domingo, 19 de junho de 2016

Planejamento Curricular

O Planejamento Curricular tem por objetivo orientar o trabalho do professor na prática pedagógica da sala de aula. Segundo Coll (2004), definir o currículo a ser desenvolvido em um ano letivo é uma das tarefas mais complexas da prática educativa e de todo o corpo pedagógico das instituições.
        De acordo com Sacristán (2000), “[...] planejar o currículo para seu desenvolvimento em práticas pedagógicas concretas não só exige ordenar seus componentes para serem aprendidos pelos alunos, mas também prever as próprias condições do ensino no contexto escolar ou fora dele. A função mais imediata que os professores devem realizar é a de planejar ou prever a prática do ensino.”
        Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados por equipes de especialistas ligadas ao Ministério da Educação (MEC), têm por objetivo estabelecer uma referência curricular e apoiar a revisão e/ou a elaboração da proposta curricular dos Estados ou das escolas integrantes dos sistemas de ensino.  Os PCNs são, portanto, uma proposta do MEC para a eficiência da educação escolar brasileira. São referências a todas as escolas do país para que elas garantam aos estudantes uma educação básica de qualidade. Seu objetivo é garantir que crianças e jovens tenham acesso aos conhecimentos necessários para a integração na sociedade moderna como cidadãos conscientes, responsáveis e participantes.
        Todavia, a escola não deve simplesmente executar o que é determinado nos PCNs, mas sim,  interpretar e operacionalizar essas determinações, adaptando-as de acordo com os objetivos que quer alcançar, coerentes com a clientela  e de forma que a aprendizagem seja favorecida. Portanto, o planejamento curricular segundo Turra et al. (1995), 

[...] deve ser funcional. Deve promover não só a aprendizagem de conteúdo e habilidades específicas, mas também fornecer condições favoráveis à aplicação e integração desses conhecimentos. Isto é viável através da proposição de situações que favoreçam o desenvolvimento das capacidades do aluno para solucionar problemas, muitos dos quais comuns no seu dia-a-dia. A previsão global e sistemática de toda ação a ser desencadeada pela escola, em consonância com os objetivos educacionais, tendo por foco o aluno, constitui o planejamento curricular. Portanto, este nível de planejamento é relativo à escola. Através dele são estabelecidas as linhas-mestras que norteiam todo o trabalho[...].

terça-feira, 7 de junho de 2016

A criança e seus meses de vida

A partir dos primeiros meses de vida, há formas específicas de brincar, dentro das possibilidades de cada criança e de acordo com sua etapa de desenvolvimento. A seguir, confira dicas do site Ninguém cresce sozinho para brincar co seu bebê mês a mês até os 9 meses.
Primeiro mês de vida: a brincadeira é o olho no olho
A visão do recém-nascido ainda está em formação. Por isso, seu melhor brinquedo é o rosto da mãe ou de quem exerce seus cuidados. Levantar a sobrancelha, abrir e fechar a boca, mostrar a língua, fazer bicos com os lábios, piscar um dos olhos, falar em tom rítmico e de modo mais exagerado para o bebê são formas de brincar com ele. Mesmo que o tempo do brincar dure poucos minutos, ele pode acontecer na troca das fraldas, no banho, quando o bebê está deitado, mas desperto, ou mesmo no colo. O importante é que o bebê mostre-se disposto ao que está sendo proposto e não irritadiço.
Segundo mês de vida: a descoberta das mãos
foto: Shutterstock
Nesse estágio, o bebê já consegue focar mais a visão e, entre outras coisas, já reconhece o rosto da mãe e de pessoas outras próximas, como o pai e familiares. Então, é hora de incrementar os jogos faciais: se lhe é dado tempo para responder ao estímulo apresentado, como mostrar a língua, o bebê acaba imitando a expressão que ele observa – neste exemplo, mostra a própria língua. Para isso é essencial assegurar-lhe um tempo de observação e de resposta.

Apresentar o espelho também é uma boa dica. Mesmo que ele ainda não saiba que a imagem é ele. Outras dica é permitir ao bebê observar o balanço e a sombra de folhagens, o movimento do ventilador de teto e móbiles é uma ótima opção.
A partir do segundo mês, a mão fechadinha do bebê começa a se abrir e os dedinhos se separam. O bebê pode agarrar involuntariamente um objeto ou segurá-lo quando este é colocado em suas mãos. É o chamado reflexo de segurar. Se colocarmos nosso dedo ou uma argola na palma da mão do bebê ele dobra os dedinhos e segura o objeto. Neste “segurar” ele experimenta de modo bastante sutil diferentes sensações táteis.
Terceiro mês de vida: brincar livre e o início da percepção da relação de causa e efeito
A partir do terceiro mês as brincadeiras com as mãos ficam mais intensas, em tempo e movimentos. Embora o bebê não consiga segurar voluntariamente o brinquedo, tudo o que está por perto vira seu alvo, levando o bebê a “bater” ou chutar o brinquedo desejado. Mesmo que o bebê bata ou chute acidentalmente o brinquedo ele percebe que há um movimento. O mesmo acontece quando ele balança um chocalho e escuta um som. O bebê começa a perceber a relação causa-efeito.
foto: Shutterstock
Nessa idade já é possível colocar o bebê para brincar livremente no chão. Ele deve ser colocado de costas, com objetos ao seu lado ou pendurados por cima dele. Paninhos, argolas, potinhos, chocalhos, refletores de imagem e mordedores com texturas diferentes e cores contrastantes são os brinquedos mais indicados para esta faixa etária. Livros com imagens simples, de plástico, tecido ou capa dura, também costumam agradar os bebê.

