segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Adultos com Síndrome de Asperger...


Adultos com Síndrome de Asperger são geralmente muito inteligente. Mas muitas vezes eles têm dificuldade em se comunicar e se relacionar com os outros. O adulto com Asperger pode ter interpretações ao pé da letra ou ter dificuldade em perceber as expressões faciais e linguagem corporal. Devido a isso, ela pode não ser capaz de compreender e respeitar as regras e normas sociais.

Relacionar com os outros
Adultos com Asperger têm dificuldade em se relacionar com os outros verbalmente...
Eles reagem de forma inadequada em situações sociais, criando às vezes choque e constrangimento. Quando eles percebem que isso tenha acontecido, eles podem retirar-se em si mesmos, ou podem tornar-se irritado. Devido a isso, as outras pessoas só acham o adulto com Asperger é apenas uma pessoa estranha, desconectada, e que evitar o contato com eles.

Problemas da família
A incapacidade do adulto com Asperger se relacionar com outras pessoas podem criar turbulência real para a família e aqueles que se preocupam com ela. Em muitos casos só é diagnosticada a síndrome de Asperger, no momento em que o stress e frustração tomou seu pedágio, em ambos a família e paciente de Asperger. que buscam orientações e ajuda medica descobrem a condição... 
Aspergers podem ser solitários. Por causa de sua inaptidão social, é difícil para um adulto com Asperger ter relações significativas ou de longo prazo com amigos e familiares.

Ajuda através de coaching
O adulto com Asperger geralmente precisa de formação social e condicionado para ensiná-lo como se relacionar com os outros, ler sinais sociais e participam normalmente em situações sociais do dia-a-dia. Ele precisa de ajuda para entender o que aqueles ao seu redor estão dizendo, pensando e sentindo. O treinador do Asperger vai trabalhar com o indivíduo para ajudá-lo a compreender e tentar "ler" situações sociais. O treinador também irá ajudá-lo a implementar rotinas, organizar o seu dia e ajudá-lo a identificar as áreas de sua vida que precisam ser melhoradas.

Esperança
Através de compromisso, paciência e apoio de familiares, amigos e profissionais capacitados, o adulto com Asperger pode viver uma vida de felicidade e realização.

referencias: ehow.com
Escrito por Jacqueline Trovato
tradução e adaptação livre.

Receita de massa de modelar com glitter

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Que tal aprender a fazer uma massa de modelar que brilha como o céu cheio de estrelas? Além de ser uma proposta divertida, é uma proposta que vai fornecer estimulação sensorial. Nesta receita você pode usar cores variadas na massinha e no glitter, ou seja, basta a soltar a imaginação e ter um material super diferente.
Para a receita da massinha com glitter, os ingredientes são:

1 xícara de farinha
1 xícara de água *
Aquarela escura (tinta) *
2 colheres de chá de cremor tártaro
1/3 xícara de sal
1 colher de sopa de óleo vegetal
1 colher de chá de gelatina sem sabor

No preparo você primeiro define a cor que sua massinha terá. A xícara de água da receita será usada para misturar a aquarela e se chegar a cor que deseja. Tente 7/8 de água deixando o restinho para a tinta. Depois de ter sua xícara de cor pronta, coloque em uma panela média e polvilhe a gelatina em pó por cima. Ligue o fogo alto e agite o líquido durante alguns minutos, até a gelatina se dissolver. Depois disso, diminua o fogo e adicione o resto dos ingredientes (exceto o glitter). Coloque o fogo em temperatura média e mexa constantemente até a massa engrossar e começar a formar um amontoado na colher (isso só deve demorar cerca de um minuto). Neste ponto, retire do fogo e vire a massa sobre uma placa ou papel para esfriar. Quando esfriar, amasse e ponha o glitter!! Pronto!!!

Caixa de arroz colorido: muito a sentir, mexer, perceber, brincar e criar

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Este é um dos materiais mais simples e de múltipla utilidade na clínica e na educação.
Para qualquer idade, gênero e inúmeros propósitos.

Eis alguns deles:
-Só em colocar as mãos ou os pés na caixa cheia de arroz já estimula noções do corpo, sensação e percepção. A partir do movimento é também uma forma de estimular a propriocepção.
Dependendo do objetivo e idade pode ser estimulado a discriminação da  percepção corporal e de objetos. E o melhor, regulando o tônus.
-Tenho usado também com adultos na Eutonia. Proporciona outra referência indo além da experiência tátil. Experimente e se deleite.
Certa vez, uma criança comentou que a sua mão ficava mais macia.

