segunda-feira, 2 de maio de 2016

Painéis para o dia das Mães

Preparei uma seleção de painéis para decorar sua sala de aula ou sua escola no dia das mães.

Crie já seu painel e faça uma linda homenagem para as mães.

















Fonte: Blog Ensinando com carinho.

domingo, 1 de maio de 2016

Alfabeto com dificuldades ortográficas para imprimir

Cartazes com dificuldades ortográficas...





































Fonte: www.danizinhaeduca.blogspot.com

Como fazer uma capa em e.v.a. para a sua agenda

Quer mudar a cara da sua agenda ou caderno? Use o EVA para fazer uma linda capa para agenda. O EVA é um material flexível e que pode ser facilmente moldado para decorar e encapar materiais, principalmente agendas. Essa dica pode ser utilizada para diferentes modelos de agenda. Capa de agendacfb_107237.jpg
Para fazer essa capa de agenda com EVA é preciso alguns materiais:
  • Tesoura de corte especial
  • Placa de E.V.A 2,5 mm: vermelho, branco, amarelo
  • Cola para couro
  • Tinta Relevo para tecido Branco
Passo a passo
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  1. O artesanato deve começar pelo molde.
  2. Imprima o molde e transfira para o papel cartão para servir como base.
  3. Risque o molde no EVA.
  4. Recorte o molde.
  5. O suporte da base deve ser recortado com a tesoura de corte especial.
  6. Corte também o fecho que vai ser usado na agenda com a tesoura especial.
  7. Cole a flor na capa.
  8. O miolo da flor deve ser elaborado com um vazador de couro nº 10.
  9. Com a tinta para tecido faça uma pintura especial.
  10. Depois é só esperar secar e usar.

Fonte: Blog Casamentos.com

Brincar com os filhos por 15 minutos ao dia ajuda no desenvolvimento cerebral

Fim do expediente, já em casa e depois do jantar, o cansaço, enfim, bate, e é quando as crianças perguntam: “Papai, mamãe, vocês querem brincar?”. Difícil encontrar quem responda ao convite afirmativamente e com empolgação genuína, afinal, com a rotina corrida, é natural que os pais se sintam exaustos no final do dia, sem disposição para se sentar no chão e encarar uma partida de um jogo ou uma rodada de faz-de-conta.
Talvez se soubessem que apenas 15 minutos de brincadeira com os filhos fazem toda a diferença para o seu desenvolvimento, estes pais e mães agiriam diferente. De acordo com Priscila Cruz, especialista em ensino e uma das fundadoras da OSCIP Todos pela Educação, o ato de brincar é fundamental para que a criança desenvolva habilidades intelectuais e emocionais essenciais no futuro.
"Brincar ajuda a criança a ser criativa, a se comunicar, a ter empatia pelos outros. A criança que brinca bastante tira notas melhores ao longo da vida e tem uma série de outras consequências positivas em sua vida adulta porque desenvolve seu cérebro. Brincar traz competências sócio-emocionais à criança, e é um treino para a vida. Elas aprendem a lidar com as regras, a entender seus limites físicos".
Especialistas concordam que, atualmente, há uma série de obstáculos ao chamado “brincar livre”, quando a criança é a “dona” da brincadeira, inventando e modificando as leis do jogo, fantasiando. Para eles, o número elevado de compromissos nas agendas infantis, por exemplo, dificulta a ocorrência destes momentos de diversão, como explica Priscila.
"Hoje a criança tem muito mais demandas, acrescentamos coisas à sua rotina que concorrem com o brincar e elas têm cada vez menos tempo. Além disso, há as telas da tecnologia, com tablets e celulares, que até trazem outras habilidades para eles, mas de uma maneira muito limitada. E há também a superproteção dos pais. As pessoas têm cada vez menos filhos, então os protegem com medo de perdê-los, porque são os únicos que elas têm".
E é nesta lista que entra também a indisponibilidade dos pais. Uma pesquisa realizada em dez países com 12 mil pais de crianças entre cinco e 12 anos aponta que metade dos entrevistados diz não ter tempo para brincar ao ar livre com seus filhos. E, nas famílias consultadas, 84% das crianças brincam no máximo duas horas por dia, 40% brincam menos de uma hora, e 6% nunca brincam ao ar livre em um dia normal.
Consultor da Unicef e da Unesco e especialista em Políticas Públicas pela Primeira Infância, Vital Didonet reforça a importância do envolvimento da família nos momentos de brincadeira.
"Muitos pais chegam em casa estressados e querem ter eles próprios o seu lazer. Mas este é um ônus da paternidade e da maternidade, e os pais e mães têm que renunciar a isso. Eles precisam brincar nem que seja por 15 minutos, mas que seja se entregando ao momento. O adulto também vai descansar, desde que não considere aquilo um dever".
Para Didonet, é papel dos pais também tomar a iniciativa de apresentar alternativas de brincadeiras que não passem pela tecnologia, especialmente quando 84% das crianças brasileiras dizem preferir um tablet a brincar ao ar livre, como mostrou o levantamento.
Na visão de Priscila, além da influência sobre a saúde mental e o desenvolvimento da criatividade das crianças, brincar também é indispensável porque é nos momentos lúdicos que os pequenos vão treinar seu papel na sociedade dos adultos.
"Há pais que protegem os filhos inclusive na hora de brincar. Mas eles se esquecem que o erro é super importante para a criança aprender. Ninguém é criativo sem ter errado antes".

