quarta-feira, 8 de julho de 2015

Atividade Psicomotricidade Fina Alinhavo com Morcego de Papelão e Barbante

Atividades de alinhavo são uma excelente forma de se trabalhar o desenvolvimento da coordenação motora fina das crianças.
A temática da vez é Halloween e reciclagem.

Morceguinho para Decoração Halloween com Molde GrátisAtividade Psicomotricidade Fina Alinhavo com Morcego de Papelão e  Barbante
A novidade é que este morcego foi feito com sobras de papelão e pintado com guache preto, o que pode ser feito pelas crianças no dia anterior como preparação para atividade de alinhavo, implicando em que  atividade seja realizada por etapas, sendo que em cada uma delas poderá ser trabalhado a coordenação motora fina, seja pelo traçar o morcego com ajuda do molde, utilizar a tesoura para recorte na linha e pintar com pincel, ou bucha, etc...
Como etapas posteriores, o professor levará os morcegos pintados e recortados pelos alunos para casa onde serão feitos os furos por onde o barbante passará e no dia seguinte fará a proposta de fazer o alinhavo que terá como alguns objetivos:
  • Estimular o lado criativo e a sensibilidade motora da criança;
  • Contornar a figura através das perfurações;
  • Desenvolver a coordenação viso motora;
Caso prefira o professor pode deixar os morcegos sem a pintura e utilizar para o alinhavo fios de lã em cores vibrantes.

Atividade Psicomotricidade Fina Alinhavo com Morcego de Papelão e  Barbante

Como podem perceber os recursos a serem utilizados nesta atividade são:

  • Papelão
  • Tesoura
  • Tinta guache ( opcional)
  • Barbante ou fios de lã
  • Furador
  • Pincel ou bucha (opcionais)
  • Olhos e cola (opcionais)

Espero que tenham gostado desta proposta de atividade e possam utilizá-la em sala de aula.

TEA – Transtorno do Espectro Autista II

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) engloba diferentes síndromes marcadas por perturbações do desenvolvimento neurológico com três características fundamentais, que podem manifestar-se em conjunto ou isoladamente. São elas: dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem e no uso da imaginação para lidar com jogos simbólicos, dificuldade de socialização e padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
Também chamado de Desordens do Espectro Autista (DEA ou ASD em inglês), recebe o nome de espectro (spectrum), porque envolve situações e apresentações muito diferentes umas das outras, numa gradação que vai da mais leves à mais grave. Todas, porém, em menor ou maior grau estão relacionadas, com as dificuldades de comunicação e relacionamento social.

Tipos

De acordo com o quadro clinico, o TEA pode ser classificado em:
1) Autismo clássico – o grau de comprometimento pode variar de muito. De maneira geral, os portadores são voltados para si mesmos, não estabelecem contato visual com as pessoas nem com o ambiente; conseguem falar, mas não usam a fala como ferramenta de comunicação. Embora possam entender enunciados simples, têm dificuldade de compreensão e apreendem apenas o sentido literal das palavras. Não compreendem metáforas nem o duplo sentido. Nas formas mais graves, demonstram ausência completa de qualquer contato interpessoal. São crianças isoladas, que não aprendem a falar, não olham para as outras pessoas nos olhos, não retribuem sorrisos, repetem movimentos estereotipados, sem muito significado ou ficam girando ao redor de si mesmas e apresentam deficiência mental importante;
2) Autismo de alto desempenho (antes chamado de síndrome de Asperger) – os portadores apresentam as mesmas dificuldades dos outros autistas, mas numa medida bem reduzida. São verbais e inteligentes. Tão inteligentes que chegam a ser confundidos com gênios, porque são imbatíveis nas áreas do conhecimento em que se especializam. Quanto menor a dificuldade de interação social, mais eles conseguem levar vida próxima à normal.
3 ) Distúrbio global do desenvolvimento sem outra especificação (DGD-SOE) – os portadores são considerados dentro do espectro do autismo (dificuldade de comunicação e de interação social), mas os sintomas não são suficientes para incluí-los em nenhuma das categorias específicas do transtorno, o que torna o diagnóstico muito mais difícil.