Brincar permite ao bebê estabelecer relações afetivas e aprender sobre si e o mundo. Por isso é essencial que nos momentos de interação mãe-bebê ou cuidador-bebê, estes lhe dirijam uma palavra, cantem e nomeiem ao bebê o que ele vê, escuta e, supostamente, sente. Aos poucos, é possível perceber quais são suas preferências e os limites entre a brincadeira gostosa e seu excesso (que leva ao desinteresse, cansaço ou estresse).
De 4 a 6 meses: conquistas corporais que incrementam o brincar
foto: Shutterstock
Aos quatro meses, a maioria dos bebês já fixa o olhar, contemplando o que observa. Sua cabeça e olhos movem-se na mesma direção, e suas mãos se endereçam para o que ele quer, sejam pessoas ou objetos.  Os movimentos de rolar são ensaiados com o balanceio das pernas sobre a barriga, permitindo-o em pouco tempo rolar nos dois sentidos. Entre o quarto e o sexto mês os bebês desenvolvem a capacidade de sentar. Inicialmente precisam de apoio, mas no final do primeiro semestre muitos já se sentam sem nenhum suporte nas costas.

Para explorar seu próprio corpo e o que tem à sua volta, o chão torna-se um excelente lugar para o bebê brincar, sem riscos de queda e com a possibilidade dele escolher a posição que lhe é mais confortável. Livrinhos de tecido ou plástico, pequenos potes, fitas de cetim, pedaços de pano, bichinhos ou bonecos macios, argolas, bolinhas, cubos, objeto espelhado, chocalhos e mordedores garantem a diversão, especialmente quando têm cores primárias, que são as que mais agradam os bebês nesta faixa etária. Embora os brinquedos comecem a fazer parte do cenário do bebê, é fundamental lembrar que a presença humana conectada ao bebê é essencial para que os humanos desenvolvam a capacidade de ficar só.
Nesta etapa da vida, brincar sozinho significa ter a oportunidade de escolher a brincadeira: rolar, chutar, colocar a mão na boca, dar gritinhos e assim por diante. Aos poucos, conforme o bebê sente-se seguro com a presença física de alguém a ele conectado (não basta um corpo!) ele vai podendo brincar só sem que isto represente solidão, sentimento de abandono, desintegração ou mesmo uma defesa contra o ambiente. Este tempo vai aumentando conforme o bebê cresce amparado por esta conexão humana.
De 6 a 9 meses: sentar, rastejar e engatinhar
Entre o sexto e nono mês de vida o bebê adquire algumas competências que mudam por completo a maneira como ele vê e é visto pelo mundo: senta sem apoio, rasteja e engatinha. Ao mesmo tempo, outras conquistas motoras, como os movimentos de pinça (junção do polegar e indicador) e de transferência de um objeto de uma mão para outra com intencionalidade, incrementam e ampliam suas possibilidades de exploração. Olhos, mãos e boca passam a trabalhar coordenados.
foto: Shutterstock
Em realizando mais movimentos, o bebê passa a ter mais autonomia, podendo encontrar outras formas de realizar o que deseja e de se comunicar (desde esticar os bracinhos quando quer colo, até balbuciar. Esse é um momento em que o bebê precisa de uma área ampla e segura para se movimentar com liberdade. Rever os espaços da casa é fundamental, assim como garantir o conforto das roupas e sapatos. Aqui vale uma nota: a liberdade de movimento e exploração nessa faixa etária é o maior estímulo que o bebê pode ter.

Um “brinquedo” que os bebês adoram, mas nem sempre lhes é dada a oportunidade para explorá-lo, é a comida. As refeições podem ser muito prazerosas se ao bebê for permitido explorar com as próprias mãos aquilo que ele come e os utensílios que compõem esse momento, como pratos, talheres, copos e babadores.
De 9 a 12 meses: a fase do mexe em tudo
foto: Shutterstock
Num curto período de tempo os bebês adquirem competências que os permitem se deslocar para onde querem: engatinham (em alguns casos, “andam” sobre os joelhos ou rastejam com o bumbum), escalam, ficam em pé com apoio e andam, mesmo precisando ter suas duas mãos seguradas. Tais aquisições lhes confere maior autonomia e amplia sua sociabilidade.

