas);
  • recursos didáticos (materiais a serem utilizados nas atividades);
  • avaliação (desenvolvimento da aprendizagem do aluno, desenvolvimento das atividades, intervenções...)


O planejamento deve ter como princípio O QUE ENSINAR, PARA QUE ENSINAR, COMO ENSINAR; o professor precisa ter claro para si, o que espera que os seus alunos aprendam. É fundamental que as ações pedagógicas previstas no seu planejamento, possam além de possibilitar os alunos o domínio da técnica do ler e do escrever, a utilização dessas habilidades em práticas sociais em que a leitura e a escrita sejam necessárias.
Desde o início, o professor deve considerar que os seus alunos trazem experiências de leitura e de escrita de menor ou maior intensidade. Assim, se faz necessário pensar maneiras ou estratégias para aproveitar esses conhecimentos prévios dos alunos.

Rotina Semanal

Organizar uma rotina semanal é fundamental para orientar o planejamento das ações pedagógicas e o cotidiano da sala de aula. O professor precisa ter clareza de quais itens devem ser contemplados e com que regularidade devem ser praticados, possibilitando o sucesso de todos os alunos no processo de alfabetização.

      Uma rotina semanal deve contemplar:

  • Leitura feita pelo professor (variando os gêneros) TODOS OS DIAS.
  • Atividades de reflexão e apropriação do sistema de escrita alfabético(identificação e reconhecimento das letras do alfabeto, relação letra/som, composição e decomposição de palavras etc) TODOS OS DIAS.
  • Produção escrita (escrita espontânea feita pelo aluno, escrita feita pelo professor, texto coletivo etc) PELO MENOS 2 VEZES POR SEMANA.
  • Interpretação de texto (ideia central, reconhecimento e função do gênero) PELO MENOS 2 VEZES POR SEMANA.
  • Oralidade (desenvolvimento de habilidades para utilizar a fala nos diversos contextos sociais)

Observação: Na rotina semanal devem constar também as outras áreas de conhecimento (Matemática, História, Geografia, Ciências, Artes), não esquecendo de que a Língua Portuguesa deve ser o eixo principal.

Cabe ao professor alfabetizador conhecer e compreender a proposta metodológica do município, para assim planejar suas aulas baseadas nos princípios contidos nesse referencial (REDEALFA).
Segundo Magda Soares (2003), o professor deverá organizar o processo de construção da leitura e da escrita de forma sistemática e metodológica. É importante que as atividades desenvolvidas com os alunos das turmas de 1º ano possam facilitar o acesso às práticas sociais de leitura e de escrita, assim como, também permitir que as técnicas do sistema de escrita  alfabética sejam aprendidas - capacidades indispensáveis para a formação de crianças leitoras e produtoras de textos orais e escritos.

Coordenação de Alfabetização

Referências bibliográficas:

Pró-Letramento. Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Alfabetização e Linguagem. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Brasília. 2008
Referencial de Alfabetização para a Rede Municipal de Ensino (REDEALFA)
SOARES, Magda Becker. A reinvenção da Alfabetização. [Presença Pedagógica]. Belo Horizonte, nº 52, jul./ago. 2003