Incidência

Não faz muito tempo, o autismo era considerado uma condição rara, que atingia uma em cada duas mil crianças. Hoje, as pesquisas mostram que uma em cada cem crianças é portadora do espectro, que afeta mais os meninos do que as meninas.  Em geral, o transtorno se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias.
As manifestações na adolescência e na vida adulta estão correlacionadas com o grau de comprometimento e com a capacidade de superar as dificuldades seguindo as condutas terapêuticas adequadas para cada caso desde cedo.
O diagnóstico é essencialmente clínico. Baseia-se nos sinais e sintomas e leva em conta os critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).o comprometimento e o histórico do paciente
Causas
Estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos, biológicos e ambientais. No entanto, saber como o cérebro dessas pessoas ainda é um mistério para ciência.

Tratamento

Ainda não se conhece a cura definitiva para o transtorno do espectro do autismo. Da mesma forma não existe um padrão de tratamento que possa ser aplicado em todos os portadores do distúrbio. Cada paciente exige um tipo de acompanhamento específico e individualizado que exige a participação dos pais, dos familiares e de uma equipe profissional multidisciplinar visando à reabilitação global do paciente. O uso de medicamentos só é indicado quando surgem complicações e comorbidades.

Família

O diagnóstico de autismo traz sempre sofrimento para a família inteira. Por isso, as pessoas envolvidas – pais, irmãos, parentes – precisam conhecer as características do espectro e aprender técnicas que facilitam a autossuficência e a comunicação da criança e o relacionamento entre todos que com ela convivem.
Crianças com autismo precisam de tratamento e suas famílias de apoio, informação e treinamento. A AMA (Associação dos Amigos dos Autistas) é uma entidade sem fins lucrativos que presta importantes serviços nesse sentido.


  Por Dr. Drauzio Varela

Atividades/Onomatopéias





terça-feira, 7 de julho de 2015

Como ajudar as crianças a ultrapassar o medo do escuro


Quando chega a hora de dormir – todas elas são manifestações relativamente comuns nas crianças, afetando a maioria da pequenada em algum momento da sua infância. A forma como os pais lidam com estes medos também afetará a capacidade da criança adormecer e a qualidade do seu sono. Conheça as razões subjacentes ao medo do escuro, os sinais típicos que o caracterizam, e dicas para ultrapassar esta fase com sucesso.

Quando é que as crianças têm medo do escuro?

A explicação para esta fase que todas as crianças passam prende-se, acima de tudo, com o facto de a capacidade imaginativa das crianças ser estimulada ao máximo durante a infância, atingindo níveis praticamente ilimitados e irrefreáveis. Trata-se de uma fase normal de desenvolvimento que, por vezes, se prolonga por mais tempo do que a maioria dos pais consideraria expectável, iniciando-se por volta dos 2 anos e estendendo-se até aos 8 ou 9 anos de idade. Durante esta fase, a pequenada absorve tudo o que a rodeia, a um ritmo alucinante e, consequentemente, a sua capacidade de imaginação é gigante – o que significa que agora ela é capaz de imaginar coisas novas e assustadoras.

Porque é que as crianças têm medo do escuro?

