sexta-feira, 6 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Dinâmicas de Adaptação
OBJETIVOS
* Proporcionar integração para criação de vínculo;
* Enfatizar aos pais que a vida escolar é um acontecimento significativo para toda a família;
* Aprender a compartilhar de forma harmoniosa;
* Identificar seus direitos e deveres nas regras de convivência;
* Perceber que a rotina atua como organizadora das experiências do cotidiano;
* Estimular o hábito de trabalhar em grupo;
* Estabelecer relações e diferenças entre a casa e a escola;
* Explorar diferentes jogos e brincadeiras;
* Identificar o próprio nome e o do colega;
* Identificar a si mesmo, o próximo, o ambiente em que vive e o ambiente escolar;
* Estabelecer relação com a escola e a família.
ATIVIDADES DO PROFESSOR:
* Planejar uma recepção de boas vindas com alegria e organização;
* Confeccionar mural;
* Elaborar palestra para os pais sobre a importância da participação na educação dos filhos, nas atividades da escola e junto à comunidade;
* Promover jogos, brincadeiras e atividades em grupo;
* Compor com os alunos, as regras de convivência;*Confeccionar um quadro de rotinas;
* Programar atividades interativas que incluam professores, pais e funcionários;
* Organizar passeio pela escola para os alunos conhecerem as instalações;
* Selecionar músicas alusivas à apresentações;
* Confeccionar crachás, junto com os alunos;
* Organizar roda da conversa com sugestões e expectativas dos iniciantes;
* Estipular horário especial para a semana de adaptação;
* Confeccionar lembrancinhas.
1ª - Dinâmica:
CRACHÁS e/ou FICHAS COM NOME PRÓPRIO
1- O professor mostra o crachá, lê o nome e entrega ao aluno.
2- Os crachás são colocados no chão no meio da roda, permitindo que cada aluno reconheça o seu pegando -o no conjunto dos demais.
3- O professor vira o crachá para baixo no chão e brinca com os alunos de jogo da memória.
4- Chamada individual, onde o professor apresenta o crachá e cada aluno reconhece o seu.
5- O professor apresenta a ficha com o nome próprio de cada aluno para fazer a chamada.
6- As fichas estão no cartaz de pregas. O professor diz o nome do aluno e ele busca a sua ficha no cartaz.
7- O professor entrega ao aluno a ficha de seu nome e as letras móveis correspondentes. A criança à vista do modelo forma seu nome.
2- Os crachás são colocados no chão no meio da roda, permitindo que cada aluno reconheça o seu pegando -o no conjunto dos demais.
3- O professor vira o crachá para baixo no chão e brinca com os alunos de jogo da memória.
4- Chamada individual, onde o professor apresenta o crachá e cada aluno reconhece o seu.
5- O professor apresenta a ficha com o nome próprio de cada aluno para fazer a chamada.
6- As fichas estão no cartaz de pregas. O professor diz o nome do aluno e ele busca a sua ficha no cartaz.
7- O professor entrega ao aluno a ficha de seu nome e as letras móveis correspondentes. A criança à vista do modelo forma seu nome.
2ª - Dinâmica:
CHAMADA COM FOTO
- Tempo: 30 minutos.
- Espaço: Sala de aula.
- Idade: A partir de 1 ano e meio.
- Material: Cartolina ou papel-cartão, foto individual das crianças, caneta hidrográfica fina e plástico de fichário.
- Objetivo: Conhecer o colega.
- Preparação: Em pedaços de cartolina ou papel-cartão, escreva o nome de cada criança em letra bastão maiúscula e cole uma foto dela. Plastifique para ter maior durabilidade (use Contact®).
- Descrição:
Coloque todos os cartões sobre uma mesa ou no chão, com a foto e o nome virados para baixo. Uma criança por vez pega um cartão e entrega ao colega que aparece na foto. O professor diz então o nome da criança “descoberta” para estimular o reconhecimento dela pelo grupo. Outro modo de realizar a atividade é deixar os cartões espalhados sobre a mesa com a foto para cima. Peça para cada um pegar o seu cartão e colar no painel da chamada, uma espécie de sapateira com bolsos transparentes, que pode ser feito sobre uma base de papel-cartão. Como se trata de uma chamada, é possível repetir essa atividade diariamente, quando todas as crianças estiverem presentes, durante os primeiros meses do ano. Retome-a se um novo membro entrar no grupo.
- Espaço: Sala de aula.
- Idade: A partir de 1 ano e meio.
- Material: Cartolina ou papel-cartão, foto individual das crianças, caneta hidrográfica fina e plástico de fichário.
- Objetivo: Conhecer o colega.
- Preparação: Em pedaços de cartolina ou papel-cartão, escreva o nome de cada criança em letra bastão maiúscula e cole uma foto dela. Plastifique para ter maior durabilidade (use Contact®).