É preciso garantir que dentro de casa, ambiente onde o bebê vive, possa ser por ele conhecido, inclusive para que ele aprenda e reconheça onde moram os perigos – isso facilitará sua análise dos perigos no mundo afora.
Entrando na fase do mexe-em-tudo, inicia-se também a fase do não proferido pelo adulto. Como forma de proteger a criança dos perigos que a cerca, é bastante comum seu cuidador dizer “não mexa aí”, “aí não pode”, ao invés de acompanhá-la em suas explorações, explicando-lhe o que a impede de explorar aquilo que lhe desperta atenção.
O ambiente onde vive um bebê precisa permitir suas explorações e descobertas; precisa permiti-lo brincar
Entre os 9 e 12 meses, os bebês começam a apontar para o que desejam, bater palma, esboçar o aceno do tchau, imitar expressões faciais, gestos e alguns sons que ouve, convocando seu cuidador a entrar na brincadeira. Aproveite essa gostosa e importante fase brincando com conversas, músicas e leituras. Nesses diálogos, inclua gestos e expressões faciais, variações rítmicas e sonoras (por exemplo, falar mais alto e bem baixinho), nomeações de partes do corpo e o nome do bebê e brincadeiras como seu mestre-mandou. Isso estreita o laço afetivo entre o bebê e seu cuidador, e favorece o desenvolvimento de sua percepção corporal e linguagem.
A repetição de uma mesma brincadeira, nessa etapa do desenvolvimento, é uma constante. Ela ajuda os bebês a aprimorar habilidades motoras e desenvolver aspectos cognitivos, como o aprendizado de relação entre uma ação e sua consequência (causa-efeito). Aqui, amar uma bola que rola de um canto a outro ainda não define nenhum jogador(a) de futebol!
Com informações de Ninguém cresce sozinho.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

3 tipos de atividades lúdicas para entreter crianças com autismo

O autismo é uma desordem que faz parte de um grupo de síndromes chamada Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD). Essa disfunção afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente).
  • O autismo acarreta o comprometimento de 3 principais eixos:
    1. Interações sociais.
    2. Comportamentos estereotipados, repetitivos e restrição de interesses.
    3. Comprometimentos qualitativos na comunicação e na linguagem.
    brincar, assim como para qualquer criança, representa um papel importantíssimo para o desenvolvimento da criança autista, pois contribui para a socialização, têm efeitos positivos sobre a aprendizagem, estimula o desenvolvimento de habilidades básicas e a aquisição de novos conhecimentos.
    As atividades lúdicas que forem oferecidas para a criança com autismo podem estimular as áreas da interação social, comportamento e comunicação.
    Segue algumas ideias de atividades para entreter uma criança com autismo e ainda contribuir para seu desenvolvimento:
  • 1. Passeio no super carro

    esta atividade consiste em puxar a criança sobre um colchão ou cobertor pelo quarto. Você deve fantasiar a brincadeira para ser interessante, por exemplo, dizer que agora a criança vai andar no super carro relâmpago McQueen (Disney) e estimular a criança a repetir a palavra passear quando quiser mais. Nesta brincadeira estimula-se a comunicação verbal e período de atenção por 10 minutos ou mais.
  • 2. O sapo comedor de bolhas

    para esta atividade você precisará de um fantoche de sapo e bolhas de sabão. A atividade consiste em fazer bolhas de sabão e com entusiasmo e animação fazer o sapo "comer" as bolhas. Dessa forma estimula-se a comunicação verbal quando a criança tem que dizer "bolha" para o sapo comer e o contato visual. O período de atenção é de 5 minutos ou mais.
  • 3. Dado das brincadeiras

    esta atividade desenvolve a atenção por 15 minutos ou mais, flexibilidade e participação física. Você precisará de um dado gigante que poderá ser confeccionado com papelão ou tecido. Cada face do dado deve conter uma ação a ser realizada pela criança, por exemplo:
    PULAR - deve-se incentivar a criança a repetir a palavra "pular" e junto com ela pular o mais alto que conseguir.
    RODAR - girar em torno do próprio eixo com a criança em seu colo.
    ESCORREGAR - puxar a criança gentilmente sobre um cobertor.
    BALANÇAR - balançá-la em seus braços, em uma rede ou em uma balança.
    APERTAR - oferecer massagens com diferentes tipos de movimentos e intensidade de pressões em diversas partes do corpo da criança.
    PASSEAR - levar a criança de "cavalinho" em suas costas.
    É importante incentivar a pronúncia das palavras a cada atividade.
    Muitas outras atividades podem ser encontradas em pesquisas pela internet. Há muito material que pode contribuir para o desenvolvimento das crianças com autismo.
    O importante é compreender que ela é uma criança que precisa ser amada acima de tudo e estimulada um pouco mais para que se desenvolva. Livrar-se de todo preconceito e buscar informação são atitudes essências para ajudar uma criança com autismo.
  • Por:Tais Bonilha da Silva.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