Fonte: R7

O que causa o autismo?

Há algumas décadas, acreditava-se que a família era a responsável pelo surgimento do autismo nas crianças. Usava-se o conceito “mãe geladeira”, atribuindo às mães a culpa por serem frias e distantes no relacionamento com os filhos. Algumas crianças portadoras do transtorno eram retiradas de suas casas. E com o tempo percebeu-se que elas não apresentavam melhora no quadro de seu desenvolvimento.
Essas teorias caíram por terra quando novos estudos foram sendo feitos e provando que o autismo já nasce com a criança, ninguém “se torna” autista.
Muitos pais ainda se sentem culpados quando descobrem o diagnóstico, se indagando aonde podem ter errado. Mas não há motivo para alimentar essa culpa!


causa autismo


São muitos os estudos voltados para definir o que exatamente causa o autismo. Até hoje não existe uma explicação conclusiva, muitas são as hipóteses. A principal causa apontada hoje é a genética, apesar de não ser a única. Existem também estudos apontando para fatores ambientais que influenciam na formação do bebê ainda na barriga da mãe, como medicamentos (principalmente antidepressivos), contato com substâncias tóxicas, infecções e outras complicações na gestação, como o diabetes e a pressão alta.
O que sabemos é que o autismo ainda não tem cura e não se trata de uma doença. Ele é, na verdade, um funcionamento cerebral diferente, causado por um comprometimento no sistema nervoso central. Alguns em graus mais leves, outros em graus mais severos. Independente do grau de comprometimento, todos têm os mesmos direitos e precisam de auxílio e tratamentos. Errado é acreditar que autistas de grau leve não precisam de tratamento! Todos os esforços se voltam para que estas pessoas conquistem sua autonomia e desenvolvam-se com mais qualidade de vida.

AUTISMO EM MENINAS
Outro dado interessante é a predominância de diagnósticos no sexo masculino, falando-se em 1 no gênero feminino para cada 4 no gênero masculino. A cor azul representa o autismo justamente por essa predominância.
Porém, o que tem se observado é que existem muitos casos de autismo em meninas que não foram identificados. O diagnóstico feminino é mais difícil. É mais “aceitável” que as meninas sejam tímidas, introspectivas e sensíveis. Dessa forma, os sintomas ficam disfarçados, se confundindo com características tipicamente femininas. Deduz-se então que o número de casos de TEA no gênero feminino pode ser muito maior do que os dados que temos hoje.


Por Amanda Puly