E considerando que boa parte do dia das crianças é passado imersa em jogos fantasiosos (na companhia de dragões, dinossauros e vilões), pode ser difícil desligar desse mundo na hora de dormir. Até mesmo coisas familiares que nunca foram assustadoras antes, tais como o seu quarto, de repente podem parecer tenebrosas, quando sobrepostas com o pano de fundo inventivo que a criança evocou e desenvolveu ao longo do dia inteiro. Além disso, nesta fase, os mais pequenos ainda estão a tentar aprender a traçar uma linha de separação entre a realidade e a fantasia, pelo que a possibilidade de uma criatura invisível estar debaixo da sua cama não parece minimamente inusitada. Adicionalmente, as crianças em idade pré-escolar começam a perceber que existem coisas e pessoas no mundo que podem fazer-lhes mal e não é raro quererem fechar janelas ou perguntar “e se os ladrões entrarem na nossa casa?”. A função dos adultos é ajudá-las a compreender a diferença entre um perigo real (aceitar boleia de um desconhecido) e algo que apenas parece um perigo (a “bruxa” no espaço vazio entre a cama e a parede).

Manifestações dos medos noturnos

As manifestações clássicas dos medos noturnos infantis incluem:
  • Medo do escuro
  • Medo de seres sobrenaturais
  • Medo de dormir sozinho
  • Medo das sombras
  • Medo de ruídos
Face a um ou mais medos como estes, as crianças podem recusar-se a ir dormir, ou arranjar os pretextos mais descabidos para retardar ao máximo a hora de enfrentar a cama. Outras apresentarão choros compulsivos ou sinais de ansiedade, tais como tremores e suores frios. Urinar na cama também pode ser um sintoma de medos noturnos. Contudo, é importante ter em conta que cada criança lida com o medo do escuro de forma distinta, pelo que outras manifestações são perfeitamente possíveis.

7 estratégias para ajudar as crianças a ultrapassar o medo do escuro

  1. Em primeiro lugar, há que identificar com precisão o medo da criança. É importante ouvir com atenção o que a pequenada tem a dizer e questioná-la abertamente acerca daquilo que a inquieta na hora de dormir. Evite brincar com ou descartar os medos da criança, pois, aquilo que parece engraçado ou trivial a um adulto, tem contornos extremamente reais aos olhos dos mais pequenos.
  2. Neste aspeto, nunca se deve apoiar as crenças das crianças, mas sim negar e destruí-las. Por exemplo, os pais que afirmam que irão “matar” o monstro debaixo da cama estão simplesmente a confirmar a existência de tal criatura, o que desassossega a criança e lhe retira conforto. Em vez disso, podem usar um foco para, no quarto escuro, espreitar debaixo da cama e confirmar que não existem lá monstros!
  3. De seguida, é fulcral tranquilizar a criança, mas não se deve cair na tentação de deixá-la dormir fora da sua cama, evitando principalmente que durma na cama dos pais. Depois de a acalmar gentilmente, há que ser firme e dizer-lhe que deve voltar para a sua cama. Caso a criança acorde durante a noite e chame os pais, deve-se perguntar novamente qual é o problema e, de seguida, dizer-lhe que está tudo bem, que ela está segura e nada vai incomodá-la, pelo que ambos podem dormir confortavelmente nas suas próprias camas. Fazer com que a criança permaneça na sua cama é extremamente importante, pois só assim ela aprenderá a confiar que o quarto é um local seguro durante a noite. Em última instância, o adulto pode juntar-se à criança no quarto dela, evitando o inverso. Outra opção consiste em dizer à criança que será vigiada por um adulto, espreitando o seu quarto em intervalos temporais progressivamente maiores (inicialmente de 5 em 5 minutos, depois de 15 em 15 minutos, e assim sucessivamente).Esta estratégia assegura a criança de que alguém irá verificar que está efetivamente bem.
  4. Os momentos que antecedem a hora de dormir devem ser felizes e tranquilos. Nos 30 a 60 minutos anteriores à hora de deitar, a criança não deve ser exposta a programas televisivos com muita ação ou de terror; nem a jogos na tablete ou telefone; evitando-se ainda histórias assustadoras/perturbadoras ou outros estímulos inquietantes.
  5. Devem ser permitidos objetos que projetem a sensação de segurança na pequenada. De modo a proporcionar calma e conforto à criança, é importante deixá-la dormir com o seu peluche, brinquedo ou cobertor favorito (ou mais do que um ou todos se isso ajudar!). Caso ela queira a luz acesa, é recomendável uma luz de presença que pode ficar ligada na sua configuração mais fraca dentro do próprio quarto. A porta do quarto também pode e deve ficar aberta.
  6. Durante o dia, é recomendável trabalhar na promoção das capacidades de autoconfiança da pequenada. Por exemplo, fazer com que a criança partilhe os seus medos e receios, de modo a que possam ser discutidas formas alternativas de lidar com os mesmos. Noutra perspetiva, estimular a sua responsabilidade com a atribuição de uma tarefa doméstica, por exemplo, também vai reforçar a sua autoconfiança.
  7. O reforço positivo é muito importante ao longo de qualquer processo de aprendizagem das crianças. Por exemplo, por cada noite que a criança permaneça na cama, pode-lhe ser dado um autocolante para que ela possa colecioná-los. Um mimo especial ao pequeno-almoço, brinquedos ou outros prémios, são tudo formas marcantes de recompensar a criança e reforçar a sua autoconfiança. Além disso, frases de reconhecimento positivo como: “ontem à noite portaste-te muito bem” são sempre uma boa aposta.