AUTISMO - CID 10

Classificação Internacional de Doenças (CID-10) publicada pela Organização Mundial de Saúde
(WHO - World Health Organization)


Segundo a CID-10 , é classificado como F84-0 , como "Um transtorno invasivo do desenvolvimento , definido pela presença de desenvolvimento anormal /ou comprometimento que se manifesta antes da idade de 3 anos e pelo tipo característico de funcionamento anormal em todas as três áreas : de interação social , comunicação e comportamento restrito e repetitivo . O transtorno ocorre três a quatro vezes mais frequentemente em garotos do que em meninas ."


Pelo menos 8 dos 16 itens especificados devem ser satisfeitos.
A . LESÃO MARCANTE NA INTERAÇÃO SOCIAL RECÍPROCA, MANIFESTADA POR PELO MENOS TRÊS DOS PRÓXIMOS CINCO ITENS:


1. dificuldade em usar adequadamente o contato ocular, expressão facial, gestos e postura corporal para lidar com a interação social.
2. dificuldade no desenvolvimento de relações de companheirismo.
3. raramente procura conforto ou afeição em outras pessoas em tempos de tensão ou ansiedade, e/ou oferece conforto ou afeição a outras pessoas que apresentem ansiedade ou infelicidade.
4. ausência de compartilhamento de satisfação com relação a ter prazer com a felicidade de outras pessoas e/ou de procura espontânea em compartilhar suas próprias satisfações através de envolvimento com outras pessoas.
5. falta de reciprocidade social e emocional.



B . MARCANTE LESÃO NA COMUNICAÇÃO:

1. ausência de uso social de quaisquer habilidades de linguagem existentes.
2. diminuição de ações imaginativas e de imitação social.
3. pouca sincronia e ausência de reciprocidade em diálogos.
4.  pouca flexibilidade na expressão de linguagem e relativa falta de criatividade e imaginação em processos mentais.
5.   ausência de resposta emocional a ações verbais e não-verbais de outras pessoas.
6.   pouca utilização das variações na cadência ou ênfase para refletir a modulação comunicativa.
7.  ausência de gestos para enfatizar ou facilitar a compreensão na comunicação oral.



C. PADRÕES RESTRITOS, REPETITIVOS E ESTEREOTIPADOS DE COMPORTAMENTO, INTERESSES E ATIVIDADES, MANIFESTADOS POR PELO MENOS DOIS DOS PRÓXIMOS SEIS ITENS:



1. obsessão por padrões estereotipados e restritos de interesse.
2. apego específico a objetos incomuns.
3. fidelidade aparentemente compulsiva a rotinas ou rituais não funcionais específicos.
4. hábitos motores estereotipados e repetitivos.
5. obsessão por elementos não funcionais ou objetos parciais do material de recreação.
6. ansiedade com relação a mudanças em pequenos detalhes não funcionais do ambiente.



D. ANORMALIDADES DE DESENVOLVIMENTO DEVEM TER SIDO NOTADAS NOS PRIMEIROS TRÊS ANOS PARA QUE O DIAGNÓSTICO SEJA FEITO.


Festa Junina



Roda Rítmica:


- Musiquinhas da época: 
               - Abre a roda tindo lê lê, tindo lê lê tindo lá lá
               - Chegou a hora da fogueira ...
               - Pula a fogueira
               - O balão vai subindo, vai caindo a garoa...
               - Noite fria, tão fria de junho...
               - Faz doce sinhá, faz doce sinhá, faz doce de maracujá
               - Quem quiser aprender a dançar, vai na casa do seu Juquinha
               - Capelinha de melão
               - Cai cai balão
               - Eu vi, eu vi todas as cças lá na chaminé...


- Ensaio para futura apresentação:
               - Mulher Rendeira



- Confecção de cartaz explicativo e informativo:
               - Origem da festa junina
               - Músicas
               - Danças
               - Comidas típicas


- Atividades para registrar a época junina:
               - Pintura com guache
               - Confecção de bandeirinhas
               - Convite para a festa
               - Pescaria Complicada (coordenação e atenção)
               - Conceitos de Par e Ímpar
               - Bilhetes
               - Listas no caderninho pautado





Par ou ímpar?


Gabriela R.







- Organização do Cantinho da Época:



- Sugestões de decoração (retiradas da net):