- Descrição:
Coloque todos os cartões sobre uma mesa ou no chão, com a foto e o nome virados para baixo. Uma criança por vez pega um cartão e entrega ao colega que aparece na foto. O professor diz então o nome da criança “descoberta” para estimular o reconhecimento dela pelo grupo. Outro modo de realizar a atividade é deixar os cartões espalhados sobre a mesa com a foto para cima. Peça para cada um pegar o seu cartão e colar no painel da chamada, uma espécie de sapateira com bolsos transparentes, que pode ser feito sobre uma base de papel-cartão. Como se trata de uma chamada, é possível repetir essa atividade diariamente, quando todas as crianças estiverem presentes, durante os primeiros meses do ano. Retome-a se um novo membro entrar no grupo.
3ª - Dinâmica:
CADÊ? ACHOU!
- Tempo: Enquanto durar o interesse da turma.
- Espaço: Sala de aula.
- Idade: A partir de 1 ano e meio.
- Material: Bambolê com faixas de tules de diversas cores (o comprimento das faixas deve ser o mesmo da altura do pé direito da sala).
- Objetivo: Ajudar a criança a elaborar a ausência temporária da família.
- Descrição: Pendure firmemente o bambolê no teto da sala de modo que as faixas cheguem ao chão. As crianças vão brincar de esconder atrás delas e entre elas, segurá-las para cobrir parte do corpo e esconder os colegas. Com isso, vão descobrindo que a ausência do outro é temporária e que eles sempre reaparecem.
- Espaço: Sala de aula.
- Idade: A partir de 1 ano e meio.
- Material: Bambolê com faixas de tules de diversas cores (o comprimento das faixas deve ser o mesmo da altura do pé direito da sala).
- Objetivo: Ajudar a criança a elaborar a ausência temporária da família.
- Descrição: Pendure firmemente o bambolê no teto da sala de modo que as faixas cheguem ao chão. As crianças vão brincar de esconder atrás delas e entre elas, segurá-las para cobrir parte do corpo e esconder os colegas. Com isso, vão descobrindo que a ausência do outro é temporária e que eles sempre reaparecem.
4ª - Dinâmica:
Dança da Cadeira com Nomes
- Objetivo: Reconhecer a escrita de seu nome dentre a escrita dos nomes de todos os colegas.
- Materiais: Fichas com a escrita de todos os nomes ( uma para cada nome ) e cadeiras.
- Procedimentos: O professor propõe às crianças que façam um círculo com as cadeiras. Depois distribui as fichas com os nomes para que as crianças fixem-as nas cadeiras. Inicia-se a dança das cadeiras onde ao término da música cada um deverá sentar na cadeira onde consta a ficha com o seu nome. Realizar a brincadeira diversas vezes sempre trocando as cadeiras de lugar.
- Materiais: Fichas com a escrita de todos os nomes ( uma para cada nome ) e cadeiras.
- Procedimentos: O professor propõe às crianças que façam um círculo com as cadeiras. Depois distribui as fichas com os nomes para que as crianças fixem-as nas cadeiras. Inicia-se a dança das cadeiras onde ao término da música cada um deverá sentar na cadeira onde consta a ficha com o seu nome. Realizar a brincadeira diversas vezes sempre trocando as cadeiras de lugar.
Fonte: Grupo Sugestão de Atividades (Maria Alice)
http://baudasmensagens.blogspot.com/
Atividades interdisciplinares: Ensino religioso, filosofia, sociologia, história, geografia.
Trabalho extraclasse
Escolha um dos temas e use a ética, de maneira justa, para dar sua opinião sobre o assunto. Porém você tem que dar dois argumentos um a favor e outro contra.
Toda e qualquer posição que você tiver, para ser ética, precisa vir com dois objetivos:
1) impedir maior dano e, se possível
2) recuperar, reintegrar.
- Suicídio, homicídio,
- Pena de morte ( morte legalizada),
- Aborto,
- Riscos de vida,
- Tráfico de drogas, de criança, de mulheres,
- Tortura,
- Mutilação,
- Greve de fome,
- O direito de morrer de forma humana,
- O uso de sedativos e calmantes.
Fonte: Atividades diversas Claudia.
Hiperatividade Infantil (TDAH)
O Transtorno por déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) tem três sintomas: hiperatividade, falta de atenção e impulsividade. Trata-se da síndrome da conduta, de origem neurobiológica, mais frequente durante a infância. Estima-se que cerca de 5% da população infanto-juvenil, de 3 a 16 anos, sofre, sendo 3 vezes mais frequente nos homens.