Planejamento inicial: o que pretendo fazer para alfabetizar meus novos alunos

O planejamento inicial deve criar um ambiente em que todos possam se conhecer e se entrosar. (Foto: Mariana Pekin)
Para que todos se conheçam
A preocupação número 1 é conhecer melhor os alunos e criar um ambiente para que eles se entrosem, especialmente quando há gente nova na turma. Começo com uma roda de conversa, baseada em uma ficha de entrevista que preparo previamente. Gosto de mesclar aquelas questões óbvias com perguntas divertidas, que vão além do nome e da idade. Por exemplo: Se você fosse um animal, qual seria? E se fosse uma cor? Quem é a pessoa mais séria da sua família? E a mais divertida? O que te deixa feliz? O que te deixa triste? Qual sua comida favorita? Qual é a brincadeira que mais gosta? Dessa forma descontraída – com muitas risadas das crianças, eu garanto – consigo saber mais sobre meus alunos.
Dinâmicas para refletir
Solidariedade e espírito coletivo são valores que precisam ser trabalhados desde os primeiros dias, e nada melhor do que propor dinâmicas que envolvam toda a classe. Faço sempre uma que chamo de “Coletivo Humano”. Funciona assim: os alunos se dividem em grupos e recebem como missão montar a representação de um corpo humano, do tamanho de uma criança, de papel. No centro da sala, deixo vários “braços”, “pernas”, “cabeças”, “troncos” e “corações” de cartolina amontoados, à disposição de todos, na quantidade exata para que cada grupo forme a sua figura humana completa, sem sobrar nem faltar. Ao meu sinal, os pequenos têm que se dirigir ao amontoado, escolher as peças, voltar para o grupo e montar. Isso é tudo o que dou de instrução.
Aí acontece uma coisa curiosa. Mesmo sem estipular um tempo para isso, as crianças se apressam a pegar as partes, sem nem pensar se vão utilizar todas ou não. Resultado: tem grupo que fica sem perna, com três braços, com duas cabeças... Por outro lado, há grupos que se ajudam e trocam peças entre si. Depois de concluir a tarefa, fazemos uma reflexão para cada situação que surgiu e tiramos delas algumas conclusões como:
  • Para tudo o que fazemos em sala de aula, é preciso combinar o papel de cada um e ter consciência de que todos são importantes para construir um bem em comum.
  • Quando ajudamos uns aos outros, tudo pode dar certo.
  • Não precisamos de coisas além do necessário. Ao fazer isso, deixamos os outros à mingua e contribuímos com o desperdício.
  • É preciso prestar atenção às orientações da professora, pois elas são importantes para realizar bem as atividades propostas.
Estímulo à leitura
Em 2017, quero promover um intercâmbio de leituras mais intenso entre escola e família. Várias professoras que conheço sempre fazem um caderno itinerante que vai para a casa de cada aluno, no final de semana, junto com um livro para ser lido com os pais. Depois de lerem juntos, fazem um registro por escrito e com desenhos, com suas impressões sobre a obra e a experiência em família. Pensei em fazer isso com os alunos menores, da alfabetização, e com os maiores, que poderão registrar sozinhos.
Já tive a oportunidade de ler os registros das famílias e é emocionante! É claro que às vezes acontecem alguns problemas, mas nada que comprometa a participação geral, e os registros são socializados com todos em sala de aula. É uma ótima maneira de incentivar a leitura e a participação dos pais na vida escolar.
Primeiros passos na alfabetização
Tudo começa com a escolha de temas potencialmente significativos para as crianças. Já alfabetizei com vários assuntos, como brincadeiras infantis, animais, lengalengas, músicas que fazem parte do repertório infantil, entre outros. São temas com os quais a maioria das crianças se identifica, mas essa escolha pode variar de acordo com o interesse de cada turma.
Nestas férias, mexendo nas minhas coisas, encontrei a coleção Corpim, do Ziraldo, com seis livros que exploram algumas partes do corpo humano: O Joelho JuvenalDodóO Sorriso Chamado Luiz, entre outros títulos. O Ziraldo sabe como falar às crianças e esses livros serão um bom ponto de partida para leituras e escritas. O corpo humano é um assunto que interessa muito aos pequenos, faz parte do currículo dos anos iniciais e rende ótimas atividades de alfabetização. Além das leituras, pretendo propor escritas e leituras dos nomes de cada parte, produção de textos de memória, como parlendas que explorem o tema, leitura e cantoria de músicas, brincadeiras, escrita de fichas de dados pessoais e textos autorais com o tema “Eu sou assim...”, e, quem sabe, até a escrita coletiva de um livro de curiosidades sobre o corpo humano.
Pensei em aproveitar o tema até na sondagem inicial. Dá para explorar uma lista de palavras com diferentes níveis de complexidade, como “sobrancelha”, “intestino”, “cabeça”, “orelha”, “nariz”, “braço”, “mão” e “pé”. E a frase pode ser: “Eu vou deixar meu corpo sempre bem limpinho.”
Já para os maiores, é bem interessante pedir que leiam sozinhos e preencham uma ficha com seus dados pessoais (nome, idade etc.). Essa ficha pode conter também perguntas diferenciadas, como por exemplo:
Como você se descreve com:
Uma palavra ______________
Uma frase ________________
Uma imagem _____________
Uma cor _________________

Mara Mansani

quinta-feira, 7 de junho de 2018

TANGRAM EM FORMA DE CORAÇÃO


O Tangram coração é um quebra-cabeças com 9 peças, partindo de um quadrado central, que pode ser também usado  para se formar as mais diversas imagens.  


sexta-feira, 1 de junho de 2018