A Criança e as Tarefas Domésticas

Atribuir tarefas às crianças é uma das melhores técnicas de educação infantil e uma excelente maneira de criar um sentimento de competência e cooperação construindo uma unidade familiar mais forte.

As tarefas domésticas estabelecem hábitos úteis e ensinam lealdade e compromisso com o trabalho. Crianças que crescem vendo tarefas como uma parte normal do cotidiano encontram muito mais facilmente o fluxo para a vida adulta do que aquelas sem essa responsabilidade.

Como começar?

Obter a ajuda do seu filho nas tarefas pode ser um pouco difícil no início, uma dose extra de paciência pode ser necessária. Para algumas famílias é relativamente fácil ensinar os filhos sobre o que fazer e como fazer, mas para outras famílias isto pode ser um grande problema.
Uma dica é que você transmita ao seu filho ainda em tenra idade que todos os membros da família devem trabalhar juntos para fazer funcionar o lar e que cada pessoa deve fazer a sua parte, incluindo ele. Outras dicas são:
  • Ensine uma tarefa de cada vez. As crianças podem ficar confusas quando são obrigadas a aprender varias tarefas de uma única vez.
  • Decomponha a tarefa em pequenas partes. Não diga para limpar o quarto, seja específica, "tire o pó", "troque os lençóis" etc.
  • Aplicar conseqüências lógicas. Se seu filho se esquece varias vezes de guardar a bicicleta no lugar certo. Uma conseqüência lógica seria deixá-lo sem andar de bicicleta por alguns dias.
  • Não faça a tarefa do seu filho se ele se recusar ou esquecer. Se isto acontecer, ele estará demonstrando duas coisas: Você não tem autoridade e porque ele cumpriria tal tarefa se tem alguém que faça por ele.