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– Para crianças com hipersensibilidade tátil: por ser colorido e de toque suave torna-se convidativo para brincadeiras de colocar as mãos, os pés, sentir os dedos mexendo na superfície e profundidade. Ampliando o repertório de sensações táteis.
– Na brincadeira de achar os objetos escondidos no fundo da caixa sem o auxilio da visão, a criança vai refinando o aparato sensório-motor e perceptivo. O que é preciso fazer com as mãos para encontrar o objeto? E como manipular o objeto na mão para reconhecê-lo? Parece fácil mas requer maturidade neurológica.

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– Podemos fazer desenhos e escrita usando pouco arroz no recipiente, com os pés e mãos.

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– O arroz pode passar a ser um mar ou rio para pescaria. Usar o imaginário para ações de coordenação motora, planejamento motor, coordenação viso motora podendo ser combinado ao equilíbrio nas diferentes posturas e planos. Na terapia de Integração Sensorial podemos combinar o uso de balanço suspenso que se transforma em barco.

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Como fazer:
Usei 5 kg de arroz, 3 cores de anilina comestível e colori no arroz embebido com álcool, separadamente. Rápido, fácil e ainda fica mágico podendo ser feito com a criança. Depois de seco mistura tudo e coloca em um recipiente fundo.

Blog: Reab.com

Entenda a dislexia



Pesquisa recente da IDA, a Associação Internacional de Dislexia, mostra que entre 5% e 17% da população mundial sofrem com o distúrbio. Os primeiros sinais podem ser detectados já no processo de alfabetização, pois crianças com o problema encontram mais barreiras na compreensão.

Dificuldades para ler e escrever, letra cursiva disforme e lentidão para aprender. Antes de sobrecarregar a criança de castigos e responsabilidades, procure investigar se ela não sofre do transtorno. Situações corriqueiras "como confundir a direita com a esquerda, dificuldade em usar mapas e amarrar os sapatos também fazem parte do diagnóstico de um dislexo", revela a presidente da Associação Brasileira de Dislexia, Rosemari Marquetti de Mello.

Para quem vive o problema ou convive com ele, é importante, antes de tudo, ter consciência de que não está lidando com uma doença. A fonoaudióloga Fabiana Werneck, da Clínica Movimentos, no Rio de Janeiro, esclarece: "Ressalto que a dislexia é uma dificuldade, não uma patologia. É um problema da linguagem que independe do sexo, do nível econômico e do grau de inteligibilidade, pois os pacientes com dislexia têm inteligência normal". Por esse motivo, a presidente da Associação Brasileira de Dislexia defende que os dislexos devem levar uma rotina comum: "Ele não é um deficiente. Ele tem todas as condições de frequentar uma escola normal, mas deve ser objeto de uma atenção diferenciada dos professores".

As especialistas afirmam que o transtorno é invariavelmente genético, mas Rosemari Marquetti de Mello ressalva: "Não quer dizer que, seu o seu pai tiver, você terá. Pode pular algumas gerações. Isso decorre de alguns genes que apresentam cromossomos alterados, podendo vir do pai ou da mãe".

Um dos desafios para os dislexos é associar as letras com o som. "A criança ouve uma palavra e o cérebro identifica de maneira diferente. Por exemplo, letras como o 'v' e o 'f', que são muito parecidos, causam muita confusão", continua Marquette de Mello, que destaca o diagnóstico como a parte mais complexa do processo: "Ele deve ser feito através de uma equipe multiprofissional: psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e neurologistas. Fora isso, ainda existem os formulários dados aos pais e professores para avaliar as dificuldades externas ao paciente. É um diagnóstico por exclusão. Se identificarmos, por exemplo, uma menor inteligibilidade da criança, a possibilidade de ela ser dislexa está descartada".

O tratamento é feito de maneira educacional: "Com o diagnóstico pronto, a criança vai ser encaminhada para um fonoaudiólogo, que vai cumprir o papel de reabilitar e minimizar as dificuldades", conta Fabiana Werneck. Ela sugere que a terapia seja acompanhada de ajuda psicológica: "Essa dificuldade acaba gerando uma frustração. E quando essa criança tem dificuldade de lidar com isso é recomendável o apoio de um psicólogo. Muitas vezes a criança se fecha, fica insegura, envergonhada".

Por não se tratar de uma doença, a dislexia não tem uma cura. "Quem nasce dislexo, morre dislexo. Mas o ser humano tem uma capacidade fantástica de adaptação que, dependendo do treino, o paciente pode atingir resultados impressionantes", onta Marquetti de Mello, que faz coro com a fonoaudióloga da Clínica Movimentos: "O paciente vai carregar isso para o resto da vida. Ele precisa ser trabalhado e estimulado através de tratamentos fonoaudiólogos e também psicológicos, para, com o tempo, conseguir administrar essa dificuldade".


 Texto de Sylvio Netto

domingo, 19 de outubro de 2014

Confira 25 sugestões de recursos e atividades

Use prendedor de roupa!! Crie jogos de pareamento com palitos de picolé e prendedores de roupa. Além da tarefa de habilidades manuais finais, você ainda está proporcionando uma tarefa cognitiva! Fonte: beansproutspreschool.com

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Use marcador de texto!!! Use marcador de texto como base para letras e formas, guiando o traço do cliente. Fonte: learnwithplayathome.com

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– Use papel contato!!! Use papel em plano vertical e crie atividades usando papéis coloridos para colar. Monte letras, formas , trabalhe habilidades espaciais e tudo mais que essa brincadeira permitir! Fonte: thegrowingroom.org

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Use latas!!! Use ou oriente o uso de latas e recipientes da cozinha em atividade bimanual de força. Adapte essa ideia e tenha um recurso fácil de fazer e de orientar! Fonte: handsonaswegrow.com

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– Use pote de catchup!!!! Monte uma atividade para trabalhar força e preensão com o pote de catchup e algodão! Fonte: pediastaff.com
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Use corações!!! Use corações e faça um jogo de memória de letras com EVA!!!! Trabalhe maiúsculas e minúsculas; sons das letras e até formas geométricas! Um material colorido e bonito que vai estimular a participação dos pequenos!!! Fonte: No Time for Flascard

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Use o relógio!!! Use o relógio de ponteiros com dados confeccionados de horas e minutos!!! Fonte:countryliving.com

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Use palito de picolé!!!  Adapte o pegador usando palitos de picolé e confeccione outro recurso para trabalhar pinça!

Autismo e as crises...


Autismo e as crises... muitas vezes andam de mãos dadas...
Quase todos os pais de crianças neurotipicas ou autistas são obrigado a lidar com uma birra em algum ponto, mas as birras das crianças autistas são geralmente muito mais grave do que "normais" birras., por isso são chamadas de Colapsos (Meldowns)...
Bem Para se gerenciar os "meltdowns" (Colapsos) efetivamente nessas crianças, é importante entender as causas por trás delas. Embora cada criança é diferente, as mesmas questões básicas desencadea na maioria das crianças com autismo.
Fazer a ligação entre birras e Autismo(diferencie)
As crianças muitas vezes têm acessos de raiva quando eles se tornam excessivamente cansado, irritado ou chateado. Nestes o acessos de raiva são geralmente ligeiros e cessa quando a criança percebe que o pai não está prestando atenção. 
Já em crianças autistas, acessos de raiva podem aumentar e tornar-se violentos. Crianças com autismo podem não compreender ou lembrar porque eles estão chateados, e os "colapsos" não aliviam ou param quando ignorado. Estas crianças experimentam uma maior perda de controle do que as outras crianças.

A interrupção da rotina

Mesmo pequenas mudanças na rotina podem desencadear crises e colapsos em crianças autistas. Rotinas e horários permitem que eles possam se sentir seguro e no controle de seu ambiente. Sabendo que a hora do lanche sempre segue uma soneca, ou que a terapia ocorre todas as tardes antes do jantar, reduz a ansiedade e proporciona conforto. Quando as nomeações, de fora da cidade, convidados, ou uma viagem surpresa ao ver Mickey Mouse ou há alterações da programação diária, as crianças com autismo podem tornar-se extremamente confuso e irritado. os colapsos resultantes podem ser violento e prolongado.

Super estimulação e sobrecarga sensorial

Muitas crianças com autismo ficam mais estimulado por barulho ou atividade no meio ambiente . As crianças autistas são mais propensas do que outras crianças estão a sofrer de distúrbios de integração sensorial que aumentam a sua sensibilidade à luz, barulho, ou certas texturas. Estímulos ambientais, tais como marcas de roupas, luzes que piscam de televisão, salas superaquecidas, tapete áspero, ou cães latindo tudo pode causar um colapso.