Conhecida por TDAH, é uma patologia que se caracteriza pela existência de três sintomas: hiperatividade (movimento contínuo e superior ao esperado para a idade da criança), falta de atenção e impulsividade. Um transtorno que se produz devido a uma alteração do sistema nervoso central. É hoje, uma das causas mais frequentes do fracasso escolar e de problemas sociais na idade infantil. É uma patologia crônica, altamente genética (75%), mas que se pode diagnosticar e tratar.
Hiperatividade, falta de atenção e impulsividade
As crianças que sofrem de TDAH apresentam conduta inapropriada para sua idade. Custa-lhes controlar seu comportamento, suas emoções e pensamentos. Têm uma grande dificuldade para prestar atenção e a concentrar-se. No entanto, nem todas as crianças chegam a experimentar todos os sintomas. Depende muito do tipo de TDAH que tenha.
O fator hereditário influi no seu desenvolvimento chegando a sofrer o problema, 44% das crianças que tiveram pais ou mães hiperativas.
Muitos pais e professores sentem dificuldades para identificar se a criança é portador de TDAH, ou se o que lhe falta é limites, dado que as crianças nesses estados podem apresentar sintomas parecidos.
Sintomas do TDAH na criança
- Inquietude. Move os pés, mãos e o corpo sem um objetivo claro. Levanta-se, salta e corre quando tem que estar sentado.
- Baixa auto-estima, devido sua impopularidade.
- Aborrecimento e excitação excessivos e incontroláveis. Não consegue brincar de forma tranquila. Não respeita a vez dos outros. Excita-se e se aborrece com frequência.
- Grau acentuado de impulsividade. Age antes de pensar. Responde antes que terminem a pergunta.
- Falta de concentração. Não atende aos detalhes, nem à organização, nem as instruções.
- Falta de persistência. Além de não terminar as tarefas, evita as que necessitam de um esforço contínuo.
- Dificuldade para organizar-se e manter a atenção.
- Distrai-se com muita facilidade. Esquece-se do que tem que fazer.
- Surdez fictícia.
Tratamento da hiperatividade infantil
O TDAH é uma patologia pouco conhecida, difícil de detectar e fácil de confundir. A complicação do tipo neurológico se desencadeia em idades compreendidas entre os 3 e 4 anos, alcançando o nível mais crítico aos 6. Os especialistas apontam que as crianças com hiperatividade não tratadas a tempo, terão problemas na adolescência, sofrerão problemas para relacionar-se e inclusive fracasso escolar. No entanto, um tratamento contínuo à medida que a criança vá crescendo, permitirá que o transtorno melhore, e inclusive que se consiga controlar.
A grande dificuldade que apresentam as crianças para atender, selecionar, manter, e controlar a atenção aos estímulos que lhes apresentam, assim como a excessiva agitação que apresentam, justificam a necessidade de uma ajuda e de um acompanhamento profissional. Um especialista ajudará a criança a adquirir hábitos e estratégias cognitivas para que seu desenvolvimento social, familiar, escolar, etc., esteja à altura de suas capacidades. O tratamento tem como objetivo:
- Melhorar ou anular os sintomas do transtorno.
- Diminuir ou eliminar os sintomas associados.
- Melhorar a aprendizagem, linguagem, escrita, relação social e familiar.
Para isso, o especialista empregará, segundo o caso, informação exaustiva aos pais e professores, tratamento farmacológico (imprescindível em 7 de cada 10 crianças), e tratamento psicopedagógico.
Não se deve esquecer que os pais desempenham papel fundamental durante o tratamento. As crianças hiperativas necessitarão muito apoio, compreensão, carinho, e sobretudo muita paciência para que pouco a pouco consigam desenvolver seu dia-a-dia com normalidade.
Fonte: Blog Acidedigital
terça-feira, 3 de março de 2015
Criança dispersa e déficit de atenção são coisas diferentes; entenda
- Para ter TDAH, é preciso que os sinais estejam presentes em mais de um ambiente, como casa e escola
Segundo definição da ABDA (Associação Brasileira do Déficit de Atenção), o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e que frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Também chamado de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção), o problema é reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e, ainda de acordo com a ABDA, atinge de 3% a 5% das crianças no mundo todo.
O transtorno é real, mas não deve ser confundido com uma desatenção característica de determinadas fases do desenvolvimento infantil. Seu diagnóstico é complexo, envolvendo uma avaliação clínica detalhada da criança nos vários ambientes que ela frequenta, como casa e escola.
A seguir confira dez perguntas e respostas sobre o transtorno.
1) O que é TDAH?
Segundo Guilherme Polanczyk, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, o TDAH é um transtorno caracterizado por sintomas intensos e frequentes de desatenção, hiperatividade, impulsividade, que não são esperados para o momento do desenvolvimento em que a criança se encontra.
2) Em qual fase da vida é possível diagnosticar uma criança com o transtorno?