Tarefas apropriadas a cada idade

Tenha em mente que nem todas as crianças são capazes de fazer as mesmas tarefas com a mesma idade. Deixe seu filho seguir suas habilidades e interesses. Dê-lhe retorno ao longo do caminho para ajudá-lo na sua aprendizagem. Lembre-se que você está preparando o terreno para seu filho se sentir "bem ajudando" e no entendimento de que os membros da família devem trabalhar juntos para manter o lar.
Segue uma lista de tarefas da qual você pode escolher algumas para seu filho:
  • Crianças de 2 a 3 anos de idade: Guardar brinquedos, colocar roupas sujas no cesto, limpar o pó das estantes mais baixas.
  • Crianças de 4 a 5 anos de idade: Arrumar cama, esvaziar lixeiras, arrancar ervas daninhas, varrer migalhas, regar flores, lavar louças de "plástico".
  • Crianças de 6 a 7 anos de idade: Aspirar o quarto, tirar o pó, ajudar a preparar o almoço, manter quarto sempre arrumado, preparar seu lanche, atender ao telefone.
  • Crianças de 8 a 9 anos de idade: Lavar louça, guardar mantimentos, ajudar a fazer o jantar, preparar a mesa, dobrar e guardar roupa, descascar legumes, passar pano no chão.
  • Crianças a partir ou acima dos 10 anos de idade: Lavar, secar e guardar louça, dobrar roupas, limpar banheiros, lavar o carro, preparar refeições simples com a supervisão de um adulto, passar roupa, cuidar da roupa suja, cortar grama, trocar a roupa de cama.
Lembre-se, cada criança tem estilos diferentes de aprendizagem e habilidades e que a lista acima não pretende ser cegamente seguida. Empurrar seu filho para fazer muito em pouco tempo pode resultar em uma criança, sobrecarregada e frustrada.

Psicomotricidade Fina através do Manuseio da Tesoura - Confeccionando Leão

Nossa ideia de hoje propiciará à criança que utilize a tesoura, lápis de cor, canetinha e fita adesiva, e terá como principal objetivo favorecer o desenvolvimento de habilidades motoras finas . Habilidades estas que serão de extrema importância em sua jornada cotidiana, como também no futuro processo de aquisição da escrita.
O foco principal da atividade é o trabalho da psicomotricidade  fina através do manuseio da Tesoura

Utilizar a tesoura favorece à criança o desenvolvimento dos músculos da mão , coordenação bi-lateral, uma vez que  uma das mãos corta e a outra serve de suporte , e a coordenação olho-mão .
Faremos um leãozinho que pode ser transformado em uma máscara ou fantoche. Pode ainda compor um mural com a música O Leão de Vinicius de Moraes e servir de apoio para outras atividades ao longo da semana.


Psicomotricidade Fina através do Manuseio da Tesoura - Confeccionando Leão

Se sua turma ainda é de berçário, comece oferecendo tesouras de plástico e massinha de modelar para que recorte, e vá introduzindo os outros tipos de  tesoura à medida que ela for amadurecendo.
Há tesouras de picotar em zigue-zague, onduladinho ou, de corte reto e a criança pode se divertir recortando muitos tipos de materiais.Mas vamos às etapas de confecção de nosso leão para o trabalho de Psicomotricidade Fina através do Manuseio da Tesoura.

Psicomotricidade Fina através do Manuseio da Tesoura - Confeccionando Leão Você vai precisar de:

  • Lápis de cor ou canetinhas
  • Molde impresso da cara de leão
  • Tesoura
  • Cola
  • Canudo
  • Papel cartão , cartolina, ou papel de origami amarelo ou laranja.
  • Compasso ou um prato

Em ação:

1-Comece marcando o círculo com um compasso ou um prato.
Se for dar a  forma pronta para a criança faça o círculo com compasso. Caso elas j[a tenham maturidade para fazerem sozinhas entregue um prato de plástico para que cada uma risque seu círculo e corte.
2-Imprima o molde da cabeça, recorte e pinte
Psicomotricidade Fina através do Manuseio da Tesoura - Confeccionando Leão

3-Cole a cabeça sobre o círculo e faça cortes em toda a extensão até fazer uma juba
Para crianças menores o professor pode delimitar com riscos e deixar que cortem por cima dele  
4-Por fim, fixe com fita adesiva um canudo ou palito de churrasco

E está pronto seu leão!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Chico Bento - Dificuldades ortograficas

Algumas atividades do Chico Bento para compor aquela apostila que postei semana passada, agora com algumas dificuldades ortográficas e trabalhando o ga, go, gu e o ca, co, cu.

Os meus filhos eu alfabetizei assim, separando os sons.
Beijos e aproveitem as atividades.