Dificuldades Frustração e Comunicação

As crianças autistas têm dificuldade para compreender as direções, e em expressar seus pensamentos e sentimentos, e a formação de conexões entre as palavras e seus significados. 
Devido à sua incapacidade de se comunicar, essas crianças são facilmente frustradas e mais propensa a colapsos e fúrias.
Questionar o seu filho para determinar a fonte de sua frustração é geralmente uma má idéia, enquanto ele está nos passando por um colapso. Você provavelmente aumentará sua frustração e fazer com que o colapso se intensifique ainda mais...


Gestão dos colapsos, em crianças autistas

Como as crianças autistas têm acessos de raiva por razões diferentes das outras crianças, e porque eles são incapazes de se expressar claramente, o gerenciamento de seus colapsos pode ser difícil. As crianças autistas raramente irão usar de ataques de manipular os adultos ou provocar uma resposta emocional das pessoas, o que torna a punição uma estratégia ineficaz. 
A prevenção dos colapsos é muito importante, Pois tentar pará-los, uma vez que começar é quase impossível. 
Colapsos autistas podem piorar rapidamente de violentos a raivas perigosas. Felizmente, você pode gerenciar crises os colapsos no autismo.

Atenha-se um rigoroso calendário

Uma das maneiras mais fáceis para garantir sua casa permanece livre colapso é criar uma rotina. Antes de começar, você deve passar alguns dias observando relógio natural do seu filho e preferências. Se o seu filho acorda ao mesmo tempo todas as manhãs, ou torna-se cansado, ao mesmo tempo todas as noites, escreva as informações abaixo e use como base para o resto da sua programação. Depois de ter estabelecido uma rotina em sua casa, seu filho autista provavelmente vai se sentir mais confortável e seguro, os acessos de raiva deve se tornar cada vez menos freqüente.

Reduzir a Estimulação ambiental

Se o seu filho reage negativamente a ruídos altos, luzes brilhantes, ou temperaturas quentes, considere fazer algumas mudanças no ambiente para reduzir esses gatilhos. Crie um espaço calmo em sua casa para o seu filho ir quando ele se sente mais estimulado ou frustrado, e fazer um esforço para reduzir o nível de atividade geral dentro de sua casa durante as horas que o seu filho está em casa e acordado. Sem máquinas de ruído, música calmante, ou o som de aquarios de peixes suaviza algumas crianças autistas. Pode levar algum tempo para determinar o que funciona melhor para seu filho específico, por isso não desanime se suas primeiras tentativas falham.


Redirecionamento e Distração

Quando você sentir um colapso é iminente, pode ser possível redirecionar a atenção da criança para evitar uma crise e colapso nervoso. Distraia seu filho, desviando sua atenção para uma atividade calmante, ou introduzir um objeto de conforto para acalmá-lo. Se o seu filho quer ser deixado sozinho, fazer o que ele quer e sair da sala. Fique dentro do alcance de audição, no entanto, no caso de ele precisar  de você ou perde o controle e se coloca em perigo. Muitas vezes, uma mudança de ambiente é suficiente para prevenir uma crise ocorra.


Mantendo o seu filho autista na segurança

A segurança deve ser sua principal preocupação na gestão de colapso no autismo. As crianças autistas podem perder o controle emocional e físico rapidamente, o que pode levar a mobília quebrada em pedaços. Se você acredita que o colapso tem aumentado a este ponto, é importante mover o seu filho para um local mais seguro e remover quaisquer perigos no ambiente imediato. Se o seu filho autista se torna uma ameaça para si mesmo ou aos outros, buscar ajuda de fora.
Desenvolver um plano de emergência de segurança com o médico do seu filho ou terapeuta, e colocar esse plano em ação antes que a criança se machuca. Consultar o médico do seu filho se as crises parecem estar a piorar em freqüência ou intensidade, como uma série de condições médicas podem causar crises em crianças autistas, inclusive enxaquecas, distúrbios convulsivos, e infecções de ouvido. Com algum tempo o esforço, é possível compreender e controlar os colapsos do seu filho.



Atividade com tinta e tesoura para treinar coordenação


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Uma ideia simples para ser executada porque só precisa de papel, tinha e tesoura. Faça diferentes traçados e formas geométricas em papéis brancos e em seguida peça a criança que coloque pontos de tinta ao longo de cada um deles (aqui você pode estimular conceitos de quantidade e de tamanho). Depois da tinta seca, está na hora de cortar!


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P.s: veja que a tesoura utilizada nas imagens não é ideal para crianças e exige ainda mais supervisão. Procure utilizar tesoura sem ponta :)

Fonte: PowerfulMothering.com