"Em geral, até os cinco anos, é normal que a criança seja mais inquieta e não consiga se concentrar em uma mesma atividade por muito tempo. Portanto, o TDAH é mais diagnosticado a partir dos seis ou sete anos, quando se inicia o processo de alfabetização", afirma Maria Conceição do Rosário, professora-adjunta do Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). "É preciso tomar muito cuidado para não taxar de hiperativa uma criança que, na verdade, está apenas em uma fase mais agitada."
Apesar de poder ser diagnosticado em idade escolar, o TDAH não está relacionado apenas com a escola. "Muitos associam, mas essa é uma visão equivocada. Diversos estudos mostram que o transtorno é causa de acidentes domésticos e pode aparecer em ambientes recreativos. Ele provoca estresse no convívio familiar e prejuízo na interação com amigos", diz Polanczyk.
3) Qual é o melhor profissional para tratar o transtorno?
DICAS PARA AUXILIAR O TRATAMENTO:
Estudo:
- Na escola, a criança pode se concentrar melhor na aula sentando na primeira fileira e longe da janela;
- Aulas de apoio com atenção individualizada para melhorar o desempenho são bem-vindas;
- Reservar um espaço arejado e iluminado para a realização das lições de casa.
Em casa:
- Pais devem ter sempre um tempo disponível para interagir com a criança;
- Recompensar o bom desempenho e reforçar as qualidades;
- Não estabelecer comparações entre os filhos;
- Não sobrecarregar com excesso de atividades extracurriculares;
- Manter o ambiente doméstico harmônico e organizado.
Fonte: ABDA (Associação Brasileira do Déficit de Atenção) e Maria Conceição do Rosário (Unifesp)
Para Míriam Ribeiro de Faria Silveira, membro do Departamento do Comportamento e Desenvolvimento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), o médico pediatra tem um papel muito importante no tratamento por ser quem mais conhece e acompanha o desenvolvimento da criança. É ele quem deve encaminhá-la para um profissional especializado na área de psiquiatria e/ou neurologia.
4) Como é feito o diagnóstico de TDAH?
"Não existe nenhum exame para detectar o TDAH. O diagnóstico é feito por avaliação clínica bem detalhada, que demanda tempo, pois exige entrevistas com a criança, os pais, além de coleta de informações sobre o comportamento na escola e com os amigos", declara Maria do Rosário, da Unifesp.
Para Polanczyk, da USP, eventualmente, são feitos testes complementares, como avaliação neurológica e psicopedagógica.
5) Quais sintomas uma criança que tem TDAH apresenta?
Segundo Polanczyk, os principais sintomas são: dificuldade em permanecer atento a uma tarefa e de esperar, desorganização e inquietação demasiada.
Os especialistas lembram que, para ter TDAH, é preciso que esses sinais estejam presentes em mais de um ambiente (em casa e na escola, por exemplo) e estejam acontecendo há mais de seis meses.
6) É mais fácil observar os sintomas em casa ou na escola?
"Frequentemente, os pais percebem a presença dos sintomas antes da escola, mas não têm clareza se essas manifestações são esperadas ou não para a idade. Nesse contexto, a escola serve como um balizador, apontando que determinados comportamentos são de fato disfuncionais e merecem avaliação especializada", fala Polanczyk.
7) O TDAH é hereditário?
"Sim. Está entre as características mais herdadas, como a altura, por exemplo. Mas a criança também sofre influências ambientais, por isso, quanto mais cedo começa o tratamento, maiores as chances de uma boa resposta e uma evolução melhor", diz Maria do Rosário.
8) Quais são os tipos de tratamento para o TDAH?
Segundo Maria do Rosário, da Unifesp, é primordial que pais e educadores que acompanham a criança entendam e conheçam profundamente o assunto. Em seguida, vem o acompanhamento com terapia, que é fundamental para toda a família, pois ajuda a saber lidar melhor com quem possui o transtorno e com possíveis diagnósticos associados, como baixa autoestima, dificuldade na escola e problemas na fala.
Polanczyk ressalta que, em casos leves, nos quais os prejuízos funcionais –como rendimento escolar– são mínimos, pode-se optar apenas pelo tratamento terapêutico. Caso apenas essas alternativas não sejam suficientes, existe o tratamento farmacológico.
Os remédios são chamados psicoestimulantes e atuam em áreas do cérebro responsáveis pelo controle do que fazer e em qual momento, e ajudam a focar a atenção.
10) O distúrbio pode "desaparecer" com o passar do tempo?
Fatores genéticos e ambientais precoces (baixo peso no nascimento, prematuridade, exposição intrauterina a toxinas) são risco para o transtorno.
"Não existe cura, mas, em 50% dos casos, os sintomas diminuem na adolescência e na fase adulta", declara Maria do Rosário.
Fonte: Blog